Jorge Martins Cardoso

 

Um eterno aprendiz



Textos

A LIBERDADE... A VONTADE... "RETROSPECTIVA envolvendo a RECORD e o suposto TRÁFICO de COCAÍNA!" E a IURD o que tem a ver com isto? (IX parte).






A LIBERDADE... A VONTADE... “RETROSPECTIVA envolvendo a RECORD e o suposto TRÁFICO de COCAÍNA!” E a IURD o que tem a ver com isto? (IX parte).






O DÍZIMO do TRÁFICO.


    
     Sábado, 15 de agosto de 2009, 00h56m.

    

Por DIOGO MAINARDI*


     “CARLOS MAGNO de MIRANDA era um dos LÍDERES da IGREJA UNIVERSAL. Ele relatou os detalhes de sua ida a MEDELLÍN, para receber dinheiro dos NARCOTRAFICANTES COLOMBIANOS. Um mensageiro entregou-lhes 450.000 dólares. As mulheres dos PASTORES esconderam o dinheiro nas calcinhas”.
     O pastor CARLOS MAGNO de MIRANDA, em 1991, acusou a IGREJA UNIVERSAL de ter comprado a REDE RECORD com dinheiro de NARCOTRAFICANTES COLOMBIANOS.
     Agora, com duas décadas de atraso, o episódio finalmente poderá ser esclarecido.
     Os mesmos PROMOTORES que, na semana passada, denunciaram criminalmente EDIR MACEDO e outros integrantes da IGREJA UNIVERSAL indagam também a suspeita de que a SEGUNDA PARCELA da compra da REDE RECORD possa ter sido saldada com recursos do CARTEL de CALI.
     CARLOS MAGNO de MIRANDA é uma das testemunhas arroladas pelo MINISTÉRIO PÚBLICO, e os promotores cogitam pedir a abertura de MAIS um PROCESSO contra os DONOS da REDE RECORD.
     CARLOS MAGNO de MIRANDA era um dos LÍDERES da IGREJA UNIVERSAL. Em 1990, ele se desentendeu com EDIR MACEDO e passou a atacá-lo publicamente.  
     Num dos documentos obtidos pelo MINISTÉRIO PÚBLICO, ele relatou os detalhes de sua ida a MEDELLÍN, para receber o dinheiro dos NARCOTRAFICANTES COLOMBIANOS.
     Ele teria viajado com os PASTORES HONORILTON GONÇALVES e RICARDO CIS, todos acompanhados de suas mulheres. Permaneceram dois dias na cidade.
    

    
Observações do escriba:


     1ª – Dizem que pela cancela por anda passa um boi também pode passar uma boiada.

     2ª – Tendo em vista o CONFISCO ocorrido em 1990, muitos empresários, inclusive os ricaços da IURD estavam sem dinheiro para realizar transações financeiras, inclusive para a compra da REDE RECORD. Bloqueada as contas de todos os endinheirados, o jeito era conseguir uma alternativa, mesmo sendo ILÍCITA.  

     3ª – É possível que mais de uma viagem tenha sido realizado à Colômbia para pegar dólares com os NARCOTRAFICANTES.

     4ª – No livro de GRIGORE AVRAM VALERIU consta que teriam viajado para a Colômbia, CARLOS MAGNO, HONORILTON GONÇALVES, RICARDO CIS e o pastor RANDAU (pai) e suas respectivas esposas.



     No primeiro dia, aguardaram no hotel. No segundo dia, um mensageiro entregou-lhes uma pasta contendo 450.000 dólares. As mulheres dos pastores esconderam o dinheiro nas calcinhas e, de madrugada, retornaram ao RIO de JANEIRO num jato fretado.
     Segundo CARLOS MAGNO de MIRANDA, os fatos teriam ocorrido entre 12 e 14 de dezembro de 1989.
     Os PROMOTORES do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) analisaram os REGISTROS AEROPORTUÁRIOS da POLÍCIA FEDERAL e – epa! – documentaram que, naqueles dias, os PASTORES da IGREJA UNIVERSAL realmente foram a MEDELLÍN, com escala em MANAUS.
     O MINISTÉRIO PÚBLICO, além disso, entrou em contato com AUTORIDADES AMERICANAS para poder interrogar o NARCOTRAFICANTE COLOMBIANO VÍCTOR PATIÑO, que foi preso em 2002 e EXTRADITADO para os Estados Unidos.
     Seu nome foi associado ao da IGREJA UNIVERSAL em 2005, quando a POLÍCIA COLOMBIANA descobriu que uma de suas propriedades em BOGOTÁ (Colômbia) – uma cobertura de 600 metros quadrados – era ocupada por MARIA HERNÁNDEZ OSPINA, que alegou ser representante de EDIR MACEDO.
     Uma das dificuldades dos PROMOTORES do Gaeco é que EDIR MACEDO tem CIDADANIA AMERICANA, dado confirmado oficialmente pelo CONSULADO.
     O MINISTÉRIO PÚBLICO já encaminhou todos os DOCUMENTOS do PROCESSO contra EDIR MACEDO aos ESTADOS UNIDOS, para que os AMERICANOS possam abrir um INQUÉRITO PRÓPRIO.
     A IGREJA UNIVERSAL, nos últimos dias, atrelou sua imagem à de LULA. É a mesma estratégia empregada por JOSÉ SARNEY. Um apoia o outro. Um defende o outro. EDIR MACEDO está com LULA e com DILMA ROUSSEFF. Agora e em 2010.
     Se a IGREJA UNIVERSAL tem um DIPLOMA do DIZIMISTA, assinado pelo Senhor JESUS CRISTO, DILMA ROUSSEFF tem um DIPLOMA de MESTRADO da UNICAMP, supostamente assinado pelo Senhor ESPÍRITO SANTO.
     O senhor EDIR MACEDO e o senhor LULA se entendem. Eles sabem CAPITALIZAR a FÉ.



Observações do escriba:


     1ª - Passados vinte anos (2009 – 1989 = 20), o conhecido jornalista Diogo Mainardi* trás à tona mais uma vez, a informação do envolvimento de dólares procedentes de NARCOTRAFICANTES COLOMBIANOS na compra da REDE RECORD.    

     2ª – Sendo a IURD uma “respeitável” entidade religiosa, é uma fachada quase perfeita para realizar e esconder trapaças MILIONÁRIAS.

    3ª – Um fato muito importante que poderá despertar a atenção dos leitores é a facilidade com que muitos dos integrantes da IURD conseguem vários PASSAPORTES.

     4ª – E, também, muitos deles têm RESIDÊNCIAS e/ou NEGÓCIOS em vários PAÍSES. Eles parecem entender muito bem de PARAÍSOS FISCAIS…





VÍCTOR PATIÑO FÓMEQUE.


    
1ª versão.


     Origem: - Wikipédia, a enciclopédia livre.



     Víctor Julio Patiño Fómeque (31 de janeiro de 1959 – 58 anos), apelidado de La Fiera ou El Químico é Traficante Colombiano, membro do CARTEL de CALI e mais tarde do Cartel Norte del Valle.  
     Patiño foi EXTRADITADO para os Estados Unidos onde, depois de negociar com a justiça desse país, ele está atualmente livre após ser DEPORTADO para a Colômbia ao cumprir sua sentença.
     La Fiera é o irmão do meio do membro do Cartel do Norte, Luis Alfonso Ocampo Tocayo, que foi torturado e morto por Juan Carlos Ramírez Abadía, quando descobriu que Tocayo estava colaborando com Agências dos EUA.



BIOGRAFIA.



     Ele é conhecido pelo apelido de "El Químico", um Ex-Policial, que em 1987 começou a conhecer sobre o MUNDO da MÁFIA, e que se tornou o transportador de COCAÍNA mais importante de Buenaventura e Tumaco para o mundo exterior.
     Víctor Patiño Fómeque, se entregou às Autoridades Colombianas em 24 de junho de 1995, apesar de ser um membro ativo do CARTEL de CALI.  
     Em 13 de fevereiro de 1996, ele foi condenado a 12 anos. Depois de recuperar sua liberdade, foi EXTRADITADO para os Estados Unidos em 06 de dezembro de 2002, para responder pelas acusações de Conspiração e Tráfico de Drogas por um Tribunal do Estado da Flórida.
     De acordo com um relatório das Autoridades dos EUA, Víctor Patiño é o líder de uma Organização dedicada ao Tráfico de Drogas desde 1987.
     No entanto, o pedido refere-se a atos cometidos após 17 de dezembro de 1997.
     Em sua primeira etapa no Tráfico de Drogas, Patiño trabalhou para o CARTEL de CALI, depois de desmontá-lo, estabeleceu sua própria Organização em aliança com Juan Carlos Ramírez Abadía, aliás, "Chupeta" e com seu meio-irmão, Luis Alfonso Ocampo Fómeque, membros do que era então conhecido como o nascente Cartel Norte del Valle.  
     De acordo com a acusação, durante o encarceramento, ele continuou suas atividades "através do uso de uma organização bem estabelecida, que recebeu ajuda de Funcionários Corruptos do Governo, bem como através do uso de Violência e Ameaças”.
     Nos Estados Unidos, ele decidiu colaborar com as Autoridades, tornando-se um testemunho chave da DEA, fornecendo informações para desmantelar os Cartéis de Droga na Colômbia.
     A Colaboração de Patiño Fómeque com a Justiça dos EUA levou seus Ex-Aliados a iniciar uma Sangrenta Vingança que matou 35 de seus parentes, associados, advogados, procuradores, contadores e amigos, incluindo seu meio-irmão, Luis Alfonso Ocampo Fómeque, também Traficante de Drogas.
     Em junho de 2008, sabia que Patiño havia Negociado sua Sentença e que seria libertado depois de entrar no Programa de Proteção de Testemunhas e expor os Traficantes de Drogas de alto nível do Cartel Norte del Valle como "Chupeta" e Diego Montoya, conhecido como “Don Diego”.
     Sabe-se também que Patiño traiu vários POLÍTICOS COLOMBIANOS.
     Algumas versões de Ex-Paramilitares apontaram que Patiño fez uma aliança com a Banda Criminosa Clan Úsuga, para destruir a Gangue Rival Los Rastrojos, com a intenção de exterminar os restos do Cartel Norte del Valle, como vingança pela morte de seu meio-irmão também conhecido como Tocayo, e que se presume ser o autor intelectual do assassinato de Lorena Henao, irmã de seu antigo parceiro, Orlando Henao.
     É preciso explicar que, depois de ter chegado novamente no Território Colombiano, teria continuado com sua Ação Criminal, ou talvez tenha sido Assassinado por ser um Informante.
     Mais tarde soube-se que é refugiado nos Estados Unidos, de onde lhe enviou uma carta.
     O Procurador-Geral da Colômbia, Eduardo Montealegre, onde anuncia que ele não declarará novamente em qualquer Processo Judicial argumentando que ele já disse tudo o que ele tinha a dizer ante as respectivas autoridades.



VEJA TAMBÉM.



CARTEL de CALI.
Tráfico de Drogas na Colômbia.



CATEGORIAS:





• Nascido em 1959.
• Homens.
• Vallecaucanos.
• Membros do CARTEL de CALI.  
• Membros do Cartel Norte del Valle.
• Traficantes de Drogas da Colômbia.
• Criminosos da Colômbia.



     Esta página foi editada por última vez em 1º de janeiro de 2018 às 20h57m.






VÍCTOR PATIÑO FÓMEQUE.



2ª versão.




Victor Patiño Fómeque, ex-chefão do CARTEL de CALI, volta a Traficar Drogas na Colômbia.



     Por Gordon Dillow, 22 de dezembro de 2013 e Julieta Pelcastre também contribuiu para este artigo.


    

     Violência no departamento do Valle del Cauca foi amplamente incentivada pelo ex-líder, que retornou ao país após cumprir sentença de quase duas décadas em uma Prisão Americana.
     Uma geração mais velha de NARCOTRAFICANTES do extinto CARTEL de CALI está ressurgindo para travar violentas lutas contra a geração mais nova de Traficantes de Drogas na região do Pacífico da Colômbia.
     Autoridades estimam que a violência tenha sido a causa de cerca de 2.000 mortes na região em 2013.
     As Forças de Segurança Colombianas relataram que o aumento da violência das gangues no departamento de Valle del Cauca foi fortemente incentivada pelo ex-chefão do CARTEL de CALI que retornou à Colômbia após cumprir sentença de quase duas décadas em uma Prisão Americana.
     O ex-barão das drogas do CARTEL de CALI, identificado apenas como "Señor de la R", foi DEPORTADO dos EUA para a Colômbia em 2012 após cumprir uma sentença de 18 anos, de acordo com entrevistas de autoridades colombianas de segurança publicadas no jornal El Tiempo.
     Após sua volta, ele restabeleceu seu próprio Grupo Criminoso e começou uma batalha contra a nova geração de grupos do Crime Organizado, exigindo controle sobre as rotas do tráfico e outras operações criminosas no departamento do Valle del Cauca.



FORÇAS de SEGURANÇA derrotaram o CARTEL de CALI.



     O “Señor de la R” é membro da família do ex-líder do CARTEL de CALI, Helmer "Pacho" Herrera, que se entregou às Forças de Segurança Colombianas em 1996 e foi Assassinado na Prisão dois anos depois, segundo El Tiempo.
     Herrera era o último dos sete principais chefões do CARTEL de CALI que as Forças de Segurança Colombianas capturaram em meados da década de 90.
     Essas e outras prisões dizimaram as hierarquias dos membros do CARTEL de CALI, que chegou a ser um dos maiores fornecedores de COCAÍNA do mundo.
     Com a sua extinção, a maior parte do Comércio de Drogas do Valle del Cauca foi assumida pelo Cartel do Norte del Valle (CNDV), embora logo ele tenha sido desmantelado por prisões, extradições e divergências internas.



A ASCENSÃO de Los Rastrojos.



     Com outros grupos do Crime Organizado dizimados, Los Rastrojos emergiram no início dos anos 2000 como a mais poderosa organização do Narcotráfico do Valle del Cauca.
     Eles começaram em 2002, como o braço armado do traficante de drogas Wilber Varela, vulgo “Jabón”.
     Los Rastrojos brigaram defendendo Jabón contra o Cartel do Norte del Valle, mas ele foi Assassinado em 2008.
     À época, Los Rastrojos funcionavam como um Grupo Independente do Narcotráfico. No início de 2006, Los Rastrojos expandiram rapidamente.
     Foi quando em 2012, três de seus principais líderes foram capturados, deixando-os desorganizados.



O RETORNO de "O Químico".



     Agora, a organização do Señor de la R luta contra os remanescentes de Los Rastrojos pelo controle do Valle del Cauca, de acordo com relatórios publicados.
     Ao mesmo tempo, Los Rastojos estão combatendo Los Urabeños, um grupo do Narcotráfico de estilo Paramilitar sediado na região centro-norte da Colômbia, mas que, agora, se expande para os domínios de Los Rastrojos.
     O Señor de la R não é apenas um ex-membro do alto escalão do CARTEL de CALI e um Ex-Presidiário dos EUA que ressurgiu no Comércio de Drogas no Valle del Cauca.
     Victor Patiño Fómeque, vulgo “O Químico”, voltou para a Colômbia em 2010 após cumprir pena nos EUA e ser conhecido por ter organizado uma potente aliança com Organizações Criminosas.
     O Químico era um alto líder do CARTEL de CALI quando se rendeu às Forças de Segurança Colombianas em 1995.
     Autoridades o EXTRADITARAM para os EUA para responder a Acusações Federais relacionadas ao Tráfico de Drogas.
     O Químico cumpriu pena de seis anos em uma prisão, após cooperar com Autoridades Americanas.
     Ao mesmo tempo em que ele fornecia informações às Autoridades dos EUA, seus ex-comparsas do Narcotráfico retaliavam matando membros de sua família, ao todo 35 pessoas, de acordo com relatos publicados.



UMA COALIZÃO do CRIME ORGANIZADO.



     Autoridades suspeitam que O Químico seja o líder de uma coalizão de filhos e outros parentes de ex-membros do Cartel do Norte del Valle, que se uniram a Los Urabeños para lutar contra Los Rastrojos pelo controle das Rotas do Narcotráfico e outros empreendimentos criminosos.



FORÇAS de SEGURANÇA DEVEM PERMANECER VIGILANTES.



     Em um constante esforço para reprimir a violência, o governo colombiano enviou centenas de forças de segurança adicionais e intensificou as patrulhas no Valle del Cauca.
     As forças de segurança colombianas devem permanecer vigilantes, disse Raul Benitez Manaut, um analista de segurança na Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).
     Muitos Traficantes de Drogas Colombianos que foram EXTRADITADOS para os Estados Unidos no final da década de 80 e início de 90 agora estão completando suas Sentenças na Prisão e estão retornando para seu país natal, disse Benitez Manaut.
     “Alguns Narcotraficantes estão retornando sem dinheiro algum ou contatos para continuar no Negócio do Tráfico de Drogas e muitos deles não querem problemas com as Forças de Segurança”, disse o analista de segurança.
     “Entretanto, outros estão voltando com um pouco de dinheiro e alguns contatos, e estão retornando ao Narcotráfico”.
     Aqueles que já estão ativos, como o ‘R’, estão buscando reviver o antigo negócio através da Violência, Assassinato e Traição.
     “As novas gerações de Traficantes de Drogas não vão ceder facilmente o controle de suas organizações.”
     As Forças de Segurança Colombianas devem continuar a vigiar de perto os velhos Traficantes de Drogas que retornaram ao país após cumprir longas penas na prisão, disse Benitez Manaut.
     “Essas pessoas podem se tornar um problema sério para a sociedade e para as Forças de Segurança”, afirmou.
     “O governo colombiano tem o desafio de vigiar cada um dos chefões que está voltando para o país e utilizar a inteligência para detectar os que estão retornando ao Tráfico de Drogas.





Diogo Mainardi*



     Origem: - Wikipédia, a enciclopédia livre.




      Diogo Briso Mainardi (São Paulo, 22 de setembro de 1962 – 55 anos) é um escritor, produtor, roteirista de cinema e colunista brasileiro.
     Nos últimos anos, tornou-se um nome conhecido no Brasil, principalmente devido à sua coluna semanal na Revista VEJA, onde escrevia críticas à sociedade brasileira e às tendências políticas em geral.
     É um crítico constante de governos de esquerda, em particular o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, sobre quem escreveu o livro “Lula É minha Anta”, que reúne uma coletânea de crônicas sobre o escândalo do Mensalão publicadas pelo autor na VEJA. É irmão do cineasta Vinícius Mainardi.
     Atualmente apresenta o Manhattan Connection e faz publicações em O Antagonista.



BIOGRAFIA.



     Filho do publicitário Enio Mainardi, seus pais moravam num kibutz em Israel e retornaram ao Brasil pouco antes do nascimento de Diogo.
     Diogo viveu mais de catorze anos em Veneza, na Itália.
     Depois, mudou-se para o Rio de Janeiro, mas voltou a morar na Itália.
     Antes de morar em Veneza, ingressou na London School of Economics, mas só concluiu o primeiro ano.
     Em 1980, na cidade de Londres, na Inglaterra, conheceu Ivan Lessa, a quem considera, ao lado de Paulo Francis, seu mentor.
     Segundo o próprio Mainardi, ele abandonou os estudos universitários para poder ler os livros que Ivan Lessa lhe emprestava.
     Mudou-se então para a Itália, onde se casou com uma italiana, com quem hoje tem dois filhos.
     O primeiro, devido a um ERRO MÉDICO no PARTO, sofre de PARALISIA CEREBRAL, o que obrigou Mainardi a voltar a morar no Brasil, na cidade de Rio de Janeiro.
     Ainda em Veneza, ao trabalhar como colunista de Veja, tornou-se um forte crítico do governo do partido dos trabalhadores, em especial, do agora ex-presidente Lula.
     Em sua coluna na revista, Mainardi tece comentários polêmicos, na maior parte das vezes dirigidas à classe política em geral: - "Brasil não tem partido de direita, de esquerda, de nada, tem um bando de salafrários que se reúnem pra roubar juntos”.
     Diogo Mainardi foi citado em um telegrama diplomático americano vazado pelo WikiLeaks e intitulado "10RIODEJANEIRO32", que menciona um "almoço reservado" no dia 02 de fevereiro de 2010, onde ele teria se encontrado com o cônsul norte-americano do Rio de Janeiro.
     Segundo o documento, na ocasião Diogo disse em sua coluna propondo Marina Silva como a candidata ideal a vice na chapa de José Serra nas eleições presidenciais daquele ano foi baseada em um almoço entre ele e o então pré-candidato à presidência, que teria dito que Marina era sua "companheira de chapa dos sonhos".



TRABALHOS - A COLUNA em VEJA.



     No início de sua coluna semanal em Veja, em 1999, os temas principais de Mainardi eram Literatura e Arte.
     Passou três anos escrevendo sobre cultura. Em 2002 abandonou o tema e passou a tratar de política e economia.
     O texto simbólico indicativo dessa mudança é "A cultura me deprime", um resumo de suas impressões sobre a cultura: - "As páginas de cultura não forneceram um único assunto que valesse dez minutos de conversa despretensiosa, numa mesa de restaurante.
     O ambiente cultural se acostumou à ideia de que não tem nada de relevante para acrescentar à realidade.
     Esse papel passou a ser cumprido, sobretudo pelos economistas, que cultivam o gosto pela polêmica e pelo paradoxo, gerando as melhores discussões na sociedade. Quanto à cultura, tornou-se um blefe”.
     Mainardi afirma ser ateu. Faz críticas frequentes à religião e ao misticismo em geral, apresentando-se sempre como cético.



PROGRAMA de TV.



     Mainardi integra, em 2004, a equipe de apresentadores do programa dominical Manhattan Connection, transmitido pelo canal de TV por assinatura Globo News (anteriormente pelo GNT).



ROTEIROS PARA o CINEMA.



     Como roteirista, escreveu 16060 (1995) e Mater Dei (2000), filmados por seu irmão, o cineasta Vinícius Mainardi.
     Segundo Mainardi, seu filme não usou verba pública: - Mater Dei foi custeado pelos próprios irmãos Mainardi e pelo empresário brasileiro João Paulo Diniz.
     Os protagonistas do filme são Carolina Ferraz, Dan Stulbach e Gabriel Braga Nunes.


OBRA BIBLIOGRÁFICA.



     Malthus (1989), pelo qual ganhou o Prêmio Jabuti em 1990.

     Arquipélago (1992).

     Polígono das Secas (1995), onde questiona os mitos sertanejos e a literatura brasileira neles baseada.

     Contra o Brasil (1998).

     Pimenta Bueno, um anti-herói que percorre o livro de ponta a ponta repetindo frases de figuras históricas reais que proferiram as mais diversas imprecações contra o Brasil.

     A Tapas e Pontapés (2004).

     Lula É minha Anta (2007).

     A Queda (2012). Nesse livro ele conta a história de seu filho Tito, que sofre de PARALISIA CEREBRAL devido a um ERRO MÉDICO durante o PARTO.



     Diogo também traduziu Le città invisibili ("As cidades invisíveis"), de Ítalo Calvino, Como Faço o que Faço e Talvez Inclusive o Porquê, de Gore Vidal, e Um Punhado de Pó, de Evelyn Waugh.



RÁDIO.



     Mainardi participou da Cobertura da Copa do Mundo 2010, na África do Sul, fazendo comentários na Rede Jovem Pan.





INTERNET.



     Desde 1º de janeiro de 2015 Mainardi se dedica a um site informativo e opinativo sobre política e economia chamado O Antagonista, fundado por ele e Mario Sabino.



ESTILO.



     Em seus textos, Mainardi tenta unir temas aparentemente díspares a fim de enriquecer a narrativa e explicitar seus argumentos.
     Como, por exemplo, em "Corra, Diogo, corra!", em que Mainardi combina o cantor Caetano Veloso, a bomba nuclear iraniana e o renascentista Ticiano com análises técnicas de investimentos na bolsa de valores para concluir, inesperadamente: "Se o investimento der certo, nunca mais farei um artigo. Se der errado, terei de me transformar num colunista baiano”.
     Mainardi é ciente da parcela de artificialidade do procedimento. Tanto que, já pelos idos de agosto de 2000, escreveu "A ilusão de significado", texto em que se utiliza escancaradamente do expediente.
     Logo no primeiro parágrafo, elenca os temas da crônica, aparentemente sem qualquer relação aparente: "Nem sei por onde começar: - Edgar Allan Poe, hambúrgueres de frango, Mobutu, o sequestrador filipino ou embriões humanos. Talvez seja melhor começar com o senador Joseph Lieberman, candidato à vice-presidência dos Estados Unidos pelo Partido Democrata."
     E, após discorrer sobre todos eles, explicitando as imprevistas relações ocultas, conclui, mas não sem a devida ironia: "O tempo todo somos bombardeados por notícias. Com um pouco de sorte, elas acabam estabelecendo conexões em nossa cabeça, o que gera uma ilusão de significado, como aconteceu comigo nesta semana. Por falta de espaço, só não consegui falar sobre o sequestrador filipino, mas juro que tinha a ver com Poe."
     Voltaire e Jonathan Swift são autores recorrentes em sua obra. Sobre o segundo, já disse: "Não sei, não, mas, se me perguntassem, eu diria que é o maior escritor de todos os tempos. (…) representa o elo perdido da literatura. O caminho que esta poderia ter tomado e não tomou".
     E, sobre o primeiro, não foi menos exaltado no título de seu texto de 1995: "Furacão libertário".
     Ao descrever estes autores, Mainardi costuma ressaltar as qualidades que refletem características de seu próprio estilo. Sobre Voltaire: - "A sua ironia mordaz não se reduz a inofensivas tiradas de efeito ou jogos de palavras. É muito mais cruel, (…) a destruição lógica dos mitos através da leitura atenta dos próprios mitos”.
     Sobre Swift: - "O estilo paródico (…), a lógica alucinada (…), não interessa profundidade psicológica, ambigüidade de caráter e questionamento da alma humana. (…) nos considera muito mais rudimentares (…), previsíveis”.



Ver também.


Manhattan Connection.

O Antagonista.

Veja.



     Observação do escriba: - Na Wikipédia estão disponíveis 16 referências sobre Diogo Mainardi.




CATEGORIAS:


Nascidos em 1962.

Anticomunistas do Brasil.

Escritores de São Paulo.

Jornalistas de São Paulo.

Roteiristas do Brasil.

Naturais de São Paulo (cidade).

Ateus do Brasil.


     Esta página foi editada pela última vez às 06h11min de 17 de abril de 2018.




     A luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil) continua, e a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA, também continua.
      Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. Boa leitura, boa saúde, pensamentos positivos e BOM DIA.
     ARACAJU, capital do Estado de SERGIPE, localizado no BRASIL, Ex-PAÍS dos fumantes de CIGARROS e futuro “PAÍS dos MACONHEIROS”. Sexta-feira, 04 de maio de 2018.




                  
            Jorge Martins Cardoso – Médico – CREMESE – 573.



     FONTES: (1) – INTERNET. (2) – Wikipédia. (3) – LIVRO – A VERDADEIRA HISTÓRIA DA IGREJA UNIVERSAL. Autor: - Um Ex-Advogado da IURD, GRIGORE AVRAM VALERIU – Publicado em 2008 em Aracaju. (4) – Jornalista Diogo Mainardi (2009).  (5) – OUTRAS FONTES.  

jorge martins
Enviado por jorge martins em 04/05/2018
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.


Comentários


 
Site do Escritor criado por Recanto das Letras