Jorge Martins Cardoso

 

Um eterno aprendiz



Textos

A LIBERDADE... A VONTADE... "RETROSPECTIVA envolvendo a RECORD e o suposto TRÁFICO de COCAÍNA!" E a IURD o que tem a ver com isto? (IV parte).





A LIBERDADE... A VONTADE... “RETROSPECTIVA envolvendo a RECORD e o suposto TRÁFICO de COCAÍNA!” E a IURD o que tem a ver com isto? (IV parte).





TEXTO EXTRA.



INTERVENÇÃO MILITAR! Por Quê?


TRÁFICO de DROGAS e de ARMAS! Por Quem?




CONGRESSO aprova DECRETO de INTERVENÇÃO FEDERAL no Rio de Janeiro. Entenda o que a medida significa.



     Por Amanda Rossi - Da BBC Brasil em São Paulo - 21 de fevereiro de 2018.




     “Foto: - Direito de imagem EPA Image caption - Intervenção federal vai além do emprego de tropas militares no Rio de Janeiro. Na verdade, significa que toda a gestão da segurança do Estado será feita pelo governo federal”.


     O SENADO aprovou nos últimos minutos desta terça-feira o DECRETO assinado pelo presidente Michel Temer que determine a INTERVENÇÃO FEDERAL no Estado do Rio de Janeiro, deixando a segurança pública fluminense sob responsabilidade de um INTERVENTOR MILITAR, que responde ao presidente da República.
     O placar foi de 55 votos favoráveis, 13 contrários e uma abstenção.
     Horas antes, na madrugada de terça-feira, a matéria havia sido chancelada pela CÂMARA dos DEPUTADOS.
     Na casa, o texto foi aprovado por 340 votos a favor e 72 contra, além de uma abstenção.
     Assim, a segurança pública do Rio sai da esfera estadual e vai para a federal, com comando militar, até 31 de dezembro de 2018.
     Assim como diversos Estados do país, o Rio de Janeiro vive uma crise de segurança. Episódios de violência durante o Carnaval teriam influenciado a tomada de decisão pelo governo.
     A intervenção federal nos Estados está prevista na Constituição de 1988, mas nunca tinha sido aplicada até agora.
     Segundo o governo Temer, o objetivo da medida é "conter grave comprometimento da ordem pública", mas ainda não está definido concretamente como será essa intervenção.
     "O que o cidadão poderá sentir e ter é um sistema muito mais robusto de segurança social, com coordenação mais estreita, capacidade operacional maior, inteligência bem mais integrada", declarou o ministro da Defesa, Raul Jungmann.
     Abaixo, saiba mais sobre a intervenção federal no Rio de Janeiro, inédita no Brasil.


     “Foto: - Image caption - Temer assina intervenção ao lado de Rodrigo Maia e Luiz Fernando Pezão / Foto: Beto Barata/PR”.



01. O que é a intervenção federal no Rio de Janeiro?


    
     O governo federal fará uma intervenção na área de segurança pública no Estado do Rio de Janeiro até 31 de dezembro deste ano.
     Com isso, a responsabilidade de gerir essa área, que é estadual, passa para as mãos do governo federal, que será representado por um interventor.
     Foi nomeado para o cargo o General do Exército Walter Braga Netto, que lidera o Comando Militar do Leste (Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo).
     Com isso, o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Roberto Sá, entregou o cargo.
     A partir de agora, o interventor passa a ter total poder para gerir a segurança pública fluminense, controlando a Polícia Civil, a Polícia Militar, os bombeiros e administração penitenciária.
     Mas, por enquanto, não há definição de estratégias.
     "Eu recebi a missão agora. Nós vamos entrar numa fase de planejamento. No momento, não tenho nada que eu possa adiantar para os senhores. Vamos fazer um estudo, vamos conversar com todos”.
     “E nossa intenção é fortalecer ainda mais o sistema de segurança do Rio de Janeiro, para voltar a atuar conforme merece a população carioca", afirmou Braga Netto no fim da última semana.
     O interventor não terá qualquer controle sobre outras áreas da administração fluminense. Nem sobre outros poderes - As atividades do Ministério Público Estadual, por exemplo.
     Na prática, o que pode ocorrer é uma reorganização das forças de segurança. "Não tem gente nova, os recursos são os mesmos. As polícias já estão nas ruas do Rio. O Exército também. O que poderá ser feito é que as forças de segurança sejam alocadas de forma diferente e reestruturadas. Não haverá uma mudança de um dia para o outro", explica Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.


“Foto: - Image caption - O Rio de Janeiro já vinha recebendo operações das Forças Armadas e da Força Nacional / Foto: Rania Rego/Ag Brasil”.



02. Qual a diferença entre a intervenção federal e as outras ocasiões em que Exército e Força Nacional atuaram no Rio?



     Até hoje, o Rio de Janeiro e outros Estados tinham sido auxiliados pela União na gestão da segurança pública por meio das operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e do emprego da Força Nacional.
     As operações de GLO permitem a atuação das Forças Armadas na segurança pública, de forma excepcional, em momentos de grave perturbação da ordem e esgotamento das forças tradicionais de segurança.
     Da mesma forma, a Força Nacional é uma força de segurança federal, usada para auxiliar as operações de segurança dos Estados, após solicitação dos mesmos.
     Tanto durante as operações da GLO como durante o emprego da Força Nacional, os governos estaduais continuam responsáveis pela gestão da segurança pública. As atividades das forças da União são coordenadas com os Estados.
     Já na intervenção federal no Rio de Janeiro, toda a segurança pública fluminense sai da esfera estadual e fica sob o comando do interventor militar.
     Ou seja, não se trata apenas do emprego das Forças Armadas ou de forças federais. Mas sim da gestão federal de uma área que antes era coordenada pelo poder estadual.
     "O emprego da GLO e da Força Nacional ocorrem de forma emergencial, pontual - Um conjunto de policiais ou militares é enviado para ajudar a solucionar uma crise aguda. Já a intervenção assume a gestão e administração de toda a segurança pública", explica Sérgio de Lima.
     "Na intervenção federal, o interventor pode adotar atos que o governador ou o secretário tomariam.
     Isso é algo impensável na GLO. Na GLO, os atos do governo estadual não ficam suspensos", explica Eloísa Machado, professora da FGV e especialista em política constitucional.
     "A intervenção federal é uma medida muito mais drástica que a GLO, sinal de uma anormalidade institucional grave."



03. O que diz a Constituição sobre a intervenção federal?



     A Constituição de 1988 prevê a intervenção federal nos Estados, mas o instrumento nunca antes tinha sido acionado. Ele prevê a nomeação de um interventor federal para solucionar um grave problema estadual, removendo as autoridades locais.
     Entre os cenários passíveis de intervenção está a necessidade de "pôr termo a grave comprometimento da ordem pública" - que está sendo aplicado no Rio de Janeiro.
     Outras opções possíveis para a intervenção são reorganizar as finanças do Estado ou repelir invasão estrangeira.
     A intervenção federal precisa ser feita por decreto, estipulando prazo e condições, e deve ser submetida à aprovação do Congresso Nacional.
     A Constituição não é clara sobre como seria uma intervenção federal. Não menciona, por exemplo, a possibilidade de haver uma intervenção em uma área específica da administração estadual, como a segurança pública.
     Por isso, Sérgio de Lima acredita que há espaço para contestação legal: - "O risco de judicialização é gigantesco".


     “Foto: - Image caption - O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, da Defesa, Raul Jungmann, e o Comandante Militar do Leste, General Braga Netto, falam sobre o decreto de intervenção no Rio / Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil”.



04. Qual a diferença entre intervenção federal, Estado de Defesa e Estado de Sítio?



     O ministro da Defesa afirmou que a intervenção federal só está abaixo do Estado de Sítio e do Estado de Defesa.
     Mas, ao contrário das duas últimas, não implica em "qualquer transferência de responsabilidade entre as instituições. Tudo permanece como antes".
     Em uma intervenção legal, não estão suspensos os direitos fundamentais do cidadão, como o direito de ir e vir, de protestar, de se reunir, a exigência de mandato judicial para busca e apreensão em domicílio, a prisão apenas sob circunstâncias legais e o direito ao devido processo legal.
     A única diferença em relação ao estado normal é que o governo federal assume, provisoriamente, um poder estadual.
     "A intervenção federal é a flexibilização excepcional e temporária da autonomia dos Estados. Não há nenhum tipo de restrição de direitos", explica Eloísa Machado.
     Já o Estado de Defesa e o Estado de Sítio são momentos de exceção constitucional, levando à suspensão de direitos fundamentais.
     O Estado de Defesa pode ser acionado, por exemplo, para responder a calamidades naturais.
     E o de Sítio, em casos de guerra.
     "A intervenção federal não suspende os direitos das pessoas. É uma questão puramente de administração pública. A população não poderá ser vítima de nenhum ato de violação de direitos sob justificava da intervenção", complementa Sérgio de Lima.



05. Qual o impacto dessa medida fora do Rio de Janeiro?



     O impacto da medida extrapola o Rio de Janeiro, uma vez que a Constituição prevê que, durante uma intervenção federal, não pode haver qualquer alteração constitucional no país. Isso inviabilizaria, por exemplo, a Reforma da Previdência.
     Porém, o governo Temer informou nesta sexta-feira que pretende anular a intervenção federal no Rio de Janeiro momentaneamente, com objetivo de votar a Reforma da Previdência.
     Nesse caso, a figura do interventor deixaria de existir, deixando um vácuo no comando da segurança pública fluminense.
     Segundo o governo Temer, seria então acionada, provisoriamente, a Garantia da Lei e da Ordem, até o término da votação da reforma.
     Além disso, o fato de o governo federal assumir a segurança pública de um Estado pela primeira vez pode fazer outras regiões do país cobrarem medidas semelhantes.


     “Foto: - Direito de imagem AFP Image caption - Militares na rua já são algo comum no Rio”.



06. Por que essa medida está sendo tomada no Rio de Janeiro, e não em outros Estados?



     O Rio de Janeiro vive uma grave crise de segurança pública, com aumento do número de homicídios, de mortes de policiais e confrontos com criminosos. Porém, outros Estados vivem emergências de segurança tão ou mais agudas.
     Enquanto a taxa de homicídios no Rio de Janeiro foi de 32 por 100 mil habitantes em 2017, no Acre foi de 55 por 100 mil e, no Rio Grande do Norte, de 69 por 100 mil.
     Só no início deste ano, o Ceará teve a maior chacina da sua história, seguido de um massacre no sistema prisional.
     No Rio Grande do Norte, forças de segurança entraram em greve, ampliando o cenário de violência. Goiás viveu uma série de rebeliões no sistema prisional.
     Além disso, no ano passado, massacres no sistema prisional do Amazonas e de Roraima lançaram luz sobre a expansão da disputa das facções criminosas pelo país.
     No Espírito Santo, a Polícia Militar paralisou suas atividades, gerando uma onda inédita de violência no Estado.
     O antes pacato Acre se tornou o Estado onde a violência mais cresce no país, com decapitações e execuções bárbaras.
     "Essa intervenção no Rio de Janeiro é fruto da conveniência política do governo Temer. Vários Estados poderiam se enquadrar (em uma intervenção federal na segurança pública)”.
    “Não tem como dizer que o Rio de Janeiro é um caso mais grave do que outros Estados, como Goiás, Rio Grande do Norte, Ceará, Espírito Santo", avalia Sérgio de Lima.
     O governador fluminense Luiz Fernando Pezão é do mesmo partido de Temer, o MDB.



07. É uma intervenção militar?



     "Não é intervenção militar. Nunca passou isso pela nossa cabeça. É uma intervenção federal, na qual o interventor é um general", afirmou o ministro da Defesa Jungmann.
     Porém, além de escolher um general como interventor, o decreto do governo federal estipula que o cargo é de natureza militar.
     "A previsão constitucional de intervenção federal não é um instrumento de intervenção militar. Não é para troca de governo civil por governo militar. Mas o governo está substituindo uma autoridade civil por uma militar. É um retrocesso democrático", opina Eloísa Machado.
     Segundo ela, a natureza militar do cargo faz com que o interventor fique sob jurisdição militar, não civil.
     Em entrevista à imprensa, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional General, Sérgio Etchgoyen, foi questionado sobre a intervenção militar não poder colocar a democracia em risco.
     "As Forças Armadas jamais foram ameaça à democracia em qualquer tempo, após a redemocratização. Ameaça à democracia é a incapacidade de as polícias estaduais em enfrentarem a criminalidade", respondeu.
     Por outro lado, intervenção federal de natureza militar acaba jogando no colo das Forças Armadas uma atribuição que não é sua - a segurança pública.
     Isso poderia prejudicar a execução de outras atividades de responsabilidade militar.
     "A intervenção tira a capacidade de resposta do Exército a atividades que são exclusivas a ele, como fiscalização de ARMAS e EXPLOSIVOS", afirma Sérgio de Lima.
     O comandante das Forças Armadas, general Eduardo Villas Bôas, já declarou publicamente sua preocupação com a frequência do uso das forças militares na segurança pública.
     "Preocupa-me o constante emprego do Exército em intervenções (GLO) nos Estados. Só no Rio Grande do Norte, as Forças Armadas já foram usadas três vezes em 18 meses”.
     “A segurança pública precisa ser tratada pelos Estados com prioridade zero. Os números da violência corroboram as minhas palavras", afirmou em postagem no Twitter em 30 de dezembro.


08. Como foi a votação do decreto no Congresso?



     “Foto: - Direito de imagem Reuters Image caption - Na Câmara, intervenção federal no Rio foi aprovada com ampla maioria”.



     O assunto passou primeiro pela Câmara e depois pelo Senado. Na sessão ocorrida na Câmara, a relatora do decreto, deputada Laura Carneiro (MDB-RJ), recomendou a aprovação do decreto, mas indicou a necessidade de um decreto complementar que garanta recursos federais para a área de segurança do Rio de Janeiro.
     Informações iniciais levantadas pela equipe da deputada apontam que o orçamento estadual do Rio de Janeiro está comprometido com o pagamento de salários, e não há margem para investimento.
     O decreto de Temer estabelece apenas que o interventor poderá requisitar recursos financeiros do Estado do Rio de Janeiro. Não menciona recursos federais.
     A sessão de votação na Câmara durou mais de sete horas, mas, ao final, o texto passou por ampla maioria - 340 votos a favor e 72 contra.
     O presidente do Senado, senador Eunício Oliveira (MDB-CE), logo acenou que a votação na casa ocorreria assim que o texto chegasse da Câmara. A sessão no Senado durou cerca de quatro horas.
     Na CÂMARA dos DEPUTADOS, a OPOSIÇÃO tentou obstruir a VOTAÇÃO, sem sucesso.
    


Observações do escriba:



     1ª - A chamada oposição – PT (PETRALHAS), PCB, PC do B, PSOL, etc., tentaram impedir a VOTAÇÃO. A orientação veio das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia)? Para os “oposicionistas” quanto pior melhor!

     2ª – O CARTEL de CALI manteve algum contado com algum falso bispo da IURD? Durante muito tempo falsos bispos da IURD deram sustentação política ao desgoverno do MOLUSCO e ao desgoverno da ex-guerrilheira DILMA!    

  
     Ao aprovar o DECRETO de INTERVENÇÃO FEDERAL, o CONGRESSO estaria abrindo mão de realizar votações de matérias que alteram a CONSTITUIÇÃO, como a REFORMA da PREVIDÊNCIA.
     Isso ocorre porque a CONSTITUIÇÃO prevê que, durante vigência de uma INTERVENÇÃO FEDERAL, está vedada qualquer ALTERAÇÃO CONSTITUCIONAL no PAÍS.






33ª parte – BANCADA EVANGELISTA – 27 de dezembro de 2017.




     FRENTE PARLAMENTAR EVANGÉLICA, ou simplesmente BANCADA EVANGÉLICA, é um termo aplicado a uma FRENTE PARLAMENTAR do CONGRESSO NACIONAL, composta por POLÍTICOS EVANGÉLICOS de partidos políticos distintos.  
     Em 2013, foram considerados líderes da bancada os parlamentares JOÃO CAMPOS (PSDB-GO), ANTHONY GAROTINHO (PR-RJ) – preso e solto três vezes –, EDUARDO CUNHA (PMDB-RJ) – ainda continua preso -, LINCOLN PORTELA (PR-MG) e o senador MAGNO MALTA (PR-ES).
     A BANCADA EVANGÉLICA no parlamento titular eleita em 2014, é composta, em setembro de 2016, por 87 deputados (as) federais e 03 senadores, num total de 90 parlamentares.
     Os evangélicos da IGREJA ASSEMBLÉIA de DEUS são 26. Os evangélicos da IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS são 11. E os evangélicos da IGREJA BATISTA são 12. Os demais parlamentares da BANCADA EVANGÉLICA seguem distribuídos em 22 outras DENOMINAÇÕES EVANGÉLICAS DIFERENTES.



Observações do escriba:


     1ª - Os evangélicos espertalhões pretendem, e não duvido muito, através de Emenda Constitucional, proibir o uso do vocábulo TRIBUNA no CONGRESSO NACIONAL. O novo vocábulo que será permitido usar será PÚLPITO.
     2ª - O verbo TRIBUNAR será substituído pelo verbo PULPITAR. Os filólogos que se lixem!
     3ª – E, como bons CURANDEIROS que são, irão também mudar os rumos da CARDIOLOGIA: - No glossário médico ao invés de PALPITAÇÕES surgirá o termo PULPITAÇÕES.        


     CRÍTICAS e CONTROVÉRSIAS – Na matéria “VINDE a MIM os ELEITORES”, de 23 de março de 2013, a Revista VEJA publicou: - “A BANCADA EVANGÉLICA também não foge à regra no CONGRESSO NACIONAL quando o assunto são Denúncias de Corrupção”.
     “Dos atuais 73 integrantes da CÂMARA dos DEPUTADOS, 23 respondem a processo no SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF)”.
     “Há acusados de Corrupção, Peculato (desvio praticado por servidor público), Crime Eleitoral, Uso de Documento Falso, Lavagem de Dinheiro e Estelionato”.
     “Há até um condenado a prisão que pode ir para a cadeia em breve, que tem pena de treze anos e quatro meses a cumprir”.  


     Observação do escriba: - Podemos supor e apenas supor, que alguns deles estejam envolvidos com o TRÁFICO de DROGAS e/ou com o TRÁFICO de ARMAS.







34ª parte – OPERAÇÃO ANACONDA – 1º de janeiro de 2018.




     A OPERAÇÃO ANACONDA, realizada em 2003 pela POLÍCIA FEDERAL BRASILEIRA, desarticulou um ESQUEMA de VENDA de SENTENÇAS, descoberto no Estado de São Paulo, Brasil.  
      Um dos principais mentores ou talvez o principal mentor, foi o JUIZ FEDERAL JOÃO CARLOS da ROCHA MATTOS. Preso, ainda em 2003, foi condenado a 12 anos prisão por “Formação de Quadrilha”. Ficou quase oito anos na cadeia, passando para prisão domiciliar em abril de 2011.
     Foi condenado outra vez em abril de 2015, a 17 anos de prisão pelos Crimes de Lavagem de Dinheiro e Evasão de Divisas.  

    


Observações do escriba:


     1ª - O nome deste juiz e da OPERAÇÃO ANACONDA é mencionado no livro do ex-advogado da IURD, GRIGORE AVRAM VALERIU – “A VERDADEIRA HISTÓRIA da IGREJA UNIVERSAL”, nas páginas 171 e 172.

     2ª - Foi este juiz quem determinou a “Ordem de Prisão” contra o Bispo EDIR MACEDO devido às denúncias feitas pelo ex-sócio e ex-bispo da IURD, CARLOS MAGNO de MIRANDA.

     3ª – Dentre as denúncias de CARLOS MAGNO de MIRANDA, consta o recebimento de milhões de dólares de um TRAFICANTE de DROGAS colombiano, pertencente ao CARTEL de CALI.

     4ª – O próprio CARLOS MAGNO de MIRANDA e sua esposa foram pessoalmente até Bogotá receber os dólares. Eles estavam acompanhados por outros casais da IURD.

     5ª – O ex-advogado da IURD, GRICORE AVRAM VALERIU, posteriormente, - ainda não sabemos exatamente por qual motivo -, alterou o nome do livro “A VERDADEIRA HISTÓRIA da IGREJA UNIVERSAL”, para o nome “DEUS é JUSTO”.  








35ª parte – JOÃO CARLOS da ROCHA MATTOS – 1º de janeiro de 2018.




     João Carlos da Rocha Mattos é um ex-magistrado brasileiro, preso pela POLÍCIA FEDERAL, durante a OPERAÇÃO ANACONDA.
     As primeiras acusações por suspeitas de VENDAS de SENTENÇAS datam do fim da década de 1980. De acordo com os denunciantes, eram cobrados dois milhões de dólares para beneficiar uma das partes.




Observações do escriba:


     1ª – Segundo consta na Wikipédia: - “As primeiras acusações por suspeitas de VENDAS de SENTENÇAS datam do fim da década de 1980”.

     2ª – Segundo consta na Wikipédia e em outras fontes: - “A tenebrosa compra da REDE RECORD ocorreu em 1989, portanto, no fim da década de 1980”.  








36ª parte – POLÍCIA FEDERAL acredita que a compra da RECORD pode ter sido irregular – 1º de junho de 2012.





     O CRIME de LAVAGEM de DINHEIRO vai ser novamente investigado, mesmo tendo passado 20 anos da compra da Emissora RECORD.  
     Esta semana a POLÍCIA FEDERAL encaminhou ao MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL e à JUSTIÇA FEDERAL um relatório para que a compra da REDE RECORD pela IGREJA UNIVERSAL do REINO de DEUS (IURD), seja investigada.


Observações do escriba:


     1ª – As tratativas iniciais para a compra da REDE RECORD foram realizadas em 1989.

     2ª – Ao que tudo indica a concessão final só foi concluída no final do governo COLLOR, ou no início do governo ITAMAR FRANCO em 1992.

     3ª – O CONFISCO que ocorreu em 1990 – e que durou aproximadamente 18 meses –, nas POUPANÇAS e nas CONTAS CORRENTES, deixou “pastores” e falsos pastores, “bispos” e falsos bispos, “profetas” e falsos profetas, enfim, a maioria dos endinheirados aparentemente “pelados” do ponto de vista financeiro.

     4ª – Nestas circunstâncias, um negócio ou “negociata” de 45 milhões de DÓLARES, só poderia ser feita com muita “negociata” mesmo. Daí a expressão cínica de EDIR MACEDO: - “Para JESUS até gol de mão vale”!        

     5ª – Na época, a COLÔMBIA exportava DROGAS principalmente para os Estados Unidos da América. O maior consumidor de COCAÍNA eram os EUA. E as negociações eram realizadas em DÓLARES. E, na época, na COLÔMBIA não houve CONFISCO! Daí os DÓLARES nas calcinhas... Entendem?


     O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL deve decidir se vai abrir ou não um processo formal para averiguar o caso mencionado pelo relatório do Delegado Federal HÉLIO KRISTIAN, da DELEGACIA de POLÍCIA FAZENDÁRIA, da POLÍCIA FEDERAL do Rio de Janeiro.
     (...) Por esse motivo, 14 pessoas foram citadas nesse relatório:

    
     01 – Edir Macedo Bezerra (O Chefão).
     02 – Silvia Jane Hodge Crivella - (mulher de Marcelo Crivella).
     03 – Odenir Laprovita Vieira - (ex-deputado federal).
     04 – Carlos Alberto Rodrigues - (“bispo” Rodrigues).
     05 – Múcio Athaíde - (empresário).
     06 – Ester Eunice Rangel Bezerra (mulher do Chefão).
     07 – Honorilton Gonçalves da Costa (“bispo” Honorilton).
     08 – Alba Maria Silva Costa.
     09 – José Antônio Alves Xavier.
     10 – Claudemir Mendonça de Andrade.
     11 – José Fernando Passos da Costa.
     12 – Márcio de Lima Araújo.
     13 – João Monteiro de Castro dos Santos.
     14 – Demerval Gonçalves.
    


     LAPROVITA VIEIRA seria o responsável no Brasil pelas instituições financeiras INVESTHOLDING e CABLEINVEST, sediadas nas ILHAS CAYMAN e na ILHA de JERSEY, e de acordo com a POLÍCIA FEDERAL essas empresas eram mantidas pela IGREJA UNIVERSAL do REINO de DEUS (IURD).  


     Observação do escriba: - O ex-sócio e ex-bispo da IURD, CARLOS MAGNO de MIRANDA, não menciona LAPROVITA VIEIRA em sua entrevista. Já o ex-fiel e ex-advogado da IURD, GRIGORE AVRAM VALERIU, menciona LAPROVITA VIEIRA em seu livro, como sendo um dos líderes da IURD.








37ª parte – No REINO do BISPO – Por Marceu Vieira – 13 de dezembro de 2010.





     O governador ANTHONY GAROTINHO negocia o apoio de EDIR MACEDO para a campanha à PRESIDÊNCIA.
     Cresce na Cúpula da IURD, do bispo EDIR MACEDO, uma corrente que defende a idéia de apoiá-lo publicamente na sucessão Presidencial de 2002.
     A conversa foi testemunhada apenas pelo “bispo” Claudomir Santos, dono da casa onde ocorreu o encontro, na Barra da Tijuca, e pelo “bispo” Carlos Rodrigues, atualmente deputado federal pelo PL.
     O “bispo” Carlos Rodrigues disse: - “Falamos de nosso interesse em trabalhar na ressocialização de presos, mas ele pediu para estendermos nossa ação aos jovens recrutados pelo TRÁFICO nas FAVELAS e para tocarmos um projeto de alfabetização nos espaços ociosos dos templos”.  
     Um dos mais fervorosos defensores do apoio a GAROTINHO é o “pastor” e Deputado Estadual LAPROVITA VIEIRA (PPB), também da Cúpula da IURD.
     LAPROVITA VIEIRA disse: - “Não tenha dúvida de que essas conversas podem nos conduzir à candidatura do Governador”, aposta. “O Brasil precisa de um homem de Deus para se levantar”.
     GAROTINHO converteu-se depois de um sério acidente de carro, em que, por pouco, não morreu.  



Observações do escriba:



     1ª - Marcelo Crivella apoiou Sérgio Cabral a governador do Rio de Janeiro. Sérgio Cabral continua preso. Não é ficção!

     2ª - Edir Macedo, tio de Marcelo Crivella, e seus “sócios religiosos”, queriam apoiar o governador GAROTINHO à Presidência da República. GAROTINHO já foi preso apenas três vezes e solto apenas três vezes. Não é ficção!

     3ª – O MOLUSCO e os seus PETRALHAS são ligados às FARC da COLÔMBIA. Fornecem ARMAS para a bandidagem do Rio de Janeiro. Os “sócios religiosos” da IURD são ligados aos TRAFICANTES de DROGAS da COLÔMBIA. Fornecem DROGAS para a bandidagem do Rio de Janeiro. Não é ficção! Mas pode ser ficção...








38ª parte – OBREIROS voluntários da UNIVERSAL são homenageados no CEARÁ – 02 de setembro de 2016.





     O dia do OBREIRO UNIVERSAL foi celebrado no Ceará, em sessão solene na Assembléia Legislativa, na capital, Fortaleza.
     A data foi instituída no CALENDÁRIO OFICIAL do ESTADO a partir da Lei Estadual nº 15.722, de 26 de dezembro de 2014.
    
     Observação do escriba: - O atual governador do Ceará é do PT – PETRALHAS, eleito em 2014 e assumiu o governo em janeiro de 2015. Deve ter contado com o apoio da IURD.
     Atualmente, existem 6.000 obreiros no Ceará e cerca de 70.000 em todo o Brasil.
     Durante a solenidade cinco obreiros foram homenageados além de três “bispos”.
     Entre os homenageados, o fundador do trabalho da IURD no Ceará, o “pastor” ODENIR LAPROVITA VIEIRA e sua esposa VERA LÚCIA da SILVA VIEIRA.








39ª parte – “Bispo” MACEDO revela que, acuado, pensou em SUICÍDIO – 26 de agosto de 2013.





     “Em livro, líder da IURD conta que andou ARMADO nos anos 90 e escondia REVÓLVER enquanto pregava”, escreve Ricardo Feltrin, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, em 25 de agosto de 2013, comentando o livro “Nada a Perder II. Meus desafios diante do impossível”, cujos autores são Edir Macedo e Douglas Tavolaro, publicado pela Editora Planeta.
     No auge da perseguição e dos ataques que sofreu nos anos 90 por parte de policiais, promotores e, especialmente, da REDE GLOBO, o “Bispo” Edir Macedo, 68 anos, afirma que pensamentos sobre SUICÍDIO “foram soprados” em sua cabeça.
     Escondia o revólver calibre 38 no PÚLPITO, enquanto pregava.




Observações do escriba:



     1ª - A história não está muito bem contada. A princípio a REDE RECORD começou a atacar a REDE GLOBO através do programa 25ª hora, incessantemente.

    2ª – Os ataques se tornavam cada vez mais agressivos e mais frequentes. Somente em 1995 foi que a REDE GLOBO resolveu dar uma paulada em Edir Macedo. Lançou a minissérie DECADÊNCIA! A minissérie é baseada em um livro de DIAS GOMES, um suposto comunista e, curiosamente, um suposto ATEU.

     3ª – Sinceramente, eu prefiro conversar com um ATEU convicto a conversar com um falso CRISTÃO. A conversa com um falso CRISTÃO é perda de tempo. Se um ATEU convicto vier conversar comigo, certamente ele se converterá ao DEÍSMO. Aceito o desafio com qualquer pessoa.

     4ª – Se o “bispo” Edir Macedo não gostou da minissérie “DECADÊNCIA!” o problema é dele. Na vida real o “bispo” Macedo é dez vezes pior que o “bispo” da minissérie. Dias Gomes pisou um pouco na bola. Já não se fabricam mais ateus e comunistas como antigamente. O BISPECO Macedo devia ter mudado de canal de televisão. Muda para TV RECORD que é um lixo. Ou, muda para a TV CANÇÃO NOVA que é bem melhor que a sua lixolândia.          

     5ª – O queremos saber é porque ele foi atacado e perseguido por policiais e promotores. Policiais e promotores, na maioria dos casos, só perseguem pessoas que estão fazendo alguma coisa que está FORA da LEI. Ou seja, coisas que são proibidas por LEI.

     6ª - Isto, num Estado Democrático de Direito, o que, só veio a acontecer no Brasil, em toda a sua plenitude, a partir da Eleição Presidencial de 1989 – com a eleição de Fernando Collor de Mello – que, coincidentemente, foi o ano da compra da REDE RECORD pela IGREJA UNIVERSAL do REINO de DEUS (IURD).

    
     A compra da REDE RECORD, aliás, é descrita no livro como a abertura da porta do inferno na vida de Edir Macedo e de sua família. “Não imaginava que viveria o inferno a partir do dia em que decidi comprar a RECORD”, afirma no texto.
     Ele conta que a compra da RECORD já ia por água abaixo, porque Silvio Santos e seu sócio, Paulo Machado de Carvalho, descobriram que era Edir Macedo, e não o Deputado LAPROVITA VIEIRA quem estava por trás da compra.
     Quase todos conhecem histórias de como o PLANO COLLOR faliu empresários, afundou famílias, e chegou a levar algumas pessoas ao suicídio, ao CONFISCAR temporariamente as aplicações na POUPANÇA.    
     No caso do “bispo” Macedo, porém, o PLANO COLLOR foi a verdadeira tábua de salvação. Collor asfixiou empresas endividadas – como era o caso da REDE RECORD de Silvio Santos e Machado de Carvalho.
     Só que as Igrejas eram uns dos poucos lugares no país em que ainda havia alguma liquidez, seja no bolso dos FIÉIS, seja nos COFRES.


    
Observações do escriba:



     1ª - A história mais uma vez está muito mal contada. A grande maioria dos FIÉIS eram muito pobres. Que COFRES?

     2ª – Na época a maioria das pessoas investia na POUPANÇA o que dava um bom rendimento.

     3ª – A história do ex-sócio e ex-bispo da IURD, CARLOS MAGNO de MIRANDA é a mais verossímil.

     4ª – Os depoimentos foram colhidos por Douglas Tavolaro, vice-presidente de Jornalismo da RECORD. O falso bispo Macedo mentiu e continua mentindo. O jornalista Douglas Tavolaro, endossou a mentira para não perder seu emprego.  


     No livro, o líder da IURD não poupa ataque à eterna rival REDE GLOBO. Quase duas décadas depois de sua exibição, ele ainda não digeriu a minissérie “DECADÊNCIA!”, em que um pastor evangélico corrupto seduzia jovens fiéis e ainda jogava a calcinha delas sobre uma Bíblia aberta.




Observações do escriba:


     1ª - Na época eu não assisti a minissérie. Mas, assisti recentemente através da INTERNET. Se não me falha a memória, tal cena apareceu apenas uma vez.

     2ª – Atualmente, os falsos pastores e os falsos bispos – das seitas Neopentecostais – fazem coisas bem piores, como orgias sexuais, estupram fiéis, usam drogas e induzem fiéis a usarem drogas, compram e vendem armas ilegalmente e até já existem casos de assassinatos. Adultério e suicídio de falsos pastores tornaram-se coisas vulgares.

     3ª – Na Igreja Católica existem erros, com destaque para os casos de pedofilia, que, diga-se de passagem, são relativamente raros.    








40ª parte – ODENIR LAPROVITA VIEIRA – 1º de janeiro de 2018.
  
      
  
  

     ODENIR LAPROVITA VIEIRA nasceu em Vassouras (RJ) no dia 23 de abril de 1938, tem 80 anos.
     Foi “pastor” e Presidente da IGREJA UNIVERSAL do REINO de DEUS (IURD) e homem de confiança do “bispo” Edir Macedo. Ocupou vários cargos de direção em EMPRESAS de COMUNICAÇÃO da IGREJA.
     Em 1989, negociou a compra da TV RECORD. Foi o testa-de-ferro de Edir Macedo nessa transação.
     Iniciou sua carreira política elegendo-se Deputado Federal em 1990, na legenda do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), tendo como principal base eleitoral os fiéis evangélicos das zonas norte e oeste do município do Rio de Janeiro.
     Na sessão da CÂMARA dos DEPUTADOS de 29 de setembro de 1992, votou A FAVOR da abertura de um Processo de Impeachment, contra o Presidente da República Fernando Collor de Mello.
     Minúscula observação do escriba: - Cuspiu no prato que comeu.
    Em 03 de outubro de 1994, foi reeleito Deputado Federal pelo Rio de Janeiro na legenda do PP, obtendo a maioria dos votos em sua base eleitoral junto aos fiéis da IGREJA UNIVERSAL do REINO de DEUS (IURD).  
     Dezesseis dias depois, no entanto, o TRE/RJ decidiu anular o pleito por suspeitas de fraudes. Marcada uma nova eleição para novembro seguinte, ODENIR LAPROVITA VIEIRA confirmou sua reeleição. Foi empossado em fevereiro de 1995.
     Em fins de 1995, foram reveladas denúncias de que a IGREJA UNIVERSAL do REINO de DEUS (IURD) havia recebido um milhão de DÓLARES, de TRAFICANTES de DROGAS, para a efetivação da compra da TV RECORD.
     Em janeiro de 1996, ODENIR LAPROVITA VIEIRA acusou o ex-pastor CARLOS MAGNO de MIRANDA de chantagear a Cúpula da IURD, ao exigir 300 mil dólares para não divulgar para a TV GLOBO, fitas, em que Edir Macedo e alguns pastores apareciam contando dinheiro num templo em Nova York, passeando de iate e ensinando como “tirar” dinheiro dos fiéis.

     Observação do escriba: - Se o ex-bispo CARLOS MAGNO de MIRANDA na sua entrevista não menciona o nome de LAPROVITA VIEIRA, o então Deputado Federal ODENIR LAPROVITA VIEIRA, abusando de sua autoridade e da sua imunidade parlamentar faz acusações ao ex-bispo CARLOS MAGNO de MIRANDA. Aquela velha história: – Você sabe com quem está falando?

     Em abril de 1996, ODENIR LAPROVITA VIEIRA foi relator do projeto proposto pelo Deputado Federal LUÍS MOREIRA, também ligado à IURD, que tinha por objetivo a criação de 47 concessões gratuitas de TV a cabo.
     Minúscula observação do escriba: - O “elemento” gosta mesmo é de corrupção e de televisão.
    
     Apesar de ter votado a favor da REELEIÇÃO para Presidente da República, Governadores e Prefeitos, afirmou em entrevistas que o governo estava utilizando as INVESTIGAÇÕES da RECEITA FEDERAL sobre a IGREJA UNIVERSAL, para tentar ganhar os votos dos deputados ligados ao “bispo” EDIR MACEDO.    
     Em outubro de 1998 foi eleito Deputado Estadual pelo Rio de Janeiro, pela legenda do PPB.
    







41ª parte – HONORILTON GONÇALVES da COSTA – 1º de janeiro de 2018.





     Honorilton Gonçalves da Costa nasceu no Rio de Janeiro, no MORRO do JURAMENTO, em 1960. É conhecido como “bispo” Gonçalves, é ligado à IURD e foi vice-presidente artístico da REDE RECORD.
     Tornou-se “pastor” da IURD, e, ainda jovem, foi pregar em Salvador, Bahia, onde conheceu sua esposa.
    


Observações do escriba:


     1ª – Quando a IURD foi criada em 1977, o “Bispo” Honorilton Gonçalves da Costa tinha apenas 17 anos de idade.  

     2ª – Quando ocorreu a compra da REDE RECORD em 1989, o “bispo” Honorilton tinha apenas 29 anos. Muito jovem, muito ambicioso e já desonesto. Mas, recebia ordens de seus superiores, mais velhos, mais gananciosos e mais vigaristas.


     Entrou na REDE RECORD como apresentador do programa 25ª hora, em meados de 1995.
     Em 2006 assumiu a vice-presidência da REDE RECORD.
     Ao deixar a Emissora, provavelmente em 2013, voltou ao labor como “bispo”, sendo responsável pelo trabalho da instituição em BELÉM (PA).  

     Segundo o ex-bispo da IURD, CARLOS MAGNO de MIRANDA, e também segundo o ex-advogado da IURD, GRIGORE AVRAM VALERIU, Honorilton Gonçalves da Costa e sua esposa, foi um dos casais que estiveram em Bogotá para receber DÓLARES de TRAFICANTES de DROGAS, em dezembro de 1989.






     A luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil) continua, e a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA, também continua.
      Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. Boa leitura, boa saúde, pensamentos positivos e BOM DIA.
     ARACAJU, capital do Estado de SERGIPE, Ex-PAÍS dos fumantes de CIGARROS e futuro “PAÍS dos MACONHEIROS”.  
     Domingo, 25 de fevereiro de 2018.
      


Jorge Martins Cardoso – Médico – CREMESE – 573.



    
     Fontes: (1) – INTERNET. (2) – Wikipédia. (3) - OUTRAS FONTES.

jorge martins
Enviado por jorge martins em 25/02/2018
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