Jorge Martins Cardoso

 

Um eterno aprendiz



Textos

A LIBERDADE... A VONTADE... "Cardápio do Sítio ATIBAIA e no 'Hotel' PAPUDA: - MOLUSCO assado, MOLUSCO Fritado, MOLUSCO Grelhado e MOLUSCO à vinagrete. Promoção de 90%. Bom apetite!".






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OPERAÇÃO ALETHEIA.



     Origem: - Wikipédia, a enciclopédia livre.



     “Foto: - Polícia Federal em frente ao prédio do ex-presidente MOLUSCO depois de sua condução coercitiva para depoimento”.



     Operação Aletheia é o nome dado a uma operação da Polícia Federal do Brasil, deflagrada em 04 de março de 2016, representando a 24.ª fase da Operação Lava Jato, para dar continuidade às investigações de crimes de Corrupção e Lavagem de Dinheiro no esquema criminoso relacionado à estatal Petrobrás.
     O nome da operação faz referência à busca da VERDADE. Na Grécia Antiga, a palavra "alétheia" tinha o significado também de "realidade", ou de busca pela VERDADE por meio do CONHECIMENTO.
     O termo é comumente utilizado na psicologia para referir-se à busca por uma VERDADE além das aparências.
     Além de VERDADE, o termo também pode ser entendido como "realidade", "não oculto", "revelado", entre outras asserções.



INVESTIGAÇÃO.



     Em um comunicado divulgado à imprensa, o MPF destacou que o ex-presidente MOLUSCO estava sendo investigado porque há indícios de que ele recebeu dinheiro desviado da Petrobrás por meio da execução de reformas no apartamento TRIPLEX do GUARUJÁ e do SÍTIO de ATIBAIA.
     Os procuradores da força-tarefa ressaltaram ainda que hajam evidências de que o MOLUSCO recebeu móveis de luxo nos dois imóveis e teve a armazenagem de bens em uma transportadora bancada pela construtora OAS, uma das empreiteiras investigadas na Lava Jato.
     Ainda de acordo com os procuradores, há fortes indícios de que o ex-presidente recebeu pelo menos R$ 770 mil "sem justificativa econômica lícita" de José Carlos Bumlai, da Odebrecht e da OAS.
     Ainda de acordo com o MPF, também há fortes indícios de pagamentos dissimulados de aproximadamente R$ 1,3 milhão pela OAS em favor do MOLUSCO entre janeiro de 2011 a janeiro de 2016 para a armazenagem de ítens retirados do Palácio do Planalto quando ele deixou a Presidência.
     O Ministério Público investiga ainda pagamentos considerados "vultosos" feitos por construtoras beneficiadas no esquema Petrobrás em favor do Instituto MOLUSCO e da LILS Palestras, empresa de palestras do ex-presidente da República.
     De acordo com a força-tarefa, a maior parte do dinheiro que ingressou na empresa e na entidade do MOLUSCO, entre 2011 e 2014, foi repassado por Camargo Corrêa, OAS, Odebrecht, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e UTC.



CONVERSA TELEFÔNICA entre DILMA e o MOLUSCO.



     Em 16 de março, foi anunciado que o ex-presidente MOLUSCO seria indicado como ministro da Casa-Civil do governo Dilma.
     A indicação foi amplamente vista como uma forma do ex-presidente ganhar foro privilegiado e passar a ser investigado apenas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
     Na noite do dia 16 de março, o juiz Sérgio Moro divulgou conversas telefônicas do MOLUSCO, o que incluíam algumas com a presidente Dilma.
     A interceptação havia sido feita pela Polícia Federal, tendo sido autorizada por Moro, que determinou que telefones relacionados ao MOLUSCO e ao Instituto MOLUSCO fossem grampeados no âmbito da Operação Lava Jato.
     Uma parte do conteúdo da ligação mais comentada foi o seguinte:



Rousseff: - Alô.
MOLUSCO: - Alô.
Rousseff: - MOLUSCO deixa eu te falar uma coisa.
MOLUSCO: - Fala querida. Ahn.
Rousseff: - Seguinte, eu tô mandando o 'Bessias' junto com o papel pra gente ter ele, e só usa em caso de necessidade, que é o termo de posse, tá?!
MOLUSCO: - Uhum. Tá bom, tá bom.
Rousseff: - Só isso, você espera aí que ele tá indo aí.
MOLUSCO: - Tá bom, eu tô aqui, fico aguardando.
Rousseff: Tá?!
MOLUSCO: - Tá bom.
Rousseff: Tchau.
MOLUSCO: - Tchau, querida.


     O teor da conversa gerou dúvidas de se a presidente Dilma estava tentando Obstruir a Justiça ao nomear o MOLUSCO para o Ministério, o que gerou Indignação Pública e diversos Protestos pelo País no mesmo dia da divulgação, além de nos dias posteriores.
     Em São Paulo, na região da Avenida Paulista, o protesto durou 36 horas ininterruptas as pessoas abriram uma bandeira com as cores do Brasil e os dizeres “impeachment já”.
     Aos gritos de "renuncia, renuncia", manifestantes protestaram em frente ao Planalto.
     Nas redes sociais, o embate político entre os manifestantes colocou o tópico #QuedaDoPlanalto como o assunto mais comentado do Twitter em todo o mundo, na manhã do dia 17 de março.
     A presidente Dilma rejeitou as acusações e indignada com o grampo disse que "Não há justiça para os cidadãos quando as garantias constitucionais do próprio presidente da república são violadas", e que "Os golpes começam assim.",
     Em 17 de março, em cerimônia no Palácio do Planalto, o MOLUSCO foi empossado Ministro da Casa-Civil.
     No entanto, poucos minutos depois, um Juiz Federal suspendeu os efeitos da nomeação alegando haver indícios de tentativa de interferência no Poder Judiciário.
     Embora a decisão tenha sido revertida na noite daquele dia, outras liminares julgadas pela justiça em primeira instância e pelo STF suspenderam novamente a nomeação.
     No dia 18 de março de 2016, manifestantes pró-governo ocuparam a Avenida Paulista.



MANDADOS.



     Em 04 de março de 2016, cerca de 200 policiais federais e 30 auditores da Receita Federal cumpriram 44 mandados judiciais, sendo 33 mandados de busca e apreensão e 11 mandados de condução coercitiva.
     As medidas foram cumpridas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.
     A PF também cumpre mandados de busca e apreensão na casa do ex-presidente MOLUSCO, na casa e empresa dos filhos dele e no SÍTIO que era constantemente frequentado por MOLUSCO, em ATIBAIA.



EXECUÇÃO.



     No dia 04 de março de 2016, perto das 8h40m, o MOLUSCO foi levado para o Aeroporto de Congonhas, em um carro descaracterizado, para depor à Polícia Federal.
     Às 8h51m, ele prestou depoimento dentro do aeroporto.




REAÇÕES – INSTITUTO MOLUSCO.



     O Instituto MOLUSCO, que também foi alvo da operação, avaliou a ação da PF como "arbitrária, ilegal e injustificável".



DEFESA do EX-PRESIDENTE MOLUSCO.



     A defesa do ex-presidente pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão de procedimentos relacionados às investigações relacionadas a ele dentro da Operação Lava Jato.
     Entretanto, em 04 de março de 2016, a ministra do STF, Rosa Weber negou o pedido apresentado pela defesa do MOLUSCO para suspender duas investigações, sobre o TRIPLEX em GUARUJÁ e o SÍTIO em ATIBAIA, ligados a ele.
     A ministra negou a suspensão por não ter observado "ilegalidade irrefutável, patente e de imediata compreensão" nas duas investigações.
     Em caso de interrupção, haveria risco, segundo ela, de "indevida ingerência em prerrogativa constitucional titularizada pelo Ministério Público em nome da sociedade".



PARTIDO dos TRABALHADORES (PETRALHAS).



     Em nota o Partido dos Trabalhadores (PETRALHAS) declarou que "A condução coercitiva do ex-presidente MOLUSCO representa um ataque à democracia e à Constituição.
     “Trata-se de novo e indigno capítulo na escalada golpista que busca desestabilizar o governo da presidente Dilma Rousseff, criminalizar o Partido dos Trabalhadores (PETRALHAS) e combater o principal líder do povo brasileiro", escreveu Rui Falcão, então presidente da sigla.
     O Ministério Público Federal (MPF) emitiu nota de esclarecimento justificando a condução coercitiva, pois "Após ser intimado e ter tentado diversas medidas para protelar esse depoimento, incluindo inclusive um habeas corpus perante o TJSP, o senhor MOLUSCO manifestou sua recusa em comparecer."
     A recusa refere-se ao documento protocolado pelos advogados do ex-presidente e de sua esposa, afirmando a intenção de que "MOLUSCO e Marisa prestarão todos os esclarecimentos por escrito e não em audiência (para novo depoimento marcado pelo promotor de justiça)." A nota fora repudiada pelos advogados do MOLUSCO.
     Na sua decisão, o juiz Sérgio Moro justificou o mandado de condução coercitiva como medida para preservação da ordem pública “Com a medida (...) previnem-se incidentes que podem envolver lesão a inocentes".
     Moro declarou ainda que "não envolve qualquer juízo de antecipação de responsabilidade criminal" e que a medida "não tem por objetivo cercear direitos do ex-presidente ou colocá-lo em situação vexatória (...). A condução coercitiva para tomada de depoimento é medida de cunho investigatório", disse.
     Ele determinou ainda que o MOLUSCO não fosse algemado nem filmado pelos policiais.
     O ministro do STF Marco Aurélio Mello criticou a decisão de Sérgio Moro de autorizar a condução coercitiva do MOLUSCO.
     Segundo Mello, a condução coercitiva só se justifica quando alguém intimado deixa de comparecer a uma solicitação da Justiça, detalhe, que, para o ministro não aconteceu, pois o MOLUSCO não tinha sido intimado. Para Mello, o MOLUSCO foi "cerceado na liberdade de ir e vir".
     Segundo o MPF, ao longo das 24 fases da Lava Jato foram cumpridos 117 mandados de condução coercitiva. “Apenas nesta última fase e em relação a apenas uma das conduções coercitivas determinadas, a do senhor MOLUSCO, houve a manifestação de algumas opiniões contrárias à legalidade e constitucionalidade dessa medida, bem como de sua conveniência e oportunidade”.
     Para o MPF, o fato de nenhum dos outros 116 mandados ter gerado “tal clamor” comprova que os críticos se insurgem não contra o instituto da condução, “mas sim pela condução coercitiva de um ex-presidente da República”.
     Em relatório o delegado da Polícia Federal Luciano Flores, responsável por conduzir o ex-presidente para prestar depoimento, afirmou que o MOLUSCO se negou a acompanhá-lo "foi dito por ele (MOLUSCO) que não sairia daquele local, a menos que fosse algemado.
     Disse ainda que se eu quisesse colher as declarações dele, teriam de ser ali.
     Respondi então que não seria possível fazer sua audiência naquele local por questões de segurança (...) e caso ele se recusasse a nos acompanhar (...) eu teria que dar cumprimento ao “mandado de condução coercitiva", informou o delegado, em documento tornado público pela Justiça Federal do Paraná.



VER TAMBÉM.


Investigações envolvendo o MOLUSCO.
Fases da Operação Lava Jato.
Desdobramentos da Operação Lava Jato.
Tchau, querida.



Observações do escriba:



1ª - Na Wikipédia estão disponíveis 46 referências sobre o assunto.

2ª – Esta é uma obra de FICÇÃO CIENTÍFICA.

3ª – Em alguns casos a FICÇÃO pode se transformar em REALIDADE.

4ª – 90% dos brasileiros desejam que tal FICÇÃO seja transformada em REALIDADE.

5ª – Os outros 10% dos brasileiros continuam indecisos.

6ª – O MOLUSCO mencionado aqui se refere a um MARISCO. Por este motivo pode ser encontrado em certos CARDÁPIOS em locais “especiais”. Comam com moderação... Palavras do nutrólogo LAIR RIBEIRO!



ALGUMAS REFERÊNCIAS CURIOSAS.



     01 - G1 Brasília (04 de março de 2016). «MPF diz que há evidências que crimes na Petrobrás 'enriqueceram' MOLUSCO». G1. Consultado em 06 de março de 2016.
     02 - «Planalto anuncia MOLUSCO como novo ministro da Casa Civil». G1. 16 de março de 2016. Consultado em 18 de março de 2016.
     03 - Felipe Amorim e Flávio Costa (16 de março de 2016). «PF gravou Dilma e MOLUSCO após Moro interromper interceptação telefônica». Uol. Consultado em 18 de março de 2016.
     04 - «Sérgio Moro divulga grampo de MOLUSCO e Dilma Rousseff. Acompanhe as repercussões ao vivo». EBC. 16 de março de 2016. Consultado em 18 de março de 2016.
     05 - Ana Zimmerman (17 de março de 2016). «Sérgio Moro libera conversas comprometedoras entre MOLUSCO e Dilma». Jornal Hoje. Consultado em 18 de março de 2016.
     06 - Samuel Nunes (18 de março de 2016). «Conversa entre Dilma e MOLUSCO foi grampeada após despacho de Moro». G1. Consultado em 18 de março de 2016.
     07 - «Grampos indicam que Dilma agiu para tentar evitar prisão do MOLUSCO». Veja. 16 de março de 2016. Consultado em 18 de março de 2016.
     08 - Maiá Menezes (17 de março de 2016). «Diálogo com MOLUSCO ameaça Dilma e traz indícios de obstrução à Justiça». O Globo. Consultado em 18 de março de 2016.
     09 - «JOTA: Nomeação de MOLUSCO como ministro é vista como obstrução da Justiça e violação de convenção da ONU». O Financista. 16 de março de 2016. Consultado em 18 de março de 2016.
     10 - Roney Domingos (16 de março de 2016). «Manifestantes fazem protesto contra o MOLUSCO e Dilma e bloqueiam Av. Paulista». G1. Consultado em 18 de março de 2016.
     11 - «Av. Paulista fica mais de 36 horas bloqueada por protesto contra o MOLUSCO». São Paulo. Consultado em 20 de março de 2016.
     12 - Guilherme Mazui (17 de março de 2016). «"A gritaria dos golpistas não vai me tirar do rumo", diz Dilma em posse do MOLUSCO na Casa Civil». Zero Hora. Consultado em 18 de março de 2016.
     13 - «MOLUSCO é empossado Ministro pela presidente Dilma». Ric Mais. 17 de março de 2016. Consultado em 18 de março de 2016.
     14 - Correio Brasiliense (18 de março de 2016). «Nova liminar suspende posse do ex-presidente MOLUSCO da Casa Civil». Consultado em 18 de março de 2016.
     15 - Mario Cesar Carvalho (18 de março de 2016). «Terceira liminar volta a suspender posse de MOLUSCO como ministro». Folha de S.Paulo. Consultado em 19 de março de 2016.
     16 - Mariana Oliveira. «Gilmar Mendes suspende nomeação de MOLUSCO como ministro da Casa Civil». G1. Consultado em 19 de março de 2016.
     17 - Adriana Justi, Alana Fonseca e Camila Bomfim (04 de março de 2016). «Polícia deflagra nova fase da Lava Jato na casa do ex-presidente MOLUSCO». G1 Paraná. Consultado em 06 de março de 2016.
     18 - R7 (04 de março de 2016). «MOLUSQUINHO, presidente do Instituto MOLUSCO e donos de SÍTIO em ATIBAIA também são alvos de operação da PF». R7. Consultado em 06 de março de 2016.
     19 - «MPF investiga R$ 30 milhões em doações e pagamentos a MOLUSCO». G1. 04 de março de 2016. Consultado em 06 de março de 2016.
     20 - Renan Ramalho (04 de março de 2016). «Ministra do STF nega pedido para suspender investigações sobre MOLUSCO». G1. Consultado em 06 de março de 2016.
     21 - «MOLUSCO protocola no MP documentos e explicação por escrito sobre TRIPLEX». 29 de fevereiro de 2016. Consultado em 07 de março de 2016.
     22 - «MOLUSCO disse que só sairia de casa algemado, diz delegado da PF». G1. Consultado em 07 de março de 2016.
      23 - O Dia. «MOLUSCO disse que só sairia algemado para depor, informou delegado da PF - Brasil - O Dia». iG. Consultado em 07 de março de 2016.




CATEGORIAS:




Fases da Operação Lava Jato.
2016 na Política do Brasil.
Escândalos de Corrupção no Brasil.



     Esta página foi editada pela última vez às 16h22min de 04 de janeiro de 2018.



     A luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil) continua, e a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA, também continua.
      Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. Boa leitura, boa saúde, pensamentos positivos e BOM DIA.
     ARACAJU, capital do Estado de SERGIPE, Ex-PAÍS dos fumantes de CIGARROS e futuro “PAÍS dos MACONHEIROS”.  
     Domingo, 11 de fevereiro de 2018.
      


Jorge Martins Cardoso – Médico – CREMESE – 573.



    
     Fontes: (1) – INTERNET. (2) – Wikipédia. (3) - OUTRAS FONTES.

jorge martins
Enviado por jorge martins em 11/02/2018
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