Jorge Martins Cardoso

 

Um eterno aprendiz



Textos

A LIBERDADE... O CONHECIMENTO... A ARTE... A VERDADE... "Parte da história do BANQUEIRO Mineiro Magalhães Pinto". (parte única).




A LIBERDADE... O CONHECIMENTO... A ARTE... A VERDADE... “Parte da história do BANQUEIRO Mineiro Magalhães Pinto”. (parte única).


    
    
     Durante a conversa amistosa e carinhosa (principalmente) com a MARCIANA (bota Carinho nessa história), ainda a bordo da ESPAÇONAVE SOLAR, ela me fez um único pedido.
     - Querido Amor quero ouvir a música TÁXI LUNAR!
     - E eu posso negar? Posso Nada!


ZÉ RAMALHO - TÁXI LUNAR.




          ELA me deu o seu AMOR, eu tomei.
No dia 16 de maio, viajei.
          ESPAÇONAVE atropelado, procurei.
O meu AMOR aperreado.


          Apenas apanhei na beira-mar.
Um TÁXI pra estação LUNAR.

          Apenas apanhei na beira-mar.
Um TÁXI pra estação LUNAR.


          BELA LINDA criatura, BONITA.
Nem menina, nem MULHER.
          Tem espelho no seu rosto de neve
Nem menina, nem MULHER.


          Apenas apanhei na beira-mar.
Um TÁXI pra estação LUNAR.
          Apenas apanhei na beira-mar.
Um TÁXI pra estação LUNAR.



          Pela sua cabeleira, vermelha.
Pelos RAIOS desse SOL, lilás.
          Pelo fogo do seu corpo, centelha.
Belos RAIOS desse SOL.


          Apenas apanhei na beira-mar
Um TÁXI pra estação LUNAR.
          Apenas apanhei na beira-mar
Um TÁXI pra estação LUNAR.

          ELA me deu o seu AMOR, eu tomei.
No dia 16 de maio, viajei.
          ESPAÇONAVE atropelado, procurei.
O meu AMOR aperreado.


          Apenas apanhei na beira-mar.
Um TÁXI pra estação LUNAR.
          Apenas apanhei na beira-mar.
Um TÁXI pra estação LUNAR.


          BELA LINDA criatura, BONITA.
Nem menina, nem MULHER.
          Tem espelho no seu rosto de neve
Nem menina, nem MULHER.


          Apenas apanhei na beira-mar.
Um TÁXI pra estação LUNAR.
          Apenas apanhei na beira-mar.
Um TÁXI pra estação LUNAR.



          Pela sua cabeleira, vermelha.
Pelos RAIOS desse SOL, lilás.
          Pelo fogo do seu corpo, centelha.
Belos RAIOS desse SOL.


          Apenas apanhei na beira-mar
Um TÁXI pra estação LUNAR.
          Apenas apanhei na beira-mar
Um TÁXI pra estação LUNAR.


     A MÚSICA foi tocada 64 vezes! Por quê? O tabuleiro do Jogo dos Reis tem 64 casas. A MARCIANA também joga xadrez! Jogamos 64 partidas. Antes de cada partida... TÁXI LUNAR. A MARCIANA ganhou todas as partidas!
     Os meus lances eram chamados de Ai... Os lances dela eram chamados de Ui... Gemi sem sentir dor. Ai, Ui, Ui, Ai, Ai, Ui, Ui, Ai, Ui, Ui, Ui, Ui, Ui, Ui, Ui, multiplicado por 64 vezes... E ela? – CENSURADO. O AMOR é BELO e BIOLÓGICO.    




JOSÉ de MAGALHÃES PINTO.




     Origem: - Wikipédia, a enciclopédia livre.




     José de Magalhães Pinto (Santo Antônio do Monte - MG, 28 de junho de 1909 — Rio de Janeiro, 06 de março de 1996 – 86 anos) foi um Advogado, Economista, BANQUEIRO e Político Brasileiro com atuação em Minas Gerais, Estado do qual foi Governador e representou no Congresso Nacional.
     Participou ATIVAMENTE da CONSPIRAÇÃO que precedeu o Golpe Militar de 1964 no Brasil.




VIDA EMPRESARIAL.




     Filho de José Caetano de Magalhães Pinto e Maria de Magalhães Pinto.
     Aos dois anos mudou de Santo Antônio do Monte - MG para Formiga e depois para Juiz de Fora até ingressar no SETOR FINANCEIRO como funcionário do BANCO do Estado de Minas Gerais e ao sair deste tornou-se gerente do BANCO Real indo trabalhar em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro sem deixar a presidência da Associação Comercial de Minas Gerais.
     Eleito presidente da Federação de Comércio de Minas Gerais, fez uma incursão pelo Setor Siderúrgico e presidiu o Sindicato Nacional dos Exportadores de Ferro e Metais Básicos.
     Advogado formado pela Universidade Federal de Minas Gerais figurou entre os opositores do Estado Novo ao assinar o Manifesto dos Mineiros dirigido ao presidente Getúlio Vargas em 1943 e em resposta foi afastado de todos os cargos e funções que ocupava sendo obrigado a fundar, no ano seguinte, o BANCO NACIONAL.




CARREIRA POLÍTICA.



     “Foto: - Oitava página do AI-5, onde a assinatura de Magalhães Pinto aparece na quinta posição, de cima para baixo. Documento sob a guarda do Arquivo Nacional”.



     Fundador da UDN foi eleito Deputado Federal em 1945 e após participar da Assembleia Nacional Constituinte que elaborou a Constituição de 1946 pediu licença para assumir a SECRETARIA de FINANÇAS no governo Milton Campos e após deixar o cargo foi reeleito em 1950, 1954 e 1958 elegendo-se Presidente Nacional da UDN no ano seguinte em lugar de Juracy Magalhães (que fora eleito Governador da Bahia) e em 1960 foi eleito Governador de Minas Gerais ao derrotar Tancredo Neves, candidato do PSD.
     Em cinco anos à frente do Palácio da Liberdade criou o BANCO de Desenvolvimento de Minas Gerais e em seu governo ocorreu o Massacre de Ipatinga.
     Também FINANCIOU o Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES) numa série de ações políticas que o fizeram apoiar a Deposição do Presidente João Goulart e a posterior instalação do Regime Militar de 1964.
     Eleito Deputado Federal pela ARENA em 1966, assumiu o Ministério das Relações Exteriores no Governo Costa e Silva e no exercício do cargo articulou pedidos de EMPRÉSTIMOS INTERNACIONAIS para financiar obras de infraestrutura para o desenvolvimento do Brasil numa política denominada Diplomacia da Prosperidade em muitos pontos similar à Política Externa Independente dos governos Jânio Quadros e João Goulart.
     Ciente que a détente entre Estados Unidos e a União Soviética modificava as regras da política global pregava uma aliança entre os países do Terceiro Mundo e nisso o Brasil se alinhou ao Grupo dos 77 e se recusou a assinar o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares.
     Em 1968 apoiou a instalação do Ato Institucional Número Cinco pela chamada Linha Dura do Regime Militar que suspendeu várias garantias constitucionais.
     Em 1970 foi eleito senador sendo escolhido presidente do Senado Federal em 1975. Em 1978 foi eleito Deputado Federal.
     Findo o bipartidarismo participou da fundação do Partido Popular em 12 de fevereiro de 1980 ao lado do senador Tancredo Neves, outrora um persistente rival político.
     A convivência entre eles cessou após a incorporação entre PP e PMDB, medida rejeitada por Magalhães Pinto que filiou-se ao PDS e foi Reeleito Deputado Federal em 1982.
     Em seu derradeiro mandato parlamentar ausentou-se da votação da Emenda Dante de Oliveira em 1984 e votou em Tancredo Neves no Colégio Eleitoral em 1985 encerrando uma rivalidade cultivada por anos.
     Este foi o último gesto político de sua carreira visto que fora acometido por um Derrame Cerebral e não retornou ao mandato sendo substituído por Delson Scarano.

“Gratidão em política só dura 48 horas”

       "A política são como as nuvens. Rapidamente mudam de forma e de lugar".  




HOMENAGENS.


     O Estádio do Mineirão é denominado Governador Magalhães Pinto em sua homenagem.
     A avenida principal da cidade de Coronel Fabriciano é denominada Avenida Governador José de Magalhães Pinto.
     Recebeu o título de doutor honoris causa proposto pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto (Portugal), em 1968.



MORTE.




     No ano anterior a sua morte, Magalhães Pinto sofreu Dois Derrames Cerebrais que afetaram sua memória e seus movimentos. Morreu em consequência de Hemorragia Digestiva.



REFERÊNCIAS




01 - «Câmara dos Deputados do Brasil: - Deputado Magalhães Pinto». Consultado em 08 de novembro de 2013.

02 - «Senado Federal do Brasil: - Senador Magalhães Pinto». Consultado em 08 de novembro de 2013.

03 - Foram ao todo SETE mandatos de Deputado Federal e um de Senador.

04 - The National Security Archive (24 de abril de 1995). «Telegrama de 30 de março de 1964, encaminhado da Embaixada Americana no Rio de Janeiro para o General Vernon Walters» (PDF). George Washington University. Consultado em 04 de Abril de 2015.

05 - Nesta biografia optamos por usar a denominação mais recente de cada um dos BANCOS em que Magalhães Pinto trabalhou.

06 - «Biografia de Magalhães Pinto no acervo da Fundação Getúlio Vargas». Consultado em 08 de novembro de 2013.

07 - «Banco de dados do Tribunal Superior Eleitoral». Consultado em 09 de novembro de 2013.

08 - «Página oficial do BANCO de Desenvolvimento de Minas Gerais».

09 - Segundo o Tribunal Superior Eleitoral obteve a maior votação percentual do país com 46,33%.

10 - PP e PMDB decidem unir-se (online). Folha de S. Paulo, 21/12/1981. Página visitada em 09 de novembro de 2013.

11 - Sai de São Paulo o voto para a vitória da Aliança (online). Folha de S. Paulo, 16/01/1985. Página visitada em 09 de novembro de 2013.

12 - Universidade do Porto – "Doutores Honoris Causa pela Universidade do Porto".

13 - Veja, edição 1435, de 13 de março de 1996.


CATEGORIAS:


Nascidos em 1909.
Mortos em 1996.
Naturais de Santo Antônio do Monte (MG).
Governadores de Minas Gerais.
Senadores do Brasil por Minas Gerais.
Deputados Federais do Brasil por Minas Gerais.
Ministros do Governo Costa e Silva.
Ministros do Governo Provisório de 1969.
Ministros das Relações Exteriores do Brasil.
Presidentes do Senado Federal do Brasil.
BANQUEIROS de Minas Gerais.
Anos de Chumbo (Brasil).
Doutores Honoris Causa pela Universidade do Porto.
Membros da União Democrática Nacional - (UDN).
Membros da Aliança Renovadora Nacional - (ARENA).
Membros do Partido Popular (Brasil) - (PP).
Membros do Partido Democrático Social – (PDS).
Deputados Federais da Assembleia Nacional Constituinte de 1946.



     Esta página foi editada pela última vez às 06h26min de 28 de junho de 2018.



    
Observações do escriba:

     01 – Está escrito na Wikipédia: - Também FINANCIOU o Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES) numa série de Ações Políticas que o fizeram apoiar a Deposição do Presidente João Goulart e a posterior instalação do Regime Militar de 1964.

     02 – Entre as Referências da Wikipédia consta a de número 04 que nos informa o seguinte: - 04 - The National Security Archive (24 de abril de 1995). «Telegrama de 30 de março de 1964, encaminhado da Embaixada Americana no Rio de Janeiro para o General Vernon Walters» (PDF). George Washington University. Consultado em 04 de Abril de 2015.

     03 – Para se entender um pouco sobre o que aconteceu em 1964, aconselhamos as seguintes leituras:  
     A - 1964: GOLPE ou CONTRAGOLPE? De HÉLIO SILVA e Maria Cecília Ribas Carneiro.
     B – 1964: - A CONQUISTA DO ESTADO – Ação Política, Poder e Golpe de Classe – Autor: - RENÉ ARMAND DREIFUSS. Neste livro, na capa, curiosamente, existe um Tabuleiro de Xadrez com algumas peças. As peças IPES, IBAD e CAMDE (estão em pé). As peças UNE, CGT e João Goulart (estão derrubadas). Dos livros que eu li, é o mais completo sobre o tema. A CAMDE era um dos braços feminino do “Golpe” de 1964.
     C – CHATÔ – O REI do BRASIL – Autor: - Fernando de Morais. Na contra capa existe uma foto do General Vernon Walters, na verdade, na época  um agente da CIA (afirmam alguns) que mantinha um bom relacionamento com Assis Chateaubriand e com outras personalidades. Um dos financiadores de Vernon Walters? O BANQUEIRO David Rockefeller (também ilustrado com fotos), que também financiava Chatô.    
     D – OS SENHORES das GERAIS – Autora: - Heloísa Maria Murgel Starling. Focaliza mais a ação dos “golpistas” em Minas Gerais. Magalhães Pinto é mencionado “n” vezes. Embora como BANQUEIRO ele tivesse Financiado o IPES, Magalhães Pinto não conhecia os gigantescos tentáculos do IPES. No jogo político da época ele era apenas um PEÃO. É um livro de leitura muito agradável.      






VERNON WALTERS.




     Origem: - Wikipédia, a enciclopédia livre.



     Vernon A. Walters (03 de janeiro de 1917 – 10 de fevereiro de 2002 – 85 anos) foi um Militar e Diplomata dos Estados Unidos da América.
     Ganhou notoriedade internacional ao servir como Vice-Diretor da CIA - Central Intelligence Agency, de 1972 a 1976, e Embaixador norte-americano nas Nações Unidas, de 1985 a 1989.
     Também foi Adido Militar no Brasil, de 1962 a 1967, influenciando o polêmico apoio norte-americano à implantação do Regime Militar.
     Foi ainda Embaixador na Alemanha, de 1989 a 1991, no período da reunificação.
     Walters alcançou o posto de General do Exército Norte-Americano e entrou para o "Hall da Fama da Inteligência Militar" de seu país.



BIOGRAFIA.



     Vernon Walters nasceu na cidade de Nova Iorque, filho de Frederick Walters e de Laura O’Connor Walters. Seu pai era imigrante britânico e vendedor de seguros.
     Aos seis anos de idade, Walters foi morar na Grã Bretanha e França com a família.
     Aos 16 anos, voltou aos Estados Unidos e trabalhou com o pai numa seguradora.
     Sua educação primária foi no internato jesuíta Stonyhurst College, em Lancashire, Inglaterra. Não se matriculou na universidade.
     Se tornou fluente em francês, italiano, espanhol, português bem como no inglês nativo. Ele também conhecia um pouco de alemão.
     Sua tradução simultânea de um discurso do presidente Richard Nixon para Charles de Gaulle, recebeu o seguinte comentário do presidente francês: - "Seu discurso foi magnífico, mas o intérprete era eloquente".





CARREIRA MILITAR.


Décadas de 1940 e de 1950.



     “Foto: - Walters em 1976 como General”.



     Walters foi convocado pelo Exército em 1941 e mais tarde serviu como suboficial.
     Ele foi à África e à Itália durante a Segunda Guerra Mundial.
     Foi o oficial de ligação entre a FEB - Força Expedicionária Brasileira e o Quinto Exército dos Estados Unidos, tendo sido condecorado.
     Nessa oportunidade se tornou amigo de vários militares brasileiros, como o comandante Mascarenhas de Morais e o coronel Humberto Castelo Branco.
     Depois da guerra veio ao Brasil, trabalhando como Adido Militar-Assistente da Embaixada dos EUA, de 1945 a 1948.
     Serviu como intérprete para muitos presidentes. Estava ao lado do Presidente Harry S. Truman nas negociações com os aliados da América Latina, traduzindo tanto o espanhol como o português.
     Nessa função foi confidente de Truman e o acompanhou ao Pacífico, no início da década de 1950, nas tratativas para tentar a reconciliação com o General Douglas MacArthur, Comandante em Chefe das Forças das Nações Unidas na Coreia.
     Na Europa ainda na década de 1950, Walters serviu como tradutor ao Presidente Dwight Eisenhower e outros oficiais de seu país numa série de conferências da OTAN.
     Durante este período ele participou de uma famosa visita de Eisenhower ao General Franco da Espanha.
     Também trabalhou em Paris para o Plano Marshall e no Quartel-General das Forças Aliadas na Europa.
     Ele estava com o então vice-presidente Richard Nixon em 1958 quando uma manifestação anti-americana apedrejou o carro deles em Caracas, Venezuela.
     Walters sofreu ferimentos no rosto por vidros quebrados. Nixon escapou de ser ferido.





Década de 1960.




     Na década de 1960, Walters serviu como Adido Militar das Embaixadas Norte-Americanas na França, Itália e Brasil.
     Em 1961, ele propôs uma intervenção militar do seu país na Itália se o Partido Socialista entrasse para o Governo.  
     Em 1962, quando Lincoln Gordon era o Embaixador dos EUA no Brasil e alertava o Presidente Kennedy sobre o "perigo vermelho", representado pelas posições socialistas do Presidente João Goulart, Walters retornou ao país, ocupando o cargo de Adido Militar.
     Nessa posição, informava ao governo norte-americano sobre a situação política, valendo-se de sua amizade com os oficiais brasileiros que conhecera na Itália.
     No dia 23 de março de 1964 comunicou ao Embaixador Lincoln Gordon que o General Castelo Branco, Chefe do Estado-Maior do Exército, assumira a Liderança da Conspiração contra o governo.
     Também tinha informações de que o General Amaury Kruel, comandante do II Exército, sediado em São Paulo, apoiaria os golpistas. Ele permaneceu no Brasil até 1967.
     Enquanto serviu como Adido Militar na França, de 1967 a 1972, Walters participou de uma negociação secreta na França com norte-vietnamitas, auxiliando o Conselheiro da Segurança Nacional Henry Kissinger.
     Para isso conseguiu um avião particular de um velho amigo, o Presidente Georges Pompidou.



Década de 1970.


     “Foto: - Walters em 1972 como Vice-Diretor da CIA”.


     O presidente Richard Nixon indicou Walters como Vice-Diretor da Agência Central de Inteligência - CIA em 1972.
     Durante os quatro anos que atuou nessa função, foi muito próximo de quatro diretores que se sucederam - e de negociações entre nações - como as decorrentes da Guerra Árabe-Israel de 1973, da subsequente crise do petróleo, as turbulências do fim da Guerra do Vietnã, o Golpe no Estado no Chile e o assassinato de Orlando Letelier.




CARREIRA DIPLOMÁTICA.


     “Foto: - Walters no Gabinete de Reagan em 1989 como Embaixador dos Estados Unidos na ONU, no fundo da sala, terceiro à partir da direita”.



     “Foto - Walters como Embaixador na Alemanha, com Wolfgang Schäuble, em 1991”.



     Começando em 1981, Walters serviu sob Ronald Reagan a partir de junho como Embaixador Itinerante.
    Ronald Reagan usou católicos proeminentes em seu governo, como Walters, para informar o Papa durante a Guerra Fria.
     Nesse ano estivera de volta ao Brasil, em fevereiro, quando se noticiou que queria o apoio do país para uma atual Intervenção Norte-Americana em El Salvador.
     Walters foi o Embaixador Norte-Americano na ONU, entre 1985 e 1989 e Embaixador na Alemanha Ocidental entre 1989 a 1991.
     Foi o responsável pela preparação dos Estados Unidos em relação ao Tratado Dois Mais Quatro que definiu a situação da Alemanha.



APOSENTADORIA e MORTE.




     Durante a década de 1990, após se aposentar como servidor público, Walters trabalhou como Consultor de Negócios e foi ativo no Circuito Literário.
     Em 18 de novembro de 1991, recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade, conferida pelo Presidente George H. W. Bush.
     Ele escreveu o livro The Mighty and the Meek (publicado em 2001), na qual descreveu perfis de pessoas famosas que conheceu durante a vida.
     Em 9 de fevereiro, um dia antes de sua morte (publicada no New York Herald Tribune em 15 de fevereiro de 2002) ele concedeu uma entrevista (em francês) para o semi-documentário paródico Opération Lune de William Karel.
     Ali sugeriu que o anúncio do The New York Herald Tribune incluísse o seguinte parágrafo (tradução aproximada):
     "Na última aparição pública do General Walters, num documentário para a televisão francesa sobre o envolvimento da Casa Branca no Programa Apollo no final da década de 1960, o produtor e diretor registram que o general estava em perfeito estado de saúde (New York Herald Tribune, 15 de fevereiro de 2002).
     Walters morreu em 10 de fevereiro de 2002. Foi enterrado no Cemitério Nacional de Arlington, na Virgínia.



CULTURA POPULAR.




     Walters foi interpretado por Garrick Hagon na produção controversa da BBC de 2002,The Falklands Play de Ian Curteis.


    
     Observação do escriba: - Na Wikipédia estão disponíveis apenas sete referências sobre Vernon Walters.





CATEGORIAS:




Mortos em 2002.

Embaixadores dos Estados Unidos na Alemanha.

Generais do Exército dos Estados Unidos.



     Esta página foi editada pela última vez às 21h31min de 14 de dezembro de 2014.


     A luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil) continua, e a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA, também continua.
      Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. Boa leitura, boa saúde, pensamentos positivos e BOM DIA.
     ARACAJU, capital do Estado de SERGIPE, localizado no BRASIL, Ex-PAÍS dos fumantes de CIGARROS e futuro “PAÍS dos supostos MACONHEIROS ESQUIZOFRÊNICOS”.

    


Sábado, 18 de agosto de 2018.




                  
            Jorge Martins Cardoso – Médico – CREMESE – 573.



    

     Fontes: (1) – INTERNET. (2) – Google. (3) – Wikipédia. (4) - Planeta TERRA. (5) – Planeta MARTE. (6) - OUTRAS FONTES.



     P. S. – Estou “pensando” em morar, namorar e residir em MARTE. Cês acham o quê?  

jorge martins, ZÉ RAMALHO e Uma Linda MARCIANA.
Enviado por jorge martins em 18/08/2018
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