Jorge Martins Cardoso

 

Um eterno aprendiz



Textos

A LIBERDADE... O CONHECIMENTO... A VIDA... "O Mundo das LEIS, a Origem do DINHEIRO, A História dos BANCOS, a 'Filantropia' dos BANQUEIROS e a Evolução da HUMANIDADE". - (6ª parte).





A LIBERDADE... O CONHECIMENTO... A VIDA... “O Mundo das LEIS, a Origem do DINHEIRO, a História dos BANCOS, os ‘Filantropos’ BANQUEIROS e a Evolução da HUMANIDADE”. – (6ª parte).



    
A ORIGEM do DINHEIRO (uma coisa tão boa! Mas, parte única!)




DINHEIRO.





     Origem: - Wikipédia, a enciclopédia livre.





      O DINHEIRO é o meio usado na TROCA de BENS, na forma de MOEDAS ou NOTAS (atualmente conhecidas pelo nome de CÉDULAS), usado na COMPRA de BENS, SERVIÇOS, FORÇA de TRABALHO, DIVISAS ESTRANGEIRAS ou nas demais TRANSAÇÕES FINANCEIRAS, “Emitido e Controlado pelo GOVERNO de cada PAÍS, que é o Único que tem essa Atribuição”. É também a UNIDADE CONTÁBIL.
    
     Seu uso pode ser implícito ou explícito, livre ou por coerção. Acredita-se que a origem da palavra remete à MOEDA PORTUGUESA de mesmo nome (o DINHEIRO).
    
     “A emergência do DINHEIRO não depende de uma Autoridade Central ou do Governo. É UM FENÔMENO DO MERCADO”. Na prática, entretanto, os tipos de MOEDA mais aceitas atualmente são aquelas produzidas e sancionadas pelos GOVERNOS.
    
     A maior parte dos Países possuem um Padrão Monetário Específico - um DINHEIRO reconhecido oficialmente, possuindo monopólio sobre sua emissão.
    
     Algumas exceções são o EURO (usado por diversos Países Europeus) e o DÓLAR (utilizado em todo o mundo).
    
     O DINHEIRO em si é um BEM escasso. Muitos ítens podem ser usados como DINHEIRO, desde METAIS e Conchas Raras até CIGARROS ou coisas totalmente artificiais como Notas Bancárias.    
    
     Em épocas de escassez de meio circulante, a sociedade procura formas de contornar o problema (DINHEIRO de Emergência), mas, o importante é não perder o Poder de Troca e Compra.
    
     Podem substituir o DINHEIRO Governamental: - Cupons, passes, recibos, cheques, vales, notas comerciais entre outros.
    
     Na Sociedade Ocidental Moderna o DINHEIRO é essencialmente um símbolo - uma abstração.
    
     Atualmente as NOTAS são o tipo mais comum de DINHEIRO utilizado. No entanto bens como OURO e PRATA mantêm muitas das características essenciais do DINHEIRO.





HISTÓRIA.




     “Foto: - Reconstituição de antigo processo para cunhagem de MOEDAS”.




     Inicialmente, o homem comercializava através de simples Troca ou ESCAMBO. A MERCADORIA era avaliada na quantidade de tempo ou força de trabalho gasta para produzi-la ou até mesmo pela necessidade que o "COMPRADOR" tinha por determinada MERCADORIA.
    
     Com a criação da MOEDA o valor da MERCADORIA se tornou independente da Força de Trabalho.
    
     Com o surgimento dos BANCOS apareceu uma nova Atividade Financeira em que o próprio DINHEIRO é uma MERCADORIA.




ORIGEM e EVOLUÇÃO do DINHEIRO.


ESCAMBO.




     “Foto: - A MOEDA, como hoje é conhecida, é o resultado de uma longa evolução. No início não havia MOEDA. Praticava-se o ESCAMBO, simples troca de MERCADORIA por MERCADORIA, sem equivalência de valor”.






     Assim, quem pescasse mais PEIXE do que o necessário para si e seu grupo trocava este excesso com o de outra pessoa que, por exemplo, tivesse plantado e colhido mais MILHO do que fosse precisar.
    
     Esta elementar forma de COMÉRCIO foi dominante no início da Civilização, podendo ser encontrada, ainda hoje, entre Povos de Economia Primitiva, em regiões onde, pelo difícil acesso, há escassez de meio circulante, e até em situações especiais, em que as pessoas envolvidas efetuam permuta de objetos sem a preocupação de sua equivalência de valor.
    
     Este é o caso, por exemplo, da CRIANÇA que troca com o colega um BRINQUEDO caro por outro de menor valor, que deseja muito.
    
     As MERCADORIAS utilizadas para ESCAMBO geralmente se apresentam em estado natural, variando conforme as condições de meio ambiente e as atividades desenvolvidas pelo grupo, correspondendo a necessidades fundamentais de seus membros.
    
     Nesta forma de TROCA, no entanto, ocorrem dificuldades, por não haver uma medida comum de valor entre os elementos a serem permutados.




MOEDA-MERCADORIA.




     Ver artigo principal: - MOEDA-MERCADORIA.




     Algumas MERCADORIAS, pela sua utilidade, passaram a ser mais procuradas do que outras. Aceitas por todos, assumiram a função de MOEDA, circulando como elemento trocado por outros produtos e servindo para avaliar o seu valor. Eram as MOEDAS-MERCADORIAS.
    
     O GADO, principalmente o GADO BOVINO, foi dos mais utilizados. Apresentava vantagens de locomoção própria, reprodução e prestação de serviços, embora ocorresse o Risco de Doenças e o Risco da Morte.
    
     O SAL foi outra MOEDA-MERCADORIA. De difícil obtenção, principalmente no interior dos continentes, era muito utilizado na Conservação de Alimentos.
    
     Ambas deixaram a marca de sua função como instrumento de troca no nosso vocabulário, pois, até hoje, empregamos palavras como PECÚNIA (DINHEIRO) e PECÚLIO (DINHEIRO Acumulado) derivadas da palavra latina PECUS (GADO).
    
     A palavra CAPITAL (PATRIMÔNIO) vem do latim CAPITA (CABEÇA).
    
     Da mesma forma, a palavra SALÁRIO (Remuneração normalmente em DINHEIRO, devida pelo empregador em face do serviço do empregado) tem como origem a utilização do SAL, em ROMA, para o Pagamento de Serviços Prestados.
    


    
     Observação do escriba: - Está aí uma coisa para a qual eu nunca tinha atinado. Usei e pensei sobre a palavra SALÁRIO milhares de vezes. Não sabia que a origem era do SAL. Uma coisa hoje tão barata. Vivi principalmente sempre do SALÁRIO de Funcionário Público. Por isto continuo deserdado da SORTE! Vivia de SAL!  



    
     No Brasil, entre outras, circularam o CAURI - trazido pelo escravo africano –, o Pau-Brasil, o Açúcar, o Cacau, o Tabaco e o Pano, trocado no Maranhão, no século XVII, devido à quase inexistência de numerário, sendo comercializados sob a forma de novelos, meadas e tecidos.
    
     Com o passar do tempo, as MERCADORIAS se tornaram inconvenientes às Transações Comerciais, devido à oscilação de seu valor, pelo fato de não serem Fracionáveis e por serem facilmente Perecíveis, não permitindo o Acúmulo de RIQUEZAS.




METAL.



     Quando o homem descobriu o METAL, passou a utilizá-lo para fabricar Utensílios e Armas anteriormente feitos de PEDRA ou MADEIRA.
    
     Por apresentar vantagens como a possibilidade de entesouramento, divisibilidade, raridade, facilidade de transporte e beleza, o METAL foi escolhido como principal Padrão de Valor.
    
     Era trocado sob as formas mais diversas. A princípio, em seu estado natural, depois sob a forma de barras e, ainda, sob a forma de objetos, como anéis, braceletes etc.
    
     O METAL comercializado dessa forma exigia aferição de peso e avaliação de seu grau de pureza a cada troca.
    
     Mais tarde, ganhou forma definida e peso determinado, recebendo marca indicativa de valor, que também apontava o responsável pela sua emissão.
    
     Essa medida tornou mais rápida as transações, dispensando a pesagem e permitindo a imediata identificação da quantidade de METAL oferecida para troca.




MOEDA em FORMATO de OBJETO.


    
     Os utensílios de METAL passaram a ser MERCADORIAS muito apreciadas. Como sua produção exigia, além do domínio das técnicas de FUNDIÇÃO, o conhecimento dos locais onde o METAL poderia ser encontrado. Essa tarefa, naturalmente, não estava ao alcance de todos.
    
     A valorização, cada vez maior, destes instrumentos levou à sua utilização como MOEDA e ao aparecimento de réplicas de objetos metálicos, em pequenas dimensões, que circulavam como DINHEIRO.
    
     É o caso das MOEDAS FACA e CHAVE que eram encontradas no Oriente e do TALENTO, MOEDA de COBRE ou BRONZE, com o formato de pele de animal, que circulou na Grécia e em Chipre.



MOEDAS ANTIGAS.





     “Foto: - DOBRA de OITO ESCUDOS”.




     Surgem, então, no século VII a.C., as primeiras MOEDAS com características das atuais: - São pequenas peças de METAL com peso e valor definidos e com a impressão do CUNHO OFICIAL, isto é, a marca de quem as emitiu e garante o seu valor.
    
     São cunhadas na Grécia MOEDAS de PRATA e, na Lídia, são utilizados pequenos lingotes ovais de uma LIGA de OURO e PRATA chamada ELECTRO.
    
     As MOEDAS refletem a mentalidade de um Povo e de sua época. Nelas podem ser observados aspectos políticos, econômicos, culturais e tecnológicos.
    
     É pelas impressões encontradas nas MOEDAS que conhecemos, hoje, a EFÍGIE de PERSONALIDADES que viveram há muitos SÉCULOS.
    
     Provavelmente, a primeira FIGURA HISTÓRICA a ter sua EFÍGIE registrada numa MOEDA foi ALEXANDRE, o Grande, da MACEDÔNIA, por volta do ano 330 a.C.
    
     No princípio, as peças eram fabricadas por Processos Manuais muito rudimentares e tinham seus bordos irregulares, não sendo, como hoje, peças absolutamente iguais umas às outras.




OURO, PRATA e COBRE.




     Os primeiros METAIS utilizados na CUNHAGEM de MOEDAS foram o OURO e a PRATA. O emprego destes METAIS se impôs, não só pela sua raridade, beleza, imunidade à corrosão e valor econômico, mas também por Antigos Costumes Religiosos.
    
     Nos primórdios da civilização, os Sacerdotes da BABILÔNIA, estudiosos de astronomia, ensinavam ao povo a existência de estreita ligação entre o OURO e o SOL, a PRATA e a LUA.
    
     Isto levou à crença no poder mágico destes METAIS e no dos objetos com eles confeccionados.  
    
     A CUNHAGEM de MOEDAS em OURO e PRATA se manteve durante muitos SÉCULOS, sendo as peças garantidas por seu valor intrínseco, isto é, pelo Valor Comercial do METAL utilizado na sua confecção.
    
     Assim, uma MOEDA na qual haviam sido utilizados vinte gramas de OURO, era trocada por MERCADORIAS neste mesmo valor.
    
     Durante muitos Séculos os Países CUNHARAM em OURO suas MOEDAS de maior valor, reservando a PRATA e o COBRE para os Valores Menores.
    
     Estes sistemas se mantiveram até ao Final do Século Passado, quando o CUPRONÍQUEL e, posteriormente, outras LIGAS METÁLICAS passaram a ser muito empregados, passando a MOEDA a circular pelo seu valor extrínseco, isto é, pelo valor gravado em sua face, não dependendo do METAL nela contido.
    
     Com o advento do PAPEL-MOEDA a CUNHAGEM de MOEDAS METÁLICAS ficou restrita a valores inferiores, necessários para TROCO.
    
     Dentro desta nova função, a durabilidade passou a ser a qualidade mais necessária à MOEDA. Surgem, em grande diversidade, as LIGAS MODERNAS, produzidas para suportar a alta rotatividade do numerário de TROCO.




     “Foto: - Primeiro Bilhete de BANCO, emitido pelo BANCO do BRASIL em 1810”.




PAPEL-MOEDA.



    Na Idade Média, surgiu o costume de se Guardarem os Valores num OURIVES, pessoa que Negociava Objetos de OURO e PRATA.
    
     Este, como garantia, entregava um RECIBO. Com o tempo, esses Recibos passaram a ser utilizados para efetuar pagamentos, circulando de mão em mão e dando origem ao PAPEL-MOEDA.
    
     No Brasil, os primeiros BILHETES de BANCO, precursores das CÉDULAS ATUAIS, foram lançados pelo BANCO do BRASIL, em 1810.
    
     Tinham seu valor preenchido à mão, tal como hoje fazemos com os CHEQUES.
    
     Com o tempo, da mesma forma ocorrida com as MOEDAS, os Governos passaram a conduzir a EMISSÃO de CÉDULAS, controlando as Falsificações e garantindo o poder de PAGAMENTO.
    
     Atualmente quase todos os Países possuem seus BANCOS CENTRAIS, encarregados das EMISSÕES de CÉDULAS e MOEDAS.
    
     A MOEDA de PAPEL evoluiu quanto à técnica utilizada na sua impressão. Hoje a confecção de CÉDULAS utiliza papel especialmente preparado e diversos processos de IMPRESSÃO que se complementam, dando ao produto final grande Margem de SEGURANÇA e Condições de DURABILIDADE.




DINHEIRO e ECONOMIA.




     O DINHEIRO é um dos tópicos de estudo centrais na ECONOMIA e está numa ligação implícita com o campo das FINANÇAS.
    
     A quantidade de DINHEIRO numa dada ECONOMIA diretamente afeta fenômenos como a INFLAÇÃO e a TAXA de JUROS.
    
     Uma CRISE MONETÁRIA pode ter efeitos significativos, particularmente se ela levar a uma Falência Generalizada tal que resulte na Adoção de Economia de Trocas.
    
     A Economia Moderna também enfrenta a dificuldade em decidir o que exatamente o DINHEIRO é. (veja Suprimento de DINHEIRO).




CARACTERÍSTICAS ESSENCIAIS do DINHEIRO.



     O DINHEIRO tem as seguintes características:



     01 - Deve ser um Meio de Troca.


     02 - Deve ser uma UNIDADE CONTÁBIL.


     03 - Deve servir para ACUMULAR VALORES.


     04 - Deve ser uma Medida Geral de Valor, permitindo Calcular Preços de todos os tipos de ítens.




MEIO de TROCA.




      “Foto: - Fotografia de várias MOEDAS.”



     Quando um objeto tem seu principal uso como intermediário de Trocas - recorre-se a ele para Trocar coisas diferentes - tem essa propriedade.
    
     Esta característica permite ao DINHEIRO ser usada como Padrão de Trocas Adiadas, uma ferramenta para SALDAR DÉBITOS.




UNIDADE CONTÁBIL.




     Quando o valor de um BEM é frequentemente usado para comparar ou medir o valor de outros BENS, ou quando o valor é utilizado para especificar DÉBITOS, então esse BEM funciona como UNIDADE CONTÁBIL.
      
     Um DÉBITO ou uma DÍVIDA não podem servir como UNIDADE CONTÁBIL porque seu valor é especificado em comparação com alguma REFERÊNCIA VALORATIVA EXTERNA, ou com alguma outra UNIDADE CONTÁBIL determinada.




ACUMULAR VALORES.




     “Foto: - ANTIGO DENÁRIO ROMANO”.



     Quando um objeto é adquirido primariamente para Acumular Valores a serem utilizados em Negócios Futuros, então está servindo para Acumular Valores.
    
     Por exemplo, uma Marcenaria pode manter um Inventário de Madeira que possui um Valor de Mercado.
    
     Da mesma forma pode manter DINHEIRO em Caixa que tem também Valor de Mercado.
    
     Ambos representam uma Reserva de Valores porque podem ser convertidos em outros BENS no futuro. A maioria dos BENS não-perecíveis tem essa característica.
    
     Muitos BENS ou símbolos possuem as três características enumeradas acima, porém apenas o DINHEIRO possui as três juntas.
    
     Além disso, para funcionar bem numa economia o DINHEIRO deve ter as seguintes características adicionais:



     01 - Ter Valor Estável.


     02 - Ser de Difícil Falsificação.


     03 - Ser facilmente Repartível e Transportável.


     04 - Devem ter um Valor Padronizado e Reprodutível (duas representações de DINHEIRO devem ser idênticas, caso refiram-se ao mesmo valor).




FORMAS MODERNAS de DINHEIRO.




     Quando utilizado anonimamente, o método mais comum de uso do DINHEIRO é através de CÉDULAS BANCÁRIAS ou MOEDAS, ou ainda CARTÕES com Valor Pré-Pago.
    
     Há também o uso do DINHEIRO com Registro Financeiro, também chamado de CONTA CORRENTE (ou também CONTA BANCÁRIA).
    
     Nesse caso, os métodos mais comuns são os CHEQUES, CARTÕES de CRÉDITO e de DÉBITO, e DINHEIRO DIGITAL.




CULTURA.



     “DINHEIRO compra tudo, até amor verdadeiro!”

    

     Observação do escriba: - Não sei quem colocou essa frase idiota no texto. “Amor, Verdadeiro ou não, não se compra. Se Conquista”.

    

     O DINHEIRO influencia a ARTE de diversas formas. Na MÚSICA, podem-se destacar alguns exemplos:



     01 - Mim Quer Tocar pela banda Ultraje a Rigor.

     02 - 1406 pela banda Mamonas Assassinas.

     03 - Money pela banda Pink Floyd.

     04 - Money, Money, Money pela banda ABBA.

     05 - Money por Michael Jackson.

     06 - Money (That's What I Want) canção de Barrett Strong.




PERSPECTIVA PSICOLÓGICA.




     “Foto: - O DINHEIRO é um grande símbolo de PODER”.




     O DINHEIRO foi considerado durante muito tempo como de domínio exclusivo da ECONOMIA.  
    
     Para Furnham e Argyle, o tema DINHEIRO pertencia tradicionalmente aos ECONOMISTAS o que manteve os PSICÓLOGOS afastados.
    
     No entanto a Conjuntura Econômica Mundial despertou o interesse da PSICOLOGIA por esse tema. Iniciaram-se estudos para uma clara definição do DINHEIRO.
    
     Segundo Snelders, trata-se de um conceito polimorfo, ou seja, não há uma clara definição. As definições são criadas a partir de experiências individuais nomeadas com base em famílias de semelhanças.
    
     Essas famílias de semelhanças possuem algumas propriedades já estabelecidas, que são:


    
     01 - Tipicidade: - As pessoas conseguem classificar a categoria conforme a tipicidade e há uma concordância subjetiva clara quanto a essas classificações.

     02 - Intensidade: - Quanto mais típico algo é de uma determinada categoria, mais as pessoas concordam que ela pertence àquela categoria.


     03 - Similaridades: - Quanto mais similares as instâncias de uma categoria, maior será a concordância quanto à categoria que pertence.




INSTRUMENTOS de MENSURAÇÃO do SIGNIFICADO do DINHEIRO.




DIFERENCIAL SEMÂNTICO MODIFICADO. (DSM).




     Wernimont e Fitzpatrick (1972) reportaram o primeiro instrumento para mensurar o significado do DINHEIRO, criado a partir do pressuposto adotado pelos autores, de que o significado do DINHEIRO seria construído pelos indivíduos com base em diferentes histórias de aprendizagem.
    
     A escala no formato de Diferencial Semântico Modificado (DSM) foi constituída por 40 pares de adjetivos atribuídos ao DINHEIRO. Sendo constituída por cinco componentes como:


    
     01 - Fracasso e Vergonha.

     02 - Aceitabilidade Social.

     03 - Atitude Ora-Ora (o DINHEIRO foi analisado como algo sem importância).

     04 - Pecado Moral (princípios morais).

     05 - Segurança Confortável (significado positivo atribuído ao DINHEIRO).




ESCALA de ATITUDES QUANTO ao DINHEIRO. (MAS).



     Yamauchi e Templer (1982) desenvolveram uma Escala de Atitudes Quanto ao DINHEIRO tendo como base teórica a literatura clínica psicanalítica. Baseando-se nos três domínios psicológicos do DINHEIRO, que representariam as três fases de desenvolvimento propostas por FREUD: - Oral, anal e fálica.

    
     Foram representados pelos domínios:


     01 - Segurança, relacionado a conceitos como: - Otimismo, conforto. E seu reverso: - Pessimismo, insegurança e insatisfação.


     02 - Retenção: - Parcimônia, avareza e personalidade obsessiva.


     03 - Poder-prestígio, composto por status, importância, superioridade e aquisição.

    
     Foram gerados 62 ítens que refletiam os três domínios citados.





ESCALA ÉTICA do DINHEIRO. (EAD).




     Tang (1992) utilizou a hierarquia das necessidades de Maslow e as Escalas de Wernimont e Fitzpatrick, Yamauchi e Templer e Furnham para criar a Escala Ética do DINHEIRO.
    
     Essa escala procurava mensurar as atitudes quanto ao DINHEIRO em ambientes organizacionais e averiguar a relação das atitudes quanto ao DINHEIRO com variáveis relacionadas ao trabalho.
    
     Foram formulados cinqüenta ítens com uma Escala Likert de sete pontos.




ESCALA de SIGNIFICADO do DINHEIRO. (ESD).




     Moreira (2000) criou um instrumento para mensuração do significado do DINHEIRO, que apresentasse características mais confiáveis.

    
     Contemplando as seguintes dimensões:


     01 - Positivas: - Desenvolvimento sociocultural, prestígio, utilitarismo, estabilidade e prazer.

    
     02 - Negativas: - Desigualdade social, dominação, conflito e preocupação.




VER TAMBÉM.




BANCO CENTRAL.

Criação Monetária.

Dinheiro de Emergência.

Economia.

Economia Solidária.

Educação Financeira.

Moeda.

Moeda Privada.

Nota.

Notafilia.

Numismática.

Sistema Bancário Livre.

Sistema Financeiro.

Teoria de Jacques Attali sobre a Atitude Perante o DINHEIRO ao Longo da História.





CINCO REFERÊNCIAS LOGO ABAIXO.


    
     01 - «Origem e Evolução do DINHEIRO». Banco Central do Brasil. Consultado em 17 de janeiro de 2012.


     02 - «História do DINHEIRO». Canal Kids. Consultado em 17 de janeiro de 2012.



     03 - «Origem do DINHEIRO». Casa da Moeda do Brasil. Consultado em 17 de janeiro de 2012.


    
     04 - Bower, Bruce (30 de julho de 2018). «Money's mysterious, complicated origin story». Science News (em inglês). Gusmán, 2000.


     05 - Varieties of money: Experts' and non-experts' typicality judgments, (1996) Journal of Economic Psychology, 17 (3), páginas 403-413.



  
UMA BIBLIOGRAFIA LOGO ABAIXO.



     01 - Barracho, Carlos. Lições de Psicologia Econômica. Instituto Piaget. Lisboa. 2001.




TRÊS LIGAÇÕES EXTERNAS LOGO ABAIXO.


    
     01 - A História do DINHEIRO pelo Banco Central do Brasil.


     02 - Linguistic and Commodity Exchangesby Elmer G. Wiens. Examines the structural differences between barter and monetary commodity exchanges and oral and written linguistic exchanges.


     03 - Pecúnia Libertária, vídeo explicativo sobre a liberdade trazida pela moeda, na Fonft.





CATEGORIAS:






Economia Monetária.

Numismática.



     Esta página foi editada pela última vez às 14h36min de 10 de abril de 2019.




Vale a pena LER de novo.


    
    
     Em 1980, a então útil ONU (hoje quase inútil), a então útil OMS (hoje um cabide de empregos bens remunerados), além de outros Organismos Internacionais, declararam através da IMPRENSA MUNDIAL que a deformante e letal VARÍOLA estava ERRADICADA do Planeta TERRA. A “arma” usada para combater a terrível doença foi apenas uma VACINA!
    
     Em 1980, um País Continental chamado BRASIL, dava um exemplo ao MUNDO, de que, era capaz de ERRADICAR a debilitante POLIOMIELITE usando apenas uma VACINA, exemplo este seguido por outros países da AMÉRICA do SUL, e, depois, um benéfico caminho que foi trilhado por quase todos os Países do MUNDO. Mas...
    
     Em 1980, o Planeta TERRA foi “presenteado” com uma nova e misteriosa enfermidade chamada de SIDA ou AIDS. Após quase quatro décadas não existe uma única VACINA para evitar a enigmática patologia. Estranho ou muito estranho?
    
     Então a luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil) continua, e, a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA, também continua.
    
     Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. BOA leitura, BOA saúde, BONS pensamentos e BOM DIA.
    
     Aracaju, capital do Estado de Sergipe, localizado no BRASIL, um País que combate ferozmente o ainda LÍCITO TABAGISMO e que quer legalizar na tora outras DROGAS ainda ILÍCITAS, inclusive a ESQUIZOFRÊNICA maconha. Não tem TREM na LINHA. Tem é TRAFICANTE “político” nessa estória.







Vale a Pena LER de Novo!



     1ª – Quem mandou ASSASSINAR COVARDEMENTE o Prefeito CELSO DANIEL do PT, em 18 de janeiro de 2002, que na época era o Prefeito de Santo André, cidade do Estado de São Paulo? Quem eram os “políticos” que na época extorquiam os EMPRESÁRIOS dos transportes coletivos naquela cidade?

    
    
    
     2ª – Onde estão os RESTOS MORTAIS da jovem ELIZA SAMÚDIO, que continua desaparecido desde julho de 2010, ASSASSINADA BRUTALMENTE no Estado de Minas Gerais?

    
    
    
     3ª – Quem Pagou e quem continua Pagando, os ADVOGADOS e os MÉDICOS, do ESFAQUEADOR que já confessou o CRIME, o psolista ADÉLIO BISPO de OLIVEIRA, aquele CRIMINOSO COVARDE que tentou ASSASSINAR o então Presidenciável JAIR MESSIAS BOLSONARO no dia 06 de setembro de 2018 lá no Estado de Minas Gerais, mais precisamente na cidade de JUIZ de FORA?

    
    
    
     4ª – Quem MANDOU ASSASSINAR o então Presidenciável JAIR MESSIAS BOLSONARO, no dia 06 de setembro do ano passado (2018) em JUIZ de FORA, uma cidade localizada no Estado de Minas Gerais?


    
    
     5ª – Como está a SEGURANÇA e a SAÚDE FÍSICA e MENTAL do CRIMINOSO ADÉLIO BISPO de OLIVEIRA, que parece que continua preso, e, que parece ser portador de um duvidoso Distúrbio Mental?
                                        

    
    
     6ª – Saibam todos que existem PSIQUIATRAS MERCENÁRIOS e PSIQUIATRAS PSICOPATAS, alguns deles com ligações muito próximas dos PETRALHAS!


    
    
     7ª – A GLOBOLIXO é pior do que a TVESGOTO. Ou seria o oposto? O LIXO da GLOBOLIXO em alguns casos pode ser até reciclável. Mas, reciclar o ESGOTO da TVESGOTO é quase impossível. Mataram um TERRORISTA iraniano e a TVESGOTO elevou o TERRORISTA à categoria de MÁRTIR.


    

     8ª - Enquanto VIVO o TERRORISTA iraniano ASSASSINOU centenas de pessoas inocentes pelo mundo afora. Depois do TERRORISTA morto, ainda assim, ASSASSINOU 50 inocentes iranianos durante o seu ENTERRO. A TVESGOTO é TERRORISTA!    




Aracaju, quarta-feira, 08 de janeiro de 2020.




JORGE MARTINS CARDOSO – Médico – CREMESE nº 573.
        
      
      


     Fontes: (1) – INTERNET. (2) – Google. (3) – Wikipédia. (4) – Outras fontes.

jorge martins
Enviado por jorge martins em 08/01/2020
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.


Comentários


 
Site do Escritor criado por Recanto das Letras