Jorge Martins Cardoso

 

Um eterno aprendiz



Textos

A LIBERDADE... O CONHECIMENTO... A VIDA... "A Magnífica História do 'Magnânimo' IMPERADOR Dom Pedro II do BRASIL". - (1ª parte de três).





A LIBERDADE... O CONHECIMENTO... A VIDA... “A Magnífica História do ‘Magnânimo’ IMPERADOR Dom PEDRO II do BRASIL!” – (1ª parte de três).




O IMPERADOR Dom PEDRO II do BRASIL.



     Origem: - Wikipédia, a enciclopédia livre.




DADOS PESSOAIS.
    


REINADO – 07 de abril de 1831 até 15 de novembro de 1889.

COROAÇÃO – 18 de julho de 1941.

Antecessor – O IMPERADOR Dom Pedro I do BRASIL (Pai de Dom Pedro II).

Sucessor - (A MONARQUIA foi Abolida).

REGENTES – Ver Lista.

Esposa – Teresa Cristina das Duas Sicílias (IMPERATRIZ).

Descendência – Afonso Pedro (Príncipe Imperial), Isabel (Princesa Imperial), Leopoldina do BRASIL e Pedro Afonso (Príncipe Imperial).

CASA – Bragança.

NOME COMPLETO - Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga.

Data do Nascimento – 02 de dezembro de 1825.

Local de Nascimento – Paço de São Cristóvão, Rio de Janeiro – RJ (Sede do IMPÉRIO do BRASIL).

Data do Falecimento – 05 de dezembro de 1891 (66 anos), Hotel Bedford, Paris, França.

Local do Sepultamento Definitivo – Catedral de São Pedro de Alcântara, Petrópolis, Brasil, em 05 de dezembro de 1921.

PAI – IMPERADOR Dom Pedro I do Brasil.

MÃE – Maria Leopoldina da Áustria.

Religião – Catolicismo.




     O Menino PEDRO de ALCÂNTARA (Rio de Janeiro, 02 de dezembro de 1825 – Paris, 05 de dezembro de 1891 – 66 anos), alcunhado “O MAGNÂNIMO”, foi o Segundo e Último IMPERADOR do IMPÉRIO do BRASIL durante 58 anos, de 07 de abril de1831 até sua deposição em 15 de novembro de1889.
    
     O nome completo de Pedro II – Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga. (15 “nomes”). A sua religião era a Católica. Não era Maçom. Não cursou o Nível Superior.    
    
     Nascido no Rio de Janeiro, foi o filho mais novo do IMPERADOR PEDRO I (Português de Nascimento) e da IMPERATRIZ Dona Maria Leopoldina da Áustria (Austríaca de Nascimento) e, portanto, membro do ramo brasileiro da Casa de Bragança.  
    
     A abdicação do pai (Dom Pedro I) e sua viagem para a Europa tornaram Pedro II (o filho) IMPERADOR com apenas cinco anos de idade.
    
     Passou a maior parte de sua infância e adolescência ESTUDANDO em preparação para IMPERAR.
    
     Suas experiências com INTRIGAS PALACIANAS e disputas POLÍTICAS durante este período tiveram grande impacto na formação de seu CARÁTER.
    
     Herdando um IMPÉRIO no Limiar da Desintegração, Pedro II consolidou a unificação do BRASIL.
    
     Sob seu governo, o país também foi vitorioso em três conflitos internacionais (a Guerra do Prata, a Guerra do Uruguai e a Guerra do Paraguai), assim como prevaleceu em outras disputas internacionais e tensões domésticas.
    
     Um ERUDITO, o IMPERADOR estabeleceu uma reputação como um vigoroso Patrocinador do CONHECIMENTO, da CULTURA e das CIÊNCIAS.
    
     Ganhou o respeito e a admiração de estudiosos como o INVENTOR Escocês Graham Bell, o CIENTISTA Inglês Charles Darwin, o ESCRITOR Francês Victor Hugo e o FILÓSOFO Prussiano Friedrich Nietzsche, e foi amigo do MAESTRO Alemão Richard Wagner, do QUÍMICO Francês Louis Pasteur, do MÉDICO Francês Jean-Martin Charcot, e do POETA Estadunidense Henry Wadsworth Longfellow, dentre outros.
    
     O IMPÉRIO do BRASIL foi dissolvido em 15 de novembro de 1889, por meio de um “Golpe de Estado”. Daí surgiu a REPÚBLICA.
    



Observações do escriba:



     1ª - Foi o ESCRIBA quem colocou GOLPE de ESTADO entre aspas. Quando se fala em Golpe de Estado o que vem à mente da maioria das pessoas é a participação ativa dos MILITARES. A presença de MILITARES é logo associada à armas, à guerras, à grosseria, à mortes e à violência. Ledo engano. A MAIORIA dos MILITARES são cidadãos civilizados, disciplinados e bem educados. Naturalmente existem exceções. Existem bons e maus profissionais CIVIS ou MILITARES, em todas as profissões e em todos os níveis de CONHECIMENTO.    


    
     2ª – A maioria dos chamados “GOLPES de ESTADO”, são friamente e minuciosa elaborados por poderosos grupos de CIVIS, com destaque para os Banqueiros, os Proprietários Rurais (Latifundiários), os Industriais, os Ricos Comerciantes, os Religiosos e até mesmo Sociedades Secretas, com o aval da IMPRENSA, cujos DONOS, sócios e colaboradores (a maioria advogados e jornalistas), na sua imensa maioria são CIVIS. Ou não?  


    
     3ª – Dizem que, sem Liberdade de Imprensa não existe DEMOCRACIA. Aqui fala-se em Liberdade de Comunicação, Liberdade de Expressão, Liberdade de Opinião, ou seja, Liberdade de ouvir, Liberdade de olhar, Liberdade de falar, Liberdade de escrever, Liberdade de gesticular, Liberdade de desenhar, Liberdade de ir e vir, etc.


    
     4ª – Mas, qual é a DEMOCRACIA mais IMPORTANTE? É a DEMOCRACIA citada logo no início da 3ª e da presente observação. Correto?



     5ª - Mas, com tanta Liberdade mencionada acima qual a MELHOR das Liberdades? Todas, podemos afirmar. Mas, entre todas as MELHORES Liberdades qual a Liberdade mais IMPORTANTE. É a LIBERDADE de PENSAR! Ou não? MELHOR é diferente de IMPORTANTE. Correto?  


    
     6ª – Alguém pode contestar e dizer: - A Liberdade mais importante é a Liberdade de FALAR. Tenho direito à contradita: - FALAR até papagaio FALA... Ou não?    


    
     7ª – Todos os chamados “Golpes de Estado” são Golpes CIVIS-MILITARES. Absolutamente todos. Só que, quem acende o estopim são os CIVIS. Acendido o estopim pelos CIVIS, então aparecem as baionetas e os canhões dos MILITARES. Aí podem surgir coisas imprevisíveis... A longa história da humanidade confirma o que acabamos de escrever. Ponto final!

    


    
    
     O IMPERADOR Dom Pedro II NÃO PERMITIU nenhuma medida CONTRA sua DEPOSIÇÃO e não apoiou qualquer tentativa de Restauração da MONARQUIA, passando os seus últimos dois anos de vida no exílio na Europa.
    
     Algumas DÉCADAS APÓS sua morte seus Restos Mortais foram transladados para o BRASIL como os de um HERÓI NACIONAL.





PRIMEIROS ANOS.



     Ver artigo principal: - Infância e Juventude de Pedro II do Brasil.




NASCIMENTO.



     “Foto: - Pedro II aos 10 meses de idade, 1826”.



     Pedro de Alcântara nasceu às 2h30 da manhã do dia 02 de dezembro de 1825 no Paço de São Cristóvão, na Cidade do Rio de Janeiro, BRASIL. Portanto ele era FLUMINENSE “da gema”, ou seja, ele era CARIOCA.
    
     Batizado em homenagem a São Pedro de Alcântara, seu nome completo era Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga (15 “nomes”). É bom repetir. Aprendizagem é repetição! Nome comprido da gota.
    
     Pelo seu PAI, o IMPERADOR Dom Pedro I (nascido em Portugal), era membro do ramo brasileiro da Casa de Bragança e seu nome era precedido pelo Honorífico "Dom" ("Senhor" ou "Lorde") desde o nascimento.
    
     Foi NETO do REI Português João VI e sobrinho de Miguel I. Sua MÃE foi a ARQUIDUQUESA Maria Leopoldina da Áustria (nascida na Áustria), filha de Francisco II, último MONARCA do Sacro Império Romano-Germânico.
    
     Por sua MÃE, Pedro II era sobrinho de Napoleão Bonaparte e primo dos IMPERADORES Francisco José I da Áustria e Maximiliano do México.
    
     ÚNICO FILHO LEGÍTIMO do SEXO MASCULINO do IMPERADOR Dom Pedro I do BRASIL a sobreviver à infância, foi oficialmente reconhecido como Herdeiro do Trono Brasileiro com o título de PRÍNCIPE IMPERIAL a 06 de agosto de 1826.
    
     A IMPERATRIZ Leopoldina morreu a 11 de dezembro de 1826, poucos dias após dar à luz um menino NATIMORTO, quando Pedro II tinha um ano de idade.
    
     Pedro de Alcântara não guardou recordações de sua mãe, a não ser pelo que depois lhe foi contado.
    
     A influência e lembrança de seu pai também se apagaram com o tempo, e não guardou fortes imagens de Dom Pedro I, mas apenas poucas e vagas lembranças.
    
     Dois anos e meio após a morte da IMPERATRIZ Leopoldina, o IMPERADOR Dom Pedro I casou-se com Amélia de Leuchtenberg.
    
     O PRÍNCIPE Pedro passou pouco tempo com sua madrasta. No entanto, criaram um relacionamento afetuoso e mantiveram contato até a morte dela em 1873.
    
     O IMPERADOR Dom Pedro I do BRASIL ABDICOU em 07 de abril de 1831, após um longo conflito com a Facção Liberal (que por sua vez iria mais tarde dividir-se nos dois PARTIDOS dominantes na MONARQUIA, o CONSERVADOR e o LIBERAL) dominante no PARLAMENTO.
    

    


Observações do escriba:




     1ª – Uma Facção Liberal (quem sabe um Partido Político?) se divide em dois Partidos Políticos, que, aparentemente, são contrários entre si. Qual o quê? Dois partidos dissimulados para combater o IMPERADOR Dom Pedro I do BRASIL. Este polêmico filme estamos vendo na atualidade no BRASIL. Não é mesmo PSDB, PT e puxadinhos?    
    


     2ª - Durante o BRASIL IMPERIAL existiam quatro Poderes: - 1º - O Poder MODERADOR (representado pelo IMPERADOR). 2º - O Poder LEGISLATIVO (representado pelo PARLAMENTO com dois Partidos Políticos – O Partido Liberal e o Partido Conservador). 3º - O Poder EXECUTIVO (representado pelo Gabinete Ministerial, cujo Presidente era uma espécie de PRIMEIRO-MINISTRO), e, o Poder JUDICIÁRIO (representado pelo SUPREMO TRIBUNAL de JUSTIÇA).  


      
     3ª – Durante o BRASIL IMPERIAL, o Regime Político era uma MONARQUIA PARLAMENTAR REPRESENTATIVA.  


    
     4ª – O IMPERADOR Dom PEDRO II do Brasil era o CHEFE de ESTADO do BRASIL, porém, não era o CHEFE de GOVERNO do BRASIL. Como costumam dizer em relação à RAINHA da INGLATERRA (reina, mas não governa), Dom Pedro II Reinava o BRASIL, mas, não Governava o BRASIL.

    


    
     O Português e IMPERADOR Dom Pedro I do BRASIL e a Italiana Amélia de Leuchtenberg (conhecida como Maria Amélia do BRASIL – de religião católica) partiram imediatamente para a Europa, onde o IMPERADOR Dom Pedro I iria lutar para restaurar sua filha Maria II, cujo trono em Portugal fora usurpado por seu irmão Miguel I.
    
     Deixado para trás, o PRÍNCIPE IMPERIAL Pedro de Alcântara tornou-se "Dom Pedro II, Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil".





EDUCAÇÃO.




     “Foto: - O IMPERADOR Dom PEDRO II aos 12 anos de idade vestindo o Uniforme Imperial de Gala, 1838, - por PINTOR Francês Félix Émile Taunay, no Museu Imperial”.



    
     Ao deixar o país, o IMPERADOR Dom PEDRO I selecionou três pessoas para cuidarem de seu filho e das filhas remanescentes.
    
     A primeira foi o ADVOGADO Paulista José Bonifácio de Andrada e Silva (formado na Universidade de Coimbra, em 1788, também estadista) seu amigo e líder influente da INDEPENDÊNCIA BRASILEIRA, nomeado TUTOR.
    
     A segunda foi a CAMAREIRA-MOR Portuguesa Mariana Carlota de Verna Magalhães Coutinho – de religião católica, (depois CONDESSA de BELMONTE), que detinha o cargo de aia desde o nascimento de Pedro II.
    
     Quando bebê, Pedro II a chamava de "dadama", pois não pronunciava corretamente a palavra "dama".
    
     Considerava-a sua mãe de criação, e continuaria a chamá-la por afeto de "dadama" mesmo já adulto.
    
     A terceira pessoa escolhida foi RAFAEL, um Veterano Negro da Guerra da Cisplatina.
    
     RAFAEL era um empregado do Paço em quem Dom Pedro I possuía profunda confiança, e pediu que olhasse por seu filho - pedido que levaria a   termo pelo resto de sua vida.
    

    
     Observação do escriba: - O Negro Rafael era conhecido por Rafael do Sul, “O Anjo Negro de Pedro II” ou “O Negro da Quinta Imperial”, este último epíteto, consta no livro escrito por Múcio Teixeira. Ele morreu subitamente com 98 anos de idade, no dia 16 de novembro de 1889, quando soube da deposição de Dom Pedro II.



    
     José Bonifácio de Andrada e Silva foi destituído de sua posição em dezembro de 1833 e substituído por outro TUTOR.
    
     Pedro II passava os dias ESTUDANDO, com apenas duas horas livres para recreação.
    
     Acordava às 6h30 da manhã e começava seus ESTUDOS as sete, continuando até as dez da noite, quando ia para a cama.
    
     Tomou-se grande cuidado em sua EDUCAÇÃO para formar valores e personalidade diferente da IMPULSIVIDADE e IRRESPONSABILIDADE demonstradas por seu PAI. Observação do escriba: - Dom Pedro I era muito mulherengo. Dom Pedro II era menos mulherengo e bem mais discreto, segundo historiadores e historiadoras.
    
     Sua paixão pela LEITURA lhe permitiu assimilar qualquer informação. Pedro II não era um gênio, mas, inteligente e com grande capacidade para acumular conhecimentos facilmente.
    
     O Imperador teve uma infância solitária e infeliz. A perda súbita de seus pais o assombraria por toda a vida. Ele teve poucos amigos de sua idade e o contato com suas irmãs era limitado.
    
     O ambiente em que foi criado o tornou tímido e carente, enxergando nos LIVROS refúgio e fuga do mundo real.





COROAÇÃO ANTECIPADA.



     Mais informações: - Declaração da Maioridade.





     “Foto: - A Coroação de Pedro II aos 15 anos de idade em 18 de julho de 1841 por PINTOR Gaúcho Manuel de Araújo Porto-Alegre (também caricaturista e escritor), no Museu Histórico Nacional”.



    
     A elevação de Pedro II ao Trono Imperial em 1831 levou a um período de crises, o mais conturbado da História do Brasil.
    
     Uma REGÊNCIA foi criada para Governar em seu lugar até que atingisse a maioridade.
    
     Disputas entre Facções Políticas resultaram em diversas rebeliões e levaram a uma situação instável, quase ANÁRQUICA, sob os REGENTES.
    
     A possibilidade de diminuir a idade em que o Jovem Imperador seria considerado maior de idade, ao invés de esperar até que completasse 18 anos de idade em 02 de dezembro de 1843, era levada em consideração desde 1835.
    
     A ideia era apoiada, de certa forma, pelos Dois Principais Partidos Políticos.
    
     Acreditava-se que aqueles que o auxiliassem a tomar as rédeas do poder estariam em posição para manipular o jovem inexperiente.
    
     Aqueles políticos que haviam surgido na década de 1830 haviam se tornado familiares aos perigos de governar.
    
     De acordo com o HISTORIADOR Estadunidense Roderick J. Barman, "eles haviam perdido toda a fé em sua habilidade para governar o país por si só. Eles aceitaram Pedro II como uma Figura de Autoridade cuja presença era indispensável à sobrevivência do PAÍS."
    
     O povo brasileiro também apoiava a diminuição da maioridade, e consideravam Pedro II "o Símbolo Vivo da União da Pátria". Esta posição "deu a ele, aos olhos do público, uma autoridade maior do que a de qualquer REGENTE."
    
     Aqueles que defendiam a imediata declaração de maioridade de Pedro II passaram uma MOÇÃO requisitando ao Jovem Imperador que assumisse poderes plenos.
    
     Uma delegação foi enviada a São Cristóvão para perguntar se Pedro II aceitaria ou rejeitaria a declaração antecipada de sua maioridade.
    
     Ele respondeu timidamente que "sim" quando perguntado se desejaria que a maioridade fosse diminuída, e "já" quando indagado se desejaria que viesse a ter efeito naquele momento ou preferiria esperar até o seu aniversário em dezembro.
    
     No dia seguinte, em 23 de julho de 1840, a Assembleia Geral (o PARLAMENTO BRASILEIRO) declarou formalmente Pedro II maior aos 14 anos de idade.  
    
     Lá, à tarde, o Jovem Imperador prestou o Juramento de Ascensão. Foi ACLAMADO, COROADO e CONSAGRADO em 18 de julho de 1841.





CONSOLIDAÇÃO.



CASAMENTO.



    
     “Foto: - Princesa Teresa Cristina (Italiana), esposa de Pedro II, aos 24 anos de idade, 1846, por PINTOR Alemão Johann Moritz Rugendas”.



    
     O fim da REGÊNCIA FACCIOSA estabilizou o governo. Com um Legítimo Monarca no Trono, a autoridade foi revestida numa única e clara voz.  
    
     Dom Pedro II percebia o seu papel como o de um árbitro, mantendo seus conceitos pessoais de lado para não afetarem o seu dever de desemaranhar disputas Políticas Partidárias.
    
     O Jovem Monarca era dedicado, realizando inspeções diárias pessoais e visitas a Repartições Públicas.
    
     Seus Súditos eram impressionados com a sua aparente autoconfiança, apesar de que sua timidez e falta de desenvoltura serem vistas como defeitos.
    
     Seu jeito reservado de falar apenas uma ou duas palavras a cada vez tornavam conversações diretas extremamente difíceis.
    
     Sua natureza taciturna era manifestação de uma prevenção quanto a relações próximas que tinha origem nas experiências de Abandono, Intriga e Traição que vivenciou na Infância.
    
     Por trás das cenas, um grupo de Servos Palacianos de Alto Nível e Notáveis Políticos tornaram-se conhecido como "Facção Áulica" (e também "Clube da Joana") por estabelecerem influência sobre o Jovem Imperador - e alguns eram de fato próximos como a Portuguesa Mariana Carlota de Verna.
    
     Pedro II foi usado com maestria pelos Áulicos para eliminar seus inimigos (reais ou imaginários) através da remoção de seus rivais.
    
     Acesso à pessoa do MONARCA por Políticos Rivais e as informações que este recebia eram cuidadosamente controladas.
    
     Uma rodada contínua de negócios de governos, estudos, eventos e aparições pessoais, utilizadas como distrações, mantiveram o imperador ocupado, isolando-o efetivamente e impedindo-o de perceber a extensão do Quanto Estava Sendo Explorado.
    
     Preocupados com a taciturnidade e imaturidade do IMPERADOR, os ÁULICOS acreditavam que um casamento poderia melhorar o seu comportamento e sua personalidade.
    
     O governo do Reino das Duas Sicílias ofereceu a mão da Princesa Italiana Teresa Cristina. Um RETRATO foi enviado e este revelava uma jovem e bela mulher, o que levou Pedro II a aceitar a proposta.
    
     Eles foram Casados por Procuração em Nápoles em 30 de maio de 1843, data informada por estudiosos, apesar de haver registros de ter ocorrido em 20 de maio de 1842, em Medalha Comemorativa.
    
     A nova IMPERATRIZ do Brasil desembarcou no Rio de Janeiro em 03 de setembro.
    
     Ao vê-la pessoalmente o IMPERADOR aparentou estar claramente decepcionado.
    
     A PINTURA que havia recebido era claramente uma idealização. A Teresa Cristina real era baixa, um pouco acima do peso, COXA e apesar de não ser feia, também não era bonita.
    
     Ele fez pouco para esconder sua desilusão. Um observador afirmou que ele deu as costas a Teresa Cristina, outro disse que ele estava tão chocado que precisou sentar, e é possível que ambos tenham ocorrido.
    
     Naquela noite Pedro II chorou e reclamou para Mariana de Verna: - "Eles me enganaram, Dadama!"  
    

    
    
     Observação do escriba: - Não sei se foi um Retrato ou se foi uma Pintura. Tenha sido um Retratista ou um Pintor, foi um grande espertalhão. Ou seja, um fio de puto enganando um jovem.



    
     Foram necessárias horas para convencê-lo de que o dever exigia que ele seguisse em frente com o Matrimônio.
    
     Uma Celebração Nupcial, com a ratificação dos votos tomados por Procuração e o conferimento de uma Benção Nupcial, ocorreu no dia seguinte, 04 de setembro.





ESTABELECIMENTO da AUTORIDADE IMPERIAL.



     “Foto: - Pedro II, aos 20 anos de idade, 1846, por PINTOR Alemão Johann Moritz Rugendas”.



     Por volta de 1846 Pedro II já havia amadurecido fisicamente e mentalmente. Ele não era mais o jovem inseguro de 14 anos idade que se permitia levar por boatos, por sugestões de complôs secretos, e outras táticas manipuladoras.
    
     Ele cresceu num homem, que com dois metros de altura, olhos azuis e cabelos loiros, era descrito como belo.
    
     Com seu crescimento, suas fraquezas desapareceram e suas qualidades de CARÁTER vieram à tona.
    
     Ele aprendeu não só a ser IMPARCIAL e dedicado, mas também cortês, paciente e sensato. À medida que ele começou a exercer por completo sua autoridade, suas novas habilidades sociais e dedicação ao governo contribuíram grandemente para a eficiência de sua imagem pública.
    
     O HISTORIADOR Estadunidense Roderick J. Barman o descreveu: - "Ele mantinha suas emoções sob disciplina férrea. Ele nunca era rude e nunca perdia a cabeça. Ele era excepcionalmente discreto com as palavras e cauteloso na forma de agir."
    
     No fim de 1845 e no início de 1846 o IMPERADOR realizou uma viagem pelas províncias mais ao sul do Brasil, passando por São Paulo (do qual o atual Paraná então fazia parte), Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
    
     Ele ficou surpreso pela recepção entusiástica e calorosa que recebeu em todas as províncias.
    
     Este sucesso o encorajou, pela primeira vez na vida, a agir de forma confiante por iniciativa e juízos próprios.
    
     Mais importante: - Este período viu o fim da Facção Áulica. Pedro II eliminou com sucesso toda e qualquer influência que os Áulicos detinham ao removê-los de seu círculo íntimo ao mesmo tempo em que evitava uma perturbação pública.



     “Foto: - Pedro II por volta dos 22 anos de idade, c. 1848. Esta é uma cópia posterior de um daguerreótipo (a-1) presumivelmente perdido. É a fotografia sobrevivente mais antiga do imperador”. (a-1) – Daguerreótipo – Primeiro processo fotográfico inventado em 1839.



    
    
     Pedro II enfrentou três graves crises entre 1848 e 1852. O primeiro teste veio como a CONFRONTAÇÃO ao TRÁFICO ILEGAL de ESCRAVOS provenientes do continente africano.
    
     Este havia sido legalmente extinto como parte de um TRATADO com a GRÃ-BRETANHA.
    
     O tráfico permaneceu inalterado, no entanto, o PARLAMENTO BRITÂNICO promulgou o Bill Aberdeen em 1845, autorizando Navios de Guerra Britânicos a abordarem Navios de Carga Brasileiros e apreender os que Estivessem Envolvidos no Tráfico.
    
     Enquanto o Brasil se encontrava preso a este problema, a Revolta Praieira eclodiu em 06 de novembro de 1848.
    
     Tratou-se de um conflito entre Facções Políticas Locais na Província de Pernambuco, e foi suprimida em março de 1849.
    
     A LEI do ADVOGADO Africano EUSÉBIO de QUEIRÓS (Angola -1812 – Rio de Janeiro – 1868, foi Ministro da Justiça e Ministro do Supremo Tribunal de Justiça – STJ, hoje STF) foi promulgada em 04 de setembro de 1850, provendo ao Governo Brasileiro autoridade ampla para Combater o Tráfico Ilegal de Escravos.
    
     Com esta nova ferramenta, o Brasil passou a eliminar a importação de escravos.
    
     Por volta de 1852 esta primeira crise estava eliminada, com a Grã-Bretanha reconhecendo que o tráfico havia sido suprimido.
    
     A terceira crise envolveu um conflito com a Confederação Argentina relacionado a ascendência sobre os territórios ao redor do Rio da Prata e da livre navegação de seus afluentes.
    
     Desde a década de 1830 que o MILITAR Argentino Juan Manuel de Rosas (também político e considerado um ditador pela maioria dos historiadores) apoiava rebeliões dentro do Uruguai e do Brasil. Basta usar farda já é um ditador. Há controvérsias. É mole ou querem mais!
    
     Somente em 1850 é que foi possível ao Brasil reagir à ameaça que representava o ARGENTINO Juan Manuel Rosas.
    
     Uma aliança foi forjada entre o Brasil, Uruguai e províncias rebeldes Argentinas, levando a Guerra do Prata e a consequente queda do Governante Argentino em fevereiro de 1852.
    
     Nas palavras do HISTORIADOR Estadunidense Roderick J. Barman, “uma porção considerável do crédito deve ser assinalada ao IMPERADOR, cuja cabeça fria, tenacidade em seu propósito, e um senso do que era possível se revelaram indispensáveis."
    
     O sucesso do IMPÉRIO em sua atuação nas três crises aumentou consideravelmente a estabilidade e prestígio da nação, e o Brasil emergiu como um poder no hemisfério.
    
     Internacionalmente, os europeus começaram a enxergar o país como personificador de ideais LIBERAIS FAMILIARES, como LIBERDADE de IMPRENSA e RESPEITO CONSTITUCIONAL a LIBERDADES CIVIS.
    
     Sua Monarquia Parlamentarista Representativa se firmava em grave contraste a mistura de Ditaduras e instabilidade endêmica as demais nações da América do Sul durante este período.





CRESCIMENTO.




PEDRO II e a POLÍTICA.




     “Foto: - Pedro II, por volta dos 25 anos de idade, c. 1851”.




     No início da década de 1850, o Brasil gozava de estabilidade interna e de prosperidade econômica.
    
     A nação estava sendo ligada de um ponto a outro através de LINHAS FÉRREAS, TELEGRÁFICAS e de NAVIOS a VAPOR, unindo-a em uma única entidade.
    


    
     Observação do escriba: - Aqui é importante realçar que, além da IMPRENSA ESCRITA (principalmente jornais), agora surgia outro meio de comunicação entre as pessoas no BRASIL: - O TELÉGRAFO. E, ainda, dois meios de transporte importantes: - A constante NAVEGAÇÃO de CABOTAGEM e o crescente número de TRENS (FERROVIAS). Além das carruagens, charretes, cavalos, etc, como meios de transporte.  



    
     Na opinião pública em geral, tanto doméstica quanto externa, esses feitos eram possíveis devido a duas razões: - "Ao seu governo como uma MONARQUIA e pela personalidade de PEDRO II".
    
     O IMPERADOR Dom PEDRO II do BRASIL não era nem uma figura ornamental como os MONARCAS da GRÃ-BRETANHA e nem um AUTOCRATA à maneira dos CZARES RUSSOS.
    
     O IMPERADOR exercia poder através da Cooperação com Políticos Eleitos, Interesses Econômicos e APOIO POPULAR.
    
     Esta interdependência e interação fizeram muito para influenciar a direção do REINADO de Dom PEDRO II.
    
     Os mais notáveis sucessos políticos do IMPERADOR foram alcançados devido à maneira Cooperativa e de não confrontação no qual ele agia quanto à interdependência e interação com interesses diversos e com as Figuras Partidárias nos quais ele tinha que lidar.
    
     Ele era impressionantemente TOLERANTE, raramente se ofendendo com críticas, oposição, ou mesmo incompetência.
    
     Ele era cuidadoso em Nomear somente Candidatos Altamente Qualificados para Posições no Governo, e BUSCAVA COIBIR a CORRUPÇÃO.
    
     Ele não tinha AUTORIDADE CONSTITUCIONAL para forçar a aceitação das suas iniciativas sem o devido apoio, e sua maneira colaboradora quanto a Governar manteve a nação progredindo e permitiu ao Sistema Político funcionar com sucesso.
    
     As incertezas de sua infância e a Exploração Sofrida nas Mãos de Outros Durante a sua Juventude fizeram com que o IMPERADOR se determinasse a manter um controle sobre seu próprio destino.
    
     Em sua visão, para atingir a autodeterminação seria fundamental obter poder necessário e mantê-lo. Ele usava sua ativa e essencial participação no direcionamento do governo como meios de influência.
    
     Sua direção se tornou indispensável, apesar de que nunca resultou em um "Governo de um Homem Só".
    
     O IMPERADOR respeitava as PRERROGATIVAS da LEGISLATURA, mesmo quando os políticos resistiam, postergavam ou frustravam seus objetivos e nomeações.
    
     O Sistema Político Nacional Brasileiro assemelhava-se ao de outras nações PARLAMENTARISTAS.
    
     O IMPERADOR, como Chefe de Estado, pediria a um membro do Partido Conservador ou do Partido Liberal para formar um GABINETE.
    
     O outro partido formaria a Oposição na Legislatura, como contrapeso ao novo governo.
    
     "Em seu manejo dos dois partidos, ele tinha que manter uma reputação de IMPARCIALIDADE, trabalhar de acordo com a VONTADE POPULAR, e evitar qualquer imposição flagrante de sua vontade na cena política."
    
     A presença ativa de Dom PEDRO II na Cena Política era parte importante da estrutura do Governo, que também incluía o GABINETE de MINISTROS, a Câmara dos Deputados e o Senado (os últimos dois formavam a Assembleia Geral ou Parlamento).
    
     A maior parte dos políticos apreciava e apoiava o papel do IMPERADOR. Muitos haviam vivido durante o PERÍODO REGENCIAL, quando a falta de um MONARCA que poderia manter-se acima de interesses mesquinhos e próprios, levou a anos de luta entre Facções Políticas.
    
     Suas experiências com a vida pública criaram neles a convicção de que o IMPERADOR era "indispensável para a paz e a prosperidade permanente do BRASIL."





VIDA DOMÉSTICA.


    
     “Foto: - As crianças remanescentes de Pedro II em 1855: - Princesas Leopoldina e Isabel (sentada)”.



     O casamento de Pedro II e Teresa Cristina não tiveram um bom começo. Com maturidade, paciência, e o nascimento de seu primeiro filho, Afonso, o relacionamento melhorou.
    
     Mais tarde Teresa Cristina teve outros três filhos: - Isabel, em 1846. Leopoldina, em 1847. E por último, Pedro, em 1848.
    
     Contudo, ambos OS MENINOS morreram na INFÂNCIA, o que devastou o IMPERADOR. Além de sofrer como PAI, sua visão do Futuro do IMPÉRIO mudou completamente.
    
     Apesar de sua afeição por suas FILHAS, ele não acreditava que a PRINCESA ISABEL, apesar de sua Herdeira, teria qualquer chance real de prosperar no Trono. Ele acreditava que o seu sucessor precisava ser um HOMEM para que a MONARQUIA fosse VIÁVEL.
    


    
     Observação do escriba: - Se em pleno Século XXI a maioria dos homens tem desconfiança quanto à competência das mulheres em certas atividades (inclusive na política), imaginem no Século XIX. Alguém consegue mensurar?



    
     Ele passou cada vez mais a enxergar o SISTEMA IMPERIAL como inexoravelmente preso a si, e que não sobreviveria a sua morte.
    
     ISABEL e sua irmã LEOPOLDINA receberam uma educação excepcional, apesar de não terem sido preparadas para Governar sobre a Nação.
    
     O IMPERADOR Dom PEDRO II excluía deliberadamente a PRINCESA ISABEL da participação nos Negócios e Decisões de Governo.
    
     Por volta de 1850, Pedro II começou a ter Casos Discretos com outras MULHERES.
    
     A mais famosa e duradoura dessas relações envolveu Luísa Margarida de Barros Portugal, CONDESSA de BARRAL, com quem ele formou uma relação de Amizade Romântica e Íntima, mas Não Adúltera, posteriormente nomeando uma de suas filhas em novembro de 1856. Observação do escriba: - Alguns fofoqueiros e algumas fofoqueiras dizem que a cama “chiava”. As camas eram duras como a gota serena! Será?
    
     Por toda a sua vida, o IMPERADOR manteve a esperança de encontrar a sua alma gêmea, algo que ele sentia ter sido roubado de si ao ser obrigado a Casar por Razões de Estado com Uma Mulher Pela Qual Ele Nunca Teve Paixão.
    
     Isto é apenas um dos exemplos que ilustram a dupla personalidade do IMPERADOR: - Uma que era "Dom Pedro II", que levava com afinco o seu dever no papel de IMPERADOR que o destino havia lhe imposto, e outra que era "Pedro de Alcântara", que considerava o Cargo IMPERIAL um fardo ingrato e que estava mais feliz nos mundos da Literatura e da Ciência.
    
     O IMPERADOR Dom PEDRO II era o que atualmente se considera um Trabalhador Compulsivo, e sua rotina era exigente.
    
     Ele normalmente acordava às sete da manhã e não dormia antes das duas da madrugada do dia seguinte.
    
     Seu dia inteiro era reservado aos Negócios de Estado e o pouco tempo livre disponível era gasto Lendo e Estudando.
    
     O IMPERADOR vestia diariamente uma simples casaca, calça e gravata pretas.
    
     Para ocasiões especiais ele usava o Uniforme de Gala e só aparecia vestido com o Manto Imperial e portando a Coroa e Cetro duas vezes ao ano na abertura e encerramento da ASSEMBLEIA GERAL (PARLAMENTO).
    
     O IMPERADOR Dom PEDRO II obrigava Políticos e Funcionários Públicos a seguirem seus exemplos de padrões exigentes.
    
     O IMPERADOR exigia que os Políticos trabalhassem OITO HORAS POR DIA e adotou uma política exigente de Seleção de Funcionários Públicos baseada na MORALIDADE e MÉRITO.


    
     Observação do escriba: - Que diferença para os políticos atuais. Trabalham 3ª, 4ª e 5ª, têm duas férias por ano, e os gabinetes são repletos de aderentes, parentes, repelentes, cachorros, periquitos, papagaios e papagaias e etc.
    

    
     Para estabelecer o padrão, ele vivia de forma simples. Bailes e Eventos de Corte cessaram após 1852.
    
     Ele também recusou as reiteradas propostas para aumentarem o valor de sua Lista Civil (espécie de salário) (Rs 800:000$000 por ano, ou cerca de $405,000 ou £90,000 em 1840). Desde 1840, quando representava 3% dos gastos públicos, até 1889, quando havia caído para 0,5%.
    
     Ele recusava LUXO, uma vez explicando: - "Também entendo que despesa inútil é FURTO a Nação".


    
    
     Observação do escriba: - É parecido com os dias atuais, em que a maioria dos Políticos adora uma Saborosa LAGOSTA, se divertem com VINHOS importados, se deslocam em Jatinhos PARTICULARES, se protegem com Carrões BLINDADOS e têm salários de REIS. Viva a MONARQUIA! Perdão. Viva a REPÚBLICA! (fim da 1ª parte).

    
    
    
    
     Em 1980, a então útil ONU (hoje quase inútil), a então útil OMS (hoje um cabide de empregos bens remunerados), além de outros Organismos Internacionais, declararam através da IMPRENSA MUNDIAL que a deformante e letal VARÍOLA estava ERRADICADA do Planeta TERRA. A “arma” usada para combater a terrível doença foi apenas uma VACINA!  
    
     Em 1980, um País Continental chamado BRASIL, dava um exemplo ao MUNDO, de que, era capaz de ERRADICAR a debilitante POLIOMIELITE usando apenas uma VACINA, exemplo este seguido por outros países da AMÉRICA do SUL, e, depois, um benéfico caminho que foi trilhado por quase todos os Países do MUNDO. Mas...
    
     Em 1980, o Planeta TERRA foi “presenteado” com uma nova e misteriosa enfermidade chamada de SIDA ou AIDS. Após quase quatro décadas não existe uma única VACINA para evitar a enigmática patologia. Estranho ou muito estranho?
    
     Então a luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil) continua, e, a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA, também continua.
    
     Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. BOA leitura, BOA saúde, BONS pensamentos e BOM DIA.
    
     Aracaju, capital do Estado de Sergipe, localizado no BRASIL, um País que combate ferozmente o ainda LÍCITO TABAGISMO e que quer legalizar na tora outras DROGAS ainda ILÍCITAS, inclusive a ESQUIZOFRÊNICA maconha. Não tem TREM na LINHA. Tem é TRAFICANTE “político” nessa estória.




Aracaju, segunda-feira, 16 de dezembro de 2019.


JORGE MARTINS CARDOSO – Médico – CREMESE nº 573.
        
      
      
     Fontes: (1) – INTERNET. (2) – Google. (3) – Wikipédia. (4) – Outras fontes.


jorge martins
Enviado por jorge martins em 16/12/2019
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