Jorge Martins Cardoso

 

Um eterno aprendiz



Textos

A LIBERDADE... A VONTADE... "A IDEOLOGIA de GÊNERO, a IGREJA CATÓLICA, as CIÊNCIAS MÉDICAS, a 'NOVA ORDEM MUNDIAL' e a AUTO-HEMOTERAPIA" - 8ª parte.





A LIBERDADE... A VONTADE... “A IDEOLOGIA de GÊNERO, a IGREJA CATÓLICA, as CIÊNCIAS MÉDICAS, a ‘NOVA ORDEM MUNDIAL’ e a AUTO-HEMOTERAPIA”. – 8ª parte.



Do AI-5 à novela “A FORÇA do QUERER” – 4ª parte.



GENÓTIPO.



     Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


     “Foto: Ilustração da relação entre GENÓTIPO e FENÓTIPO, usando um quadro de Punnett. Ilustradas estão as cores das pétalas da ervilheira. B e b representam ALELOS do GENE da cor e as CÉLULAS mostram o FENÓTIPO resultante”.


     GENÓTIPO (do grego genos, originar) é a Constituição Genética de uma Célula, Organismo ou INDIVÍDUO. Deve-se à presença de Material Hereditário Herdado dos PROGENITORES.
     Esse material consiste no Conjunto dos CROMOSSOMOS que se situam no NÚCLEO das CÉLULAS.
     Os CROMOSSOMOS são Interpretados como uma SEQUÊNCIA de GENES. São os GENES os Portadores das Informações que Condicionam o FENÓTIPO.
     O GENÓTIPO é a Composição Genética Elementar de um Organismo, são às Características Internas de um Indivíduo, CARACTERÍSTICAS PASSADAS DOS PAIS PARA OS FILHOS.
     Sendo assim, podemos dizer que o GENÓTIPO, que é o Conjunto dos Genes, Condiciona os FENÓTIPOS TOTAIS, que é o Conjunto das Variáveis Condicionadas pelos GENES.
     O GENÓTIPO são as Informações Hereditárias de um Organismo Contidas em seu GENOMA. Cada GENE pode ter Formas Alternativas, denominadas ALELOS.



EXEMPLO.



     Os diversos alelos de um mesmo gene são usualmente representados por letras maiúsculas ou minúsculas, dependendo da sua Dominância ou Recessividade (exemplo: - Sistema ABO).
     No caso da cor dos olhos, o FENÓTIPO azul é condicionado pelo GENÓTIPO aa, e o FENÓTIPO castanho pode ser condicionada pelo GENÓTIPO AA ou pelo GENÓTIPO Aa.
     Nesse exemplo estamos representando por A o GENE que codifica a cor castanha (Dominante), e por a, o GENE que codifica a cor azul (Recessivo).


Observações do escriba:


     1ª - Na Wikipédia existe apenas uma referência sobre o assunto GENÓTIPO.

     2ª – O GENÓTIPO é ligado ao campo da BIOLOGIA.

     3ª – BIOLOGIA – CIÊNCIA que estuda os SERES VIVOS.




Categoria:


Genética.


     Esta página foi editada pela última vez às 02h52min de 24 de julho de 2017.






FENÓTIPO.



     Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


     “Foto: Indivíduos da espécie de molusco Donax variabilis exibem variação FENOTÍPICA para padrões e coloração das conchas”.


     O “FENÓTIPO” são as Características Observáveis ou Caracteres de um Organismo ou População, como: - Morfologia, Desenvolvimento, Propriedades Bioquímicas ou Fisiológicas e Comportamento.
     O FENÓTIPO resulta da Expressão dos GENES do Organismo, da Influência de Fatores Ambientais e da Possível Interação Entre os Dois.
     O GENÓTIPO são as Informações Hereditárias de um Organismo Contidas em seu GENOMA.
     Nem todos os organismos com um mesmo GENÓTIPO parecem ou agem da mesma forma, porque a Aparência e o Comportamento, assim como os demais componentes do FENÓTIPO, são modificados por Condições Ambientais e de Desenvolvimento.
     Do mesmo modo, nem todos os organismos cujas aparências se assemelham possuem necessariamente o mesmo GENÓTIPO.
     Essa distinção entre GENÓTIPO e FENÓTIPO foi originalmente proposta por Wilhelm Johannsen em 1911 para diferenciar claramente a hereditariedade de um organismo do resultado que ela produz.
     Essa distinção é semelhante à proposta por August Weismann, que diferenciou germoplasma (hereditariedade) e células somáticas (o corpo).
     Uma versão mais moderna dessa diferenciação é o Dogma Central da Biologia Molecular proposto por Francis Crick.
     O conceito de FENÓTIPO foi tornado mais vasto por Richard Dawkins, ao incluir efeitos sobre outros organismos ou sobre o meio em The Extended Phenotype.
    
     A interação entre GENÓTIPO e FENÓTIPO pode ser resumida da seguinte forma:

GENÓTIPO + AMBIENTE → FENÓTIPO.

Uma versão um pouco mais detalhada seria:

GENÓTIPO + AMBIENTE + VARIAÇÃO ao ACASO → FENÓTIPO.

     Todavia, por os FENÓTIPOS serem muito mais Fáceis de Observar do que os GENÓTIPOS (não é preciso química nem sequenciação para determinar a cor dos olhos de uma pessoa), a GENÉTICA CLÁSSICA usa FENÓTIPOS para deduzir as FUNÇÕES dos GENES.
     Depois, Testes de Reprodução podem confirmar estas interações.
     Desta forma, os primeiros Geneticistas conseguiram traçar padrões de Hereditariedade sem qualquer tipo de conhecimento de BIOLOGIA MOLECULAR.
     Apesar de sua definição aparentemente simples, o conceito de FENÓTIPO apresenta algumas sutilezas: -
     Primeiro, a maior parte das Moléculas Codificadas no material Genético, que consequentemente são parte do FENÓTIPO, não são visíveis na aparência do organismo, ainda que sejam observáveis (por exemplo, por técnicas de Western blotting).
     Um bom exemplo é o TIPO SANGUÍNEO em HUMANOS.
     Segundo, o FENÓTIPO não é meramente um produto do GENÓTIPO, mas é influenciado em Graus Variáveis pelo AMBIENTE (ver também plasticidade fenotípica).
     Além disso, vale lembrar que a Hereditariedade não está restrita ao DNA Nuclear, já que a Mitocôndria também apresenta o seu próprio DNA.
     Ao expandir o conceito de Genótipo incluindo outros Elementos Hereditários, ampliamos também o conceito de Fenótipo.



VARIAÇÃO FENOTÍPICA.



     Variação Fenotípica devida a Variação Genética subjacente é um pré-requisito fundamental para a Evolução por Seleção Natural.
     É o organismo como um todo que contribui para as gerações seguintes, ou seja, a seleção natural afeta a estrutura Genética indiretamente, através da contribuição dos Fenótipos.



FENOTIPAGEM ao SERVIÇO da CRIMINOLOGIA.



     Com a nova Técnica de Fenotipagem, os Vestígios Biológicos achados no local de um crime dão cada vez mais informação sobre o suspeito, com suas características tais como, a tonalidade do cabelo bem como a sua idade.
     Novos Testes Genéticos permitem distinguir se a pessoa tem no seu DNA determinadas indicações, como, se é africana, asiática, americana ou europeia.
     No efeito talvez seja uma ajuda para descobrir o criminoso. Neste gênero de investigação houve muita evolução no que toca a terem que consultar as Bases de Dados nos BANCOS GENÉTICOS.



UM NOVO TIPO DE TESTE.



     A Análise Genética ainda é cara e demorada. Surge agora um novo tipo de teste, fundamentado na técnica SNP (Polimorfismo de Nucleótido Simples) em que se consegue ter dados de restos de DNA.
     O SNP é minimamente capaz de analisar esse DNA de má qualidade, que pode ser encontrado no local do crime.
     O SNP permite conseguir fragmentos limitados, sendo 50 partes de bases (as “letras”) de DNA para serem examinadas e determinar os seus Marcadores Genéticos.
     Esse tipo Forense poderia servir para ver o Fenótipo de uma pessoa e identificar as suas características físicas (aspecto, idade, origem) e até comportamentais.



DENUNCIADOS PELO CABELO.



     A técnica SNP tem um bom futuro, porque vai dar lugar a uma identificação de alguém que se conheça anteriormente. É uma técnica em que se compara a informação da cena e os do arquivo.
     Se combinarem é possível que o seu objetivo tenha tido o seu sucesso. No contrário, a análise genética será inútil.
     O SNP sugere o perfil do possuidor do DNA, como a cor do cabelo, dos olhos ou a da idade.
     Foi feito um estudo, tendo como base 15 fragmentos de DNA e verificou-se que é possível prever 93% de fiabilidade e determinar se a análise genética correspondia a uma pessoa com olhos castanhos, 91% se tinha olhos azuis, sendo os olhos com tons intermédios eram menos exatos.
     Quanto ao cabelo, o DNA pode determinar se a pessoa é ruiva (93%), cabelo preto (87%), castanho (82%) ou louro (81%). Tal coisa ajuda a eliminar um bom número de suspeitos.



DE ONDE VEM? QUE IDADE TEM?


     Quanto à cor da pele, há cinco fragmentos de tipo SNP com probidades certas de 82%. No DNA também é possível calcular-se a estatura, embora menos fiável (65%), pois esta depende de outros fatores externos.
     Quanto à idade é possível fazer o cálculo, mas apenas com uma margem de segurança razoável. O teste permite calcular a idade com uma margem de erro de cerca de nove anos.
     Até a data calcula-se a idade a partir dos ossos, mas com o sangue é possível enquadrar o criminoso de forma credível, no seu grupo geracional em caso de haver vestígios sanguíneos.
     Para descobrir a sua origem geográfica é necessário fazer análises mais complicadas do GENOMA.
     Na Tipologia do DNA determina-se se trata de HOMEM ou MULHER.
     Há técnicas para tirar informação geográfica com recurso ao CROMOSSOMA Y MASCULINO, fazendo igual um jogo da velha.
     Os GENES são responsáveis pelos TRAÇOS do ROSTO. Os gêmeos monozigóticos são idênticos. Ainda não se sabe quais são esses genes, mas isso será possível no futuro.



Observações do escriba:


     1ª - Na Wikipédia estão disponíveis apenas oito referências sobre o assunto.

     2ª – O FENÓTIPO é ligado ao campo da BIOLOGIA.

     3ª – BIOLOGIA – CIÊNCIA que estuda os SERES VIVOS.




VER TAMBÉM.


Genética.

Criminologia.



Categoria:

Genética.


     Esta página foi editada pela última vez às 18h47min de 24 de outubro de 2017.







ESTEREÓTIPO.



     Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



     ESTEREÓTIPO é a Imagem Preconcebida de determinada PESSOA, COISA ou SITUAÇÃO.
     São usados principalmente para Definir e Limitar PESSOAS ou GRUPO de PESSOAS na Sociedade.
     O ESTEREÓTIPO também é muito usado em HUMORISMO como manifestação de RACISMO, XENOFOBIA, MACHISMO, MISANDRIA, INTOLERÂNCIA RELIGIOSA e HOMOFOBIA.
     É muito mais aceito quando manifestado desta forma, possuindo Salvo-Conduto e Presunção de Inocência para atingir seu objetivo.
     E, muitas das vezes as pessoas que são vítimas deste tipo fantasiado de Estereótipo se sentem obrigadas a participar da distorção da sua própria imagem.



ETIMOLOGIA.



     A palavra Estereótipo vem do grego stereos e typos compondo "impressão sólida".
     Inventada por Firmin Didot, a palavra nasceu no mundo da impressão e refere-se à placa metálica criada para a impressão em si, em vez da prensa de tipos móveis.
     A palavra francesa clichê refere-se também à superfície de impressão do estereótipo.
     O termo, no sentido de impressão, começou a ser usado por volta de 1798, mas sua utilização com Semântica Psicológica nas Ciências Sociais se deve ao Jornalista Estadunidense Walter Lippmann (1889-1974).



ABORDAGEM PSICOSSOCIAL.



     Numa Abordagem Psicossocial, as Crenças compartilhadas por determinado Grupo têm origem em Obras Filosóficas e nesse aspecto se volta o estudo sobre Estereótipos e Preconceitos Sociais nas diversas Experiências e Vivências dos Grupos.
     Algumas considerações nortearam esse estudo como a importância dos esquemas e crenças na Psicologia Social, o conceito de Cognição Social e a inter-relação com Estereótipos e Preconceitos.
     Assim, por intermédio da percepção, as vivências históricas e sócio-culturais se tornam presentes à nossa consciência, gerando a afetividade e as ações que determinada experiência permite ter.
     A realidade age sobre nós se for apreendida e internalizada. Define-se Estereótipo Social como crença coletivamente compartilhada acerca de algum atributo, característica ou traço psicológico, moral ou físico atribuído extensivamente a um agrupamento humano, formado mediante a aplicação de um ou mais critérios, como por exemplo, Idade, Sexo, Inteligência, Filiação Religiosa e outros.
     Os Estereótipos Sociais influenciam condutas e comportamentos em interações sociais quando os interatores são enquadrados por essa crença.
     Do ponto de vista da Psicologia, Estereótipos podem ser investigados sob aspectos diferentes que vão desde a sua formação até manifestação coletiva.
     Há diversos conceitos sobre Estereótipos, mas para Atkinson & Higard (1979), eles consistem numa generalização não objetiva, geralmente a respeito de um grupo de pessoas, subgrupos ou nação em comparação com o “nós”- in-group e “eles” - out-group.
     Por essa razão é que há Piadas de Loiras, Prostitutas, Gays, Negros, Pobres, São Paulinos ou Portugueses, entre outras.
     Tais Piadas, mesmo sendo narrativas com o Intuito Humorístico, não deixam de reforçar os Estereótipos ou crenças prontas sobre aquelas pessoas do “out-group”, o grupo-alvo.
     Para os mesmos autores, os Estereótipos podem conter traços “falsos”, superexagerados ou “atribuídos” de forma imaginária.
     Assim, uma pessoa poderia ser apelidada de “comilona”, por ser obesa independente de ter problemas na tireóide.
     Um homem poderia ser taxado de “efeminado” ou homossexual simplesmente por se interessar em aprender a tricotar.
     A aluna poderia ter a atribuição de “burra” somente por ter clareado os cabelos com água oxigenada e assim estar no grupo alvo das "loiras".
     Nota-se o quanto os Estereótipos dependem de Traços Visíveis e compartilháveis para sua dinâmica operacional de divulgação, o que ilustra sua relação com as representações sociais do psicólogo social romeno que se naturalizou na França, Serge Moscovici (1925-2014).
     Percebe-se claramente no exemplo das "loiras" que uma mudança da aparência não pode alterar o QI, mas essa associação psicológica é forçada para que o Estereótipo fique estável.
     Quando associados a sentimentos, os Estereótipos sociais passam a constituir estruturas psicológicas de maior complexidade caracterizadas como atitudes e preconceitos que colonizam o imaginário coletivo.
     Assim, a articulação entre Estereótipos sociais, favoráveis ou desfavoráveis, e sentimentos, de aceitação ou rejeição, dos grupos humanos visados, produz, na ocorrência combinada de crenças e sentimentos positivos, atitudes sociais que geram o Preconceito Social e consequentemente a Discriminação.
     A Discriminação Social pode ser praticada particularmente por pessoas consideradas em sua individualidade, contudo ela tende a alcançar o estudo de uma norma social implícita ou ser até mesmo uma Prática Institucionalizada.
     Em seu livro Representações Sociais: Investigações em Psicologia Social, Serge Moscovici diz: - “Representações, obviamente, não são criadas por um indivíduo isoladamente. Uma vez criadas, contudo, elas adquirem uma vida própria, circulam, se encontram, se atraem e se repelem e dão oportunidade ao nascimento de novas representações, enquanto velhas representações morrem.” (Moscovici, 2003).
     As Representações, os Estereótipos, são ingredientes importantes do caldo sócio-cultural.
     Segundo esse Psicólogo, é extremamente importante que consideremos que as Representações Sociais são capazes de influenciar o comportamento do indivíduo e, dessa forma, gerar movimentos que englobem uma coletividade.
     O também Psicólogo Social francês, Jean Maisonneuve, no artigo “Opiniões e Estereótipos” do livro Introdução à Psicossociologia, defende que: - “A distinção entre Opinião Particular e Opinião Pública, por legítima que seja, nem por isso resolve a dificuldade, pois uma e outra interferem entre si, de maneira sutil e movediça”.
     “A própria Opinião Pública, domínio de eleição do Psicólogo Social, tange a um sistema de crenças fortemente enraizadas e cristalizadas, assim ao nível coletivo como ao individual”.
     “De outra parte liga-se a processos episódicos afetados de forte contingência, correspondentes ao que se chama ‘a atualidade’ ou ‘as notícias’” (Maisonneuve, 1977).


VER TAMBÉM.

Humor negro.
Preconceito.
Estereótipo Étnico.
Estereótipo LGBT.
Estigma Social.
Identidade.



Categorias:
• Estereótipos.
• Psicologia Social.


     Esta página foi editada pela última vez às 21h12min de 30 de junho de 2017.





ESTEREÓTIPO de GÊNERO.



     Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



     Os Estereótipos de Gênero são crenças generalizadas sobre as Características e o Comportamento das Mulheres e dos Homens sejam elas Compartilhadas ou Individuais.
     Estudos Empíricos têm encontrado Crenças Culturais amplamente compartilhadas de que os homens são mais socialmente valorizados e mais competentes do que as mulheres em uma série de atividades.



ESTEREÓTIPO IMPLÍCITO.



     Testes aplicados pela Implicit Association Test revelam uma Associação Implícita do Sexo Masculino à Ciência e Matemática, e as Mulheres com Artes e Línguas.
     Meninas aos nove anos de idade foram encontradas a manter um Estereótipo Implícito de que "matemática é para meninos" e uma preferência Implícita para Línguas em vez de matemática.
     As mulheres têm associações negativas mais fortes com a matemática do que os homens, e quanto mais forte a associação das mulheres a uma Identidade de Gênero Feminina, mais negatividade implícita elas têm em relação à matemática.
     Tanto para homens como para mulheres, a força desses Estereótipos Implícitos prediz tanto as atitudes matemáticas implícitas e explícitas, a crença na habilidade matemática e a performance em testes.
     A força desses Estereótipos Implícitos em meninas de idade elementar prediz auto-conceitos acadêmicos, realização acadêmica e preferências de matrícula, mais do que medidas explícitas.
     As mulheres com um Estereótipo Implícito de matemática mais forte eram menos prováveis prosseguir em uma carreira relacionada à matemática, independentemente da sua capacidade real de matemática ou de Estereótipos Explícitos de Gênero e matemática.



AMEAÇA do ESTEREÓTIPO.


     Ver artigo principal: Ameaça do Estereótipo.



     Algumas pessoas acreditam que um fenômeno conhecido como Ameaça do Estereótipo pode diminuir o desempenho das mulheres em testes de matemática, criando um Estereótipo Auto-realizável de mulheres com habilidades quantitativas inferiores em comparação com os homens.
     Os Estereótipos também podem afetar a Auto-avaliação. Estudos descobriram que Estereótipos Específicos (por exemplo, "as mulheres têm habilidades matemáticas mais baixas") afetam a percepções de mulheres e homens sobre essas habilidades.
     E, os homens tendem a avaliar sua própria capacidade de modo mais elevado, do que as mulheres que se comportam no mesmo nível.
     Essas "auto-avaliações tendenciosas" têm efeitos de longo alcance, pois podem moldar as decisões educacionais e de carreira de mulheres e homens.



PESQUISAS.



     Um estudo de 1992 testou Estereótipos de Gênero e Rotulagem em crianças pequenas.
     Os pesquisadores dividiram isso em dois estudos diferentes. O primeiro investigou como as crianças identificaram as diferenças entre Rótulos de Gênero de meninos e meninas. O segundo estudo analisou a Rotulagem de Gênero e Estereótipos na relação de mãe e filho.
     No primeiro estudo, 23 crianças com idades compreendidas entre os 02 e os 07 anos foram submetidas a uma série de Testes de Rotulagem de Gênero e de Estereótipos de Gênero consistindo em mostrar às crianças Imagens de Machos e Fêmeas ou objetos como um Martelo ou uma Vassoura, então os Identificando ou Rotulando a certo Gênero.
     Os resultados destes testes mostraram que crianças com menos de 03 anos poderiam fazer Associações de Estereotipagem de Gênero.
     O segundo estudo analisou a Rotulagem de Gênero e os Estereótipos na relação entre mãe e filho usando três métodos distintos.
     O primeiro consistiu em identificar a Rotulagem de Gênero e os Estereótipos, essencialmente o mesmo método do primeiro estudo.
     O segundo consistia em observações comportamentais, que analisavam sessões de jogo de dez minutos com a mãe e a criança usando Brinquedos Específicos de Gênero.
     O terceiro foi uma série de questionários, como um "Escala de atitude em relação às mulheres", "Questionário de atributos pessoais" e a "Escala Schaefer e Edgerton" que analisava os valores familiares da mãe.
     Os resultados destes estudos mostraram o mesmo que o primeiro estudo no que diz respeito à Rotulagem e Estereotipagem.
     Eles também identificaram no segundo método que as reações e respostas positivas das mães para os brinquedos de mesmo sexo ou sexo oposto desempenharam um papel na forma como as crianças os identificaram.
     No terceiro método, os resultados mostraram que as mães das crianças que passaram no "Teste de Etiquetagem de Gênero", tinham Valores Familiares mais Tradicionais.
     Estes dois estudos, conduzidos por Beverly I. Fagot, Mar D. Leinbach e Cherie O'Boyle, mostraram que os Estereótipos e Rotulagem de Gênero são adquiridos em tenra idade e que as interações e associações sociais desempenham um papel importante na forma como os Gêneros são Identificados.


Observações do escriba:


     1ª- Na Wikipédia estão disponíveis 12 referências sobre ESTEREÓTIPO de GÊNERO.

     2ª – O ESTEREÓTIPO é ligado ao campo da SOCIOLOGIA.

     3ª – A SOCIOLOGIA é uma área das CIÊNCIAS HUMANAS que ESTUDA o COMPORTAMENTO HUMANO.





Categorias:
• ESTUDOS de GÊNERO.
• COMPORTAMENTO HUMANO.


     Esta página foi editada pela última vez às 01h34min de 23 de julho de 2017.




     A luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil) continua, e a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA, também continua.
      Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. Boa leitura, boa saúde, pensamentos positivos e BOM DIA.
     ARACAJU, capital do Estado de SERGIPE (Ex-PAÍS do FORRÓ e futuro “PAÍS da BOMBA ATÔMICA”), localizado no BRASIL, Ex-PAÍS dos fumantes de CIGARROS e futuro “PAÍS dos MACONHEIROS”. Quinta-feira, 09 de novembro de 2017.

Jorge Martins Cardoso – Médico – CREMESE – 573.



     Fontes: (1) – INTERNET. (2) – Wikipédia. (3) – Outras Fontes.


jorge martins
Enviado por jorge martins em 09/11/2017


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