Jorge Martins Cardoso

 

Um eterno aprendiz



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A LIBERDADE... A VONTADE... A "NOVA ORDEM MUNDIAL" continua sua agenda assassina. Nós refutamos: - "CIGARRO não mata! MACONHA e TRÂNSITO ASSASSINAM!"






A LIBERDADE... A VONTADE... A “NOVA ORDEM MUNDIAL” continua sua agenda assassina. Nós refutamos: - “CIGARRO não mata! MACONHA e TRÂNSITO ASSASSINAM!”







     Agência de Jornalismo Investigativo – Agência Pública. Reportagem - Por Gil Luiz Mendes. MACONHA – 05 de outubro de 2017.




Os LADOS do POLÍGONO da MACONHA.


     Na região do Sertão do São Francisco, moradores cercados por roças clandestinas convivem hoje com TRÁFICO e repressão policial.
     SALGUEIRO é um ponto estratégico no meio do sertão nordestino. Conhecido como a “Encruzilhada do Nordeste”, o município PERNAMBUCO é eqüidistante das principais capitais da região.
     Se gasta o mesmo tempo para chegar dali a RECIFE ou a FORTALEZA, por exemplo.
     Por esse motivo, a cidade tem grande importância na economia do Nordeste. O ponto central das operações da Ferrovia Transnordestina fica no município, agora cortado pelos canais da Transposição do rio São Francisco.
     É também em SALGUEIRO, que a BR-232 e a BR-116 se encontram as rodovias, que compõem a rede que escoa para o resto do país boa parte dos produtos agrícolas da região – incluindo a MACONHA produzida nas margens do Rio SÃO FRANCISCO.
     Com os municípios de Cabrobó, Orocó, Petrolina, Carnaubeira da Penha, Belém de São Francisco, Betânia, Floresta e Santa Maria da Boa Vista, em Pernambuco. E Juazeiro, Paulo Afonso, Glória e Curaçá, na Bahia, SALGUEIRO compõe a região conhecida como o POLÍGONO da MACONHA.
     Há relatos da presença da CANNABIS na região desde o século XIX, mas o auge da produção se deu nas décadas de 1980 e 1990, quando chegou a produzir 40% da maconha brasileira, de acordo com o pesquisador da Universidade de Juiz de Fora, Paulo Fraga.
     Os agricultores familiares, que subsistiam em meio à briga por terra entre os poderosos que financiavam suas disputas POLÍTICAS com a produção de MACONHA, passaram a conviver com um negócio cada vez mais associado ao Crime Organizado de fora da região.
     A repressão policial ao plantio e ao TRÁFICO também se intensificou nesses 20 anos.
     Os produtores de CANNABIS, camuflada nas roças de mandioca, associaram-se ao Crime Organizado, a MACONHA perdeu qualidade pela pressão para escoar a carga e, de acordo com a Superintendência da Polícia Federal em PERNAMBUCO, passou-se a utilizar a região como Porta de Entrada para Outros Tipos de Drogas.
     Há relatos da presença da CANNABIS na região desde o século XIX.
    

     “Foto: - Clelio Tomaz/Agência Pública”.
    

    
     A VIOLÊNCIA também explodiu – os moradores a comparam ao período do cangaço.
     Em 1998, segundo pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco, a taxa de homicídios de Carnaubeira da Penha, por exemplo, atingiu 145,06 por 100 mil habitantes, e Floresta registrou 127,49.
     Para se ter uma ideia do que isso significava, no mesmo ano, a taxa de homicídios no Rio de Janeiro era de 44,3.



GUERRA dos CLÃS.




    As violentas disputas POLÍTICAS, travadas entre os grandes proprietários de terra da localidade tiveram início no fim dos anos 1980.
     O cultivo e a venda de MACONHA surgem nesse período para financiar a Guerra entre Clãs.
     O surto de violência teria começado no fim da década de 1980 com uma BRIGA de ADOLESCENTES dentro de um BAR da cidade de Belém de São Francisco.
     Após uma discussão, um JOVEM da família GONÇALVES foi BALEADO por um membro da família BENVINDO.
    
     Observação do escriba: - No texto encontramos Adolescentes, Bar (bebida alcoólica), Baleado (arma de fogo) e MACONHA. Geralmente é assim.
    
     Na retaliação, quem morreu foi um membro da família ARAQUAN.
     Depois desses episódios, a matança prosseguiu nos anos 1990, vitimando quase cem pessoas.
     A região entre Belém de São Francisco e Cabrobó foi partilhada em dois clãs.
     De um lado, se aliaram os Gonçalves e os Araquan e, do outro, formou-se uma aliança entre as famílias Benvindo, Nogueira, Simões de Medeiros (também chamada de “Russo”) e Gonçalves da Silva (conhecida como “os Cláudios”).
     A forma que os dois grupos encontraram para municiar o seu conflito foi trocar a MACONHA por ARMAS que vinham do RIO de JANEIRO.
     As violentas disputas POLÍTICAS travadas entre os grandes proprietários de terra da localidade tiveram início em 1980.
    

     “Foto: - Polícia Federal”.

    
     Outra forma de conseguir DINHEIRO para continuar a guerra entre os clãs foi a prática de assaltos no sertão.
     O pessoal diz que não, mas era Crime Organizado sim. Naquela época, a própria polícia dizia que não era para as pessoas pegarem a BR de noite porque poderiam ser assaltadas.
     Os ônibus que vinham de RECIFE ou de PETROLINA tinham que ser escoltados pela PM, lembra um comerciante da cidade de Cabrobó que preferiu não se identificar.
     O conflito só teve fim após um termo de paz assinado na Assembleia Legislativa de Pernambuco, marcando o encerramento de mais de uma década de ataques violentos.
     O acordo foi mediado pela Igreja Católica, Ministério Público e Poder Judiciário e fez parte do relatório final da CPI do Narcotráfico em Pernambuco.




A OPERAÇÃO MANDACARU.




     Foi quando o governo federal abriu os cofres para uma das maiores ações já realizadas no Nordeste brasileiro.
     A OPERAÇÃO MANDACARU mobilizou cerca de 1.500 agentes do Exército, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, entre novembro de 1999 a janeiro de 2000, tendo um custo total de R$ 7,5 milhões (R$ 27 milhões em valores de hoje) para os cofres públicos.
     A cidade ficou cheia de gente do Exército. Era policial por todo canto, parando caminhão na estrada e abordando as pessoas. Melhorou muito na questão da segurança aqui em SALGUEIRO.
     Botaram até uma delegacia da Polícia Federal aqui, mas a gente sabe que o povo continua plantando MACONHA aqui na região, comenta o caminhoneiro Marcos Natalício, entrevistado no posto de gasolina do trevo entre as BR-116 e BR-232.
     Durante a OPERAÇÃO MANDACARU, foram presas 204 pessoas e destruídos 544.424 pés de MACONHA encontrados em 255 roças.
     A operação previa também ações estratégicas como a instalação de uma delegacia da PF em SALGUEIRO e uma unidade do INCRA para regularizar as terras na região.
     À época, o custo e a efetividade dessas ações foram alvo de questionamentos, registrados na IMPRENSA.
    
     Observação do escriba: - A IMPRENSA alienada e amestrada (e bem paga – por quem?), ontem, como hoje, defende a legalização da MACONHA e a criminalização dos CIGARROS CONVENCIONAIS.

     Um ano antes do início da OPERAÇÃO MANDACARU, a Superintendência da Polícia Federal havia planejado uma ação orçada em menos de R$ 695 mil, que teria um ano de duração – a OPERAÇÃO MANDACARU foi feita em dois meses.
     O Ministério da Justiça do governo Fernando Henrique Cardoso rejeitou o plano. “Nosso projeto previa a permanência de 60 agentes federais na região”, afirmou na época para o jornal Folha de S.Paulo o delegado da Polícia Federal Francisco Martins.

     Observação do escriba: - O “Príncipe dos Sociólogos”, Fernando Henrique Cardoso, já foi usuário de MACONHA, e é um dos líderes na defesa da legalização da MACONHA e de Outras Drogas.

     Houve também desentendimentos entre a PF e a Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD). Segundo uma reportagem da revista Isto É, na época da OPERAÇÃO, o pivô dessa briga eram os DÓLARES enviados pelo GOVERNO NORTE-AMERICANO através da Drug Enforcement Administration (DEA), órgão de repressão a entorpecentes nos EUA.
    
    
     Observação do escriba: - Por acaso não seriam DÓLARES de alguma ONG financiada por GEORGE SOROS?

    
     Segundo a matéria, o dinheiro, que antes era repassado diretamente aos policiais federais, passou a se destinar à Secretaria Nacional de Drogas no período da OPERAÇÃO MANDACARU.
     Procurada pela “Agência Pública”, a SENAD declarou que não tem mais nenhuma parceria com ÓRGÃO NORTE-AMERICANO e trabalha coordenando a atual política brasileira para DROGAS, incluindo a “prevenção do uso indevido de DROGAS, a atenção e a reinserção social de usuários”, além de realizar “ações no campo da formação, pesquisa e disseminação de informações” sobre o tema.
     A Polícia Federal e o DEA foram contatados, mas não quiseram falar sobre as atuais parcerias entre as duas instituições.




NOVOS DONOS.




     Se em um passado não muito distante as famílias poderosas usavam a produção de MACONHA para financiar suas disputas POLÍTICAS e territoriais à base da VIOLÊNCIA, hoje elas dividem esse espaço com Grupos Organizados, que têm origem fora da Nordeste, e atuam em diferentes práticas criminosas, como Assaltos a Banco, Explosões de Caixas Eletrônicos e Abordagens a Carros-Fortes.
     Desde os anos 2000, a delegacia especializada da PF em SALGUEIRO centraliza a investigação sobre o TRÁFICO, mas o fato é que a produção de MACONHA continua firme.
     Segundo o professor Paulo Fraga, da Universidade Federal de Juiz de Fora, que estuda a região há quase dez anos, as erradicações das roças feitas pela polícia são compensadas por um aumento na produtividade da MACONHA, já que os produtores passaram a usar Novas Técnicas para o Plantio.
     Para os pequenos agricultores, sobretudo os que sobrevivem com dificuldade na agricultura familiar, a Profissionalização do TRÁFICO torna-se oportunidade de emprego, tanto na produção de MACONHA – que oferece uma remuneração maior do que as roças de mandioca predominantes na região – como na vigilância.
     Segundo, o professor José Maria Nóbrega, do Núcleo de Estudos de Violência da Universidade Federal de Campina Grande, o sistema de plantio da CANNABIS não difere muito de outras culturas feitas na região. A diferença está na rede clandestina de distribuição do produto.




TRÁFICO e CAMPANHAS POLÍTICAS.




     De acordo com Nóbrega, a distribuição só é possível com a ajuda de agentes do Estado. “Sem a participação desses atores dentro do poder legislativo, executivo, na polícia regional, dificilmente há sucesso da prática criminosa”, diz.  
     “Na questão da logística é preciso uma engenharia sofisticada, como a gente encontra com as Facções Criminosas que atuam dentro dos presídios.
     Esses grupos oferecem matéria-prima e mão de obra para o TRÁFICO e recebem facilitações de agentes estatais e atores políticos, principalmente do Poder Legislativo.
     O DINHEIRO do TRÁFICO financia CAMPANHAS POLÍTICAS, levando pessoas que participam desses esquemas para dentro do poder público, vindo a facilitar a logística e engenharia desses Grupos Criminosos.
     Quando há investigações mais profundas sobre o TRÁFICO, os delegados são pressionados pelos políticos para maneirar suas investigações, havendo até ameaças veladas de transferências, conta o professor.
     Com ele concorda o cientista político Adriano Oliveira. Em sua tese de doutorado na Universidade Federal de Pernambuco, Oliveira demonstra que os agentes estatais recebem diversos tipos de benefícios em troca da proteção oferecida ao Crime Organizado, que por sua vez tem influência dentro das instituições.
     Um sujeito criminal pode favorecer um parlamentar com o ganho de votos ou um delegado com uma promoção. Esses benefícios são os mais visíveis, mas existem outros não tão visíveis.
     “Um magistrado pode conceder a proteção institucional a um Comerciário de Drogas em troca de uma futura transferência para a capital de Pernambuco”, diz Oliveira.

    
     Observação do escriba: - No texto, TRAFICANTE de DROGAS agora é chamado de Comerciário de Drogas. No futuro os Comerciantes de CIGARROS serão chamados de TRAFICANTES de CIGARROS. Entenderam?

    
     Ele não se refere apenas à distribuição da MACONHA brasileira, mas também de Drogas que vêm de fora e têm de circular internamente.
     Segundo um estudo da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes, órgão ligado à ONU, 80% da MACONHA consumida no país em 2012 veio do PARAGUAI.
     Não se sabe exatamente qual o volume de produção local, mas a participação do POLÍGONO da MACONHA no mercado nacional é estimada em torno de 30%, por alguns pesquisadores.
     “Acredito que esteja nesse patamar”, diz Nóbrega. Porém não é possível cravar isso porque esses dados não existem formalmente. Temos números de operações das polícias e do exército, mas não temos um banco de dados disponível.
     O que temos é o acréscimo do TRÁFICO de DROGAS em todos os estados nordestinos. Segundo dados que levantei junto Sistema Nacional de Estatística, Segurança Pública e Justiça Criminal, da Secretaria Nacional de Segurança Pública, em PERNAMBUCO, entre 2009 e 2013, houve um crescimento de Apreensão de DROGAS em 56,7% e na BAHIA, no mesmo período houve um crescimento 32,4%.
     Mas isso é um dado geral. Não um detalhamento para saber o quanto disso corresponde à MACONHA ou a outras SUBSTÂNCIAS, explica o professor.

     Estima-se que a participação do POLÍGONO da MACONHA no mercado nacional gira em torno de 30%
    

     “Foto: - Polícia Federal”.

    
     O fato é que a MACONHA prensada do PARAGUAI já é mais encontrada em cidades no Nordeste onde prevalecia o “Soltinho” ou “Camarão de Cabrobó”. E circula também na região do POLÍGONO. A MACONHA prensada é encontrada na região.
     Já houve apreensões desse tipo de DROGA, que varia a forma de distribuição dependendo do Grupo de TRAFICANTES, afirma Afonso Marangoni, chefe da delegacia da Polícia Federal em SALGUEIRO.
     Segundo ele, nos últimos dez anos a Polícia Federal erradicou 9,4 milhões de pés de MACONHA no POLÍGONO. Um único pé produz em média três quilos de MACONHA.




REPRESSÃO x PRODUÇÃO.




     Hoje há uma nova estratégia de plantação porque as áreas de cultivo diminuíram e há o monitoramento por satélite, diz o professor Paulo Fraga.
     “Por outro lado, houve um aumento de produtividade por conta da utilização de Elementos Químicos. Uma mostra disso é que se tem diminuído o número de pessoas detidas e aumentado a quantidade de material apreendido”, analisa Fraga.
     Grande parte das plantações está localizada nas diversas ilhas do Rio SÃO FRANCISCO, e a necessidade de escapar da polícia, também levaram a produção para o alto de algumas serras.
     Com o sol do sertão e a água abundante do rio, a planta fica apta para colheita entre 90 e 120 dias após o plantio, mas alguns produtores têm colhido a planta antes da maturação para fugir da vigilância policial, segundo o delegado da Polícia Federal Dário Márcio Sá Leitão, responsável pela área de entorpecentes em PERNAMBUCO.
     A gente acompanha esse crescimento da planta e, quando vemos que elas estão perto de atingir o nível de maturação, fazemos a erradicação quebrando este ciclo.
     Por isso, a droga plantada no sertão PERNAMBUCANO não tem mais uma boa qualidade, porque interrompemos esse processo antes do tempo de colheita. Um pé que antigamente atingia 02 metros de altura, hoje não chega a 01 metro e meio, diz o delegado.
     Para dificultarem a localização dos plantios, os produtores da CANNABIS fazem a rotatividade das plantações, camuflam as ervas nas roças de macaxeira (evitando que sejam identificadas por sobrevôos e imagens aéreas) e usam espantalhos simulando trabalhadores rurais.
     Também preferem utilizar terras públicas para o plantio – como as ilhas e matas –, evitando perder suas propriedades em caso de flagrante policial.
     Segundo a Lei 11.343, os terrenos utilizados para plantação de MACONHA devem ser expropriados e destinados à reforma agrária.
     Mesmo com a repressão policial, o plantio de MACONHA continua lucrativo, segundo Nóbrega. O governo tem que tomar duas posições. Ou ele vai regulamentar o plantio, consumo e comércio da MACONHA ou ele vai fazer uma repressão mais qualificada, diminuindo os espaços das operações.
     A região é grande geograficamente, mesmo com o efetivo policial adequado, não tem como está em todos os lugares fazendo ações porque isso tem um custo. Levantar um helicóptero para patrulha em uma determinada região custa uma fortuna para o erário. Então isso não vai ser feito corriqueiramente.
     Tem que haver a implantação de políticas públicas eficientes, principalmente voltadas para a agricultura familiar ou então a regularização do comércio.
     Não defendo bandeira nenhuma, mas analiso do ponto de vista prático, diz.

     Mesmo com a repressão policial, o plantio de MACONHA continua lucrativo.
    


     “Foto: - Polícia Federal”.

    
     Para o professor Paulo Fraga, uma eventual legalização da MACONHA poderia favorecer a região do sertão do São Francisco.
     “É necessário olhar a questão da CANNABIS por outro ponto de vista. Hoje ela serve para produção de vários produtos, inclusive para REMÉDIOS. E seria importante que essa região tivesse o monopólio da produção para ser uma alternativa de renda legal para os agricultores que estão envolvidos”, diz.

     Observação do escriba: - Não existem estudos científicos que comprovem que os princípios da MACONHA possam curar doenças. O que se sabe há muito tempo é que a MACONHA provoca ESQUIZOFRENIA.

     Já o professor José Maria Nóbrega é cauteloso ao avaliar os benefícios que a legalização traria para a região.
     “Se houver uma regulamentação, a tendência é que as atividades ali fiquem mais transparentes e fáceis de controlar. Mas isso não quer dizer que de uma hora para outra vai se resolver. Isso é arriscado demais afirmar. No Brasil tudo é muito complicado”.
     “A regulamentação poderia gerar um novo conflito de terras como há no Norte do País.”
     Integrantes do movimento antiproibicionista em PERNAMBUCO, a militante Ingrid Faria defende que a regulamentação do uso de ENTORPECENTES seja trabalhada com a questão da propriedade da terra no país.
     “O projeto de LEGALIZAÇÃO das DROGAS no Brasil também passa pela reforma agrária. O Estado precisa pensar como será esse cultivo e distribuição da MACONHA”.
     “Se deixar na mão do agronegócio, só quem vai ter acesso à MACONHA será a BURGUESIA e os jovens de periferia continuarão na margem de tudo isso”, diz.




DAS MARICAS ao TRÁFICO.




     Os primeiros relatos conhecidos sobre a presença da CANNABIS no sertão nordestino foram feitos em 1869, pelo explorador inglês Richard Burton, no livro Exploration of the highlands of the Brazil.
     Richard Burton identificou as plantas às margens do Rio SÃO FRANCISCO, mas, de acordo com ele, a FIBRA do CÂNHAMO é que era utilizada para a CONFECÇÃO de TECIDOS, o que era comum em boa parte do mundo naquela época.
     Gilberto Freyre, em um dos capítulos de “Casa-grande & senzala” discorre rapidamente sobre o consumo da erva entre os mais pobres no começo do século XX e a repressão policial.
     “Como o seu uso se tem generalizado em PERNAMBUCO, a polícia vem perseguindo com rigor os seus vendedores e consumidores – os quais fumam-na em Cigarros, Cachimbos e alguns até a ingerem em Chás… Entre barcaceiros e pescadores de ALAGOAS e PERNAMBUCO verificamos que é grande ainda o uso da MACONHA.”
     Mas a MACONHA só passou a ser considerado um ENTORPECENTE – e proibida – no GOVERNO VARGAS, com a publicação do Decreto Lei nº 891, em 25 de novembro de 1938.
    
    
     Observação do escriba: - GETÚLIO VARGAS era fumante de charutos e o TABACO nunca prejudicou a sua saúde.

    
     Segundo o documento que completa oito décadas no próximo ano, são proibidos a produção, o tráfico e o consumo de “cânhamo cannabis sativa e variedade índica (maconha, meconha, diamba, liamba e outras denominações vulgares)”.
     Na década de 1950, em trabalho encomendado pelo governo federal, o sociólogo norte-americano Donald Pierson constatou a existência de plantações clandestinas de MACONHA na região.
     Segundo ele, a erva era utilizada pelas populações tradicionais do SÃO FRANCISCO de forma ritualística, fumada em MARICAS (espécie de narguilé). O pesquisador descreveu também os primeiros indícios de tráfico de MACONHA no Brasil.
     “Depois que as sumidades ou bolotas ficam floridas, são colhidas, secadas, e vendidas em pacotes de 100 gramas. Um barbeiro local recebe-os de um município vizinho, levando-os a uma cidade rio acima onde, segundo se diz, são vendidos nos navios que partem para o Sul a fim de serem revendidos, especialmente em Salvador, Rio e Santos. Como contrabando, as flores são misturadas com os galhos da planta”, relata Pierson em documento publicado em 1972.
    
     Esse texto é resultado do Concurso de Microbolsa de Reportagem MACONHA, realizado pela Agência Pública e Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESEC), da Universidade Cândido Mendes.





LEI de ANTIFUMO fará parte do CÓDIGO de TRÂNSITO.



JORNAL da CIDADE de Aracaju - Por Laís de Melo – 1º de fevereiro de 2018.

     Objetivo principal da mudança é proteger as pessoas que não fumam. De acordo com o Projeto de Lei do Senado (PLS 81/2015), do parlamentar HUMBERTO COSTA, quem consumir CIGARROS no interior de VEÍCULOS estará sujeito a multa no valor de R$ 130,16. A infração fará parte do CÓDIGO de TRÂNSITO BRASILEIRO. O objetivo principal da mudança é proteger as pessoas que não fumam, dos efeitos nocivos do CIGARRO, especialmente crianças e adolescentes.
     (...) Para a coordenadora do Programa de Controle ao TABAGISMO da Saúde do Estado de Sergipe, Lívia Angélica da Silva, o Projeto vem para reforçar a Lei de Antifumo (12.546/2011), regulamentada pelo Decreto 8262/2016.
     “A Lei de Antifumo já proíbe fumar em ambientes fechados, inclusive proíbe o consumo de CIGARROS em meios de transporte públicos e nos táxis. O que é importante quando vem um novo projeto? Ele vai reforçar muito do que já está estabelecido. Vai falar sobre a importância da proteção ao fumante passivo. Temos uma pesquisa que é feita anualmente, e ela tem um indicador de fumantes passivos. Traz Aracaju de uma forma geral com um índice baixo de prevalência. Estamos muito bem para fumantes passivos no DOMICÍLIO. Mas, ainda é preciso reforçar”, explica a coordenadora.
     Segundo Lívia, a Lei Antifumo proíbe também, entre outras coisas, o consumo do CIGARRO no interior de bares, boates, museus, áreas como condomínios, hotéis, pousadas, etc.
    


Observações do escriba:


     1ª - Antigamente nos veículos existiam cinzeiros e também isqueiros para acender os cheirosos e saborosos CIGARROS.

     2ª - Antigamente, os PAIS fumavam CIGARROS na presença dos FILHOS. E, ainda, os PROFESSORES fumavam CIGARROS, nas salas de aula, inclusive nas FACULDADES de MEDICINA, na presença dos ALUNOS e das ALUNAS.  

     3ª – Embora fossem proibidas, certas pessoas da chamada “BURGUESIA” fumavam MACONHA e usavam COCAÍNA, completamente enlouquecidas. Exemplo: - PEDRO (já falecido) e FERNANDO COLLOR de MELLO.

     4ª – Amanhã, nós, fumantes de LEGÍTIMOS CIGARROS, não iremos poder fumar CIGARROS nem em nossas próprias RESIDÊNCIAS.  

     5ª – Amanhã, os fumantes da esquizofrênica MACONHA, da doidona da COCAÍNA e de outras drogas ILEGÍTIMAS e ALUCINÓGENAS, ocuparão os locais antes destinados aos fumantes de CIGARROS CONVENCIONAIS, e, ainda, invadirão CRIMINOSAMENTE as nossas RESIDÊNCIAS, para fumarem seus “BASEADOS”, descaradamente.  

     6ª – A REPORTAGEM portadora de debilidade mental inferniza os TABAGISTAS, e esquece os criminosos TRAFICANTES de DROGAS ILEGAIS, que são um milhão de vezes mais NOCIVAS e LETAIS que o TABACO.  

     7ª – Alguém já ouviu falar de um TABAGISTA envolvido com o TRÁFICO de ARMAS? Nunca. No entanto, os TRAFICANTES de DROGAS, na grande maioria dos casos, estão envolvidos com o TRÁFICO de ARMAS!  

     8ª – Nos dias atuais, ACIDENTES de TRÂNSITO estão matando 100 vezes mais do que o TABAGISMO.      

     9ª – Considero a REPORTAGEM uma apologia ao CRIME ORGANIZADO!

     10ª – Tanto que, o PSIQUIATRA HUMBERTO COSTA é Petista (PETRALHA) e é Senador por PERNAMBUCANO, o principal estado do POLÍGONO da MACONHA! O PT se comporta como uma ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA!

     11ª – Será que as suas CAMPANHAS POLÍTICAS em PERNAMBUCO foram financiadas, em parte, pelos TRAFICANTES do POLÍGONO da MACONHA? É algo que deveria ser investigado! Segundo informações recentes da imprensa, a Deputada CRISTIANA BRASIL está envolvida com TRAFICANTES do RIO. Só não são TRAFICANTES de inofensivos CIGARROS!

     12ª - Deu pra entender uma parte da EPIDEMIOLOGIA da reportagem pró MACONHA?    
        





HUMBERTO COSTA.



     Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.




     Humberto Sérgio Costa Lima (Campinas, 07 de julho de 1957 – 60 anos) é um médico, jornalista e político brasileiro.
     Senador pelo Estado de Pernambuco, é o Líder do Partido dos Trabalhadores no Senado Federal do Brasil.
     Pós-graduado em Medicina Geral Comunitária, Clínica Médica e PSIQUIATRIA, e também formado em jornalismo.
     Foi Secretário das Cidades de Pernambuco de 2007 a 2010, na gestão do governador Eduardo Campos (PSB), foi Ministro da Saúde no primeiro Governo Luiz Inácio Lula da Silva, de 1º de janeiro de 2003 a 08 de julho de 2005.
     Também foi Secretário da Saúde do Recife, Deputado Federal, Estadual e Vereador por Recife, onde obteve a maior votação em 2000.
     É atualmente Senador da República, eleito em 2010 com mais de três milhões de votos, assumindo o cargo em 2011.
     Foi o primeiro Senador eleito pelo PT de Pernambuco.
     Já no primeiro ano de mandato, foi escolhido líder do partido no Senado e do Bloco de Apoio ao Governo - ganhando destaque em sua atuação e sendo eleito o parlamentar mais influente de Pernambuco e um dos mais transparentes e importantes do País em 2011.



ORIGEM.



     Nascido no interior de São Paulo, Humberto Costa mudou-se com a família aos sete anos de idade para o RECIFE, onde construiu sua vida profissional e política.
     Na capital PERNAMBUCANA, ele constituiu família e teve três filhos.



CARREIRA POLÍTICA.



     A vida pública começou em 1975, no movimento estudantil da Universidade Federal de PERNAMBUCO (UFPE).
     Depois de formado, presidiu a Associação PERNAMBUCANA de Médicos Residentes e foi primeiro-secretário do Sindicato dos Médicos de PERNAMBUCO.
     Em 1980 filiou-se ao Partido dos Trabalhadores, ano de fundação do partido.
     Foi um dos criadores do PT PERNAMBUCANO e integra o diretório nacional do partido.
     Faz parte da corrente Construindo um Novo Brasil, a tendência majoritária do PT.
     Foi candidato a governador pelo estado de PERNAMBUCO em 2002, ficando em segundo lugar com 34,1% dos votos contra 60,4% do então governador do estado Jarbas Vasconcelos, candidato pelo PMDB.
     Como deputado estadual, destacou-se ao presidir as comissões de saúde e direitos humanos, esta última criada por ele.
     Como deputado federal, foi três vezes vice-líder do PT e uma vez vice-líder do bloco parlamentar de oposição.
     Sua atuação no Congresso lhe rendeu reconhecimento do DIAP, sendo eleito um dos cem parlamentares mais atuantes e influentes.



     “Foto: - Humberto Costa inaugura Academia da Cidade de OLINDA, em 2009. Foto: - Passarinho/Prefeitura de OLINDA”.


     Em 2001, assumiu a pasta da secretaria municipal de saúde do RECIFE na primeira gestão do prefeito do RECIFE João Paulo, onde implantou o programa de saúde ambiental, o programa Academia da Cidade e ampliou de 27 para 120 o número de equipes do Programa de Saúde da Família.
     Em 2003 assumiu o Ministério da Saúde no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, onde implantou a Farmácia Popular, o SAMU e o Brasil Sorridente.
     Durante sua gestão, Humberto Costa criou a (HEMOBRÁS) - Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia.
     Criou ainda a primeira rede pública de Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário, a Brasilcord.
     Saiu do ministério em 2005 junto com outros ministros que expressavam desejo de se candidatarem a cargos eletivos no ano seguinte, seguindo a orientação da presidência da república.
     No ministério, enfrentou a crise conhecida como o "Operação Vampiro", escândalo envolvendo a contratação de Hemoderivados pelo Ministério da Saúde entre 1990 e 2004.
     As fraudes nas licitações resultaram em um rombo de R$ 2,3 bilhões aos cofres públicos.
     Ao saber das denúncias de irregularidade, Humberto Costa determinou a revisão de todos os contratos do Ministério.
     O ministro foi acusado de participar do escândalo, pois três das onze pessoas envolvidas nas irregularidades haviam sido nomeadas durante sua gestão.
     Apesar de esse fato ter sido bastante explorado pelos seus adversários políticos na eleição estadual de 2006, principalmente pelo candidato à reeleição Mendonça Filho e pelo ex-governador e candidato ao senado Jarbas Vasconcelos, provocando um grande desgaste político a sua imagem, o Ministério Público Federal – autor da denúncia – concluiu em fevereiro de 2010 que Humberto Costa não estava envolvido no caso.
     O processo foi encerrado apenas em 24 de março de 2010 quando o Tribunal Regional Federal da 5ª Região inocentou Humberto por unanimidade, fazendo com que o ex-ministro ficasse livre da acusação.
     Mesmo sendo candidato do PT e oficialmente do presidente Lula ao governo de PERNAMBUCO em 2006, Humberto Costa fez um pacto com outro candidato, o ex-ministro da Ciência e Tecnologia Eduardo Campos, também aliado do presidente Lula, para manterem relação de cordialidade durante o processo eleitoral.
     A estratégia era levar a eleição estadual para o segundo turno.
     Fato que se concretizou com a ida de Eduardo Campos e Mendonça Filho para o segundo turno. Humberto Costa terminou em terceiro lugar.
     Após a eleição do primeiro turno ao governo de PERNAMBUCO, Humberto Costa manifestou apoio ao ex-ministro da Ciência e Tecnologia Eduardo Campos para eleição ao segundo turno, cumprindo o acordo firmado entre ambos no primeiro turno (que se um dos dois fosse para o segundo turno com o Mendonça Filho manifestaria apoio mútuo).  
     Humberto Costa se tornou, a partir de então, um dos principais cabos eleitorais de Eduardo Campos.
     Com a vitória de Eduardo Campos ao governo de PERNAMBUCO, o governador eleito anuncia em dezembro de 2006 a futura nomeação de Humberto Costa para seu primeiro escalão de governo como secretário das cidades, cargo que ocupou de 2007 até meados de 2010 - quando saiu para concorrer à vaga de Senador da República.
     Em 2015, como líder do PT no Senado Federal, declarou que pretende alterar o mérito do PLC 28/2015, que tramita naquela casa legislativa e recompõe parcialmente o valor histórico os vencimentos dos servidores do Poder Judiciário da União, que estão há nove anos sem reposição da inflação, tendo no período perdido mais de 50% do poder de compra de seus salários, fato que poderá prejudicar 130.000 famílias de trabalhadores que dependem destes vencimentos para a sua subsistência.
     Em novembro de 2015, votou contra a prisão de Delcídio Amaral (PETRALHA).
     Em outubro de 2017, votou contra a manutenção do mandato do senador Aécio Neves, mostrando-se favorável a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, no processo onde ele é acusado de corrupção e obstrução da justiça, por solicitar dois milhões de reais ao empresário Joesley Batista.



CARGOS PÚBLICOS.



- Deputado Estadual (1991/1995).
- Deputado Federal (1995/1999).
- Secretário Municipal de Saúde de RECIFE (2001/2002).
- Ministro da Saúde (2003/2005).
- Secretário das Cidades de PERNAMBUCO (2007/2010).
- Senador da República (2011/2019).





FATOS e HONRARIAS.



- Líder do Bloco de Apoio ao Governo Dilma (2011).
- Líder do PT no Senado Federal (2011).
- Primeiro senador do PT eleito por PERNAMBUCO (2010).
- Cidadão do Estado do Rio de janeiro (2003).
- Prêmio Continental (2001).
- Vereador mais votado de RECIFE (2000).
- Um dos 100 parlamentares mais atuantes e influentes (1994-1997).
- Avaliação DIAP como Deputado Federal: - 10 (1994-1997).




OPERAÇÃO LAVA JATO.



     Humberto Costa foi citado por um dos delatores da Operação Lava Jato, o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa.
     Paulo Roberto disse em depoimento nos termos da delação premiada que pagou R$ 01 milhão em valores desviados da estatal.
     De acordo com Paulo Roberto Costa, o dinheiro teria sido solicitado por Mário Barbosa Beltrão, presidente da Associação das Empresas do Estado de PERNAMBUCO (ASSIMPRA).




Observações do escriba:


    
     1ª - Na Wikipédia estão disponíveis 20 referências sobre o PETRALHA PERNAMBUCANO HUMBERTO COSTA.

     2ª - Embora tenha sido MINISTRO da SAÚDE do BRASIL, estranhamente, sua biografia não fala nada sobre o POLÍGONO da MACONHA, que fica em PERNAMBUCO... É tolerante com os MACONHEIROS. Sua paranóia é combater o TABAGISMO! Porém, gosta da PETROBRÁS (lava jato e trânsito), da HEMOBRÁS (sangue) e de VAMPIROS...

     3ª – O envolvimento de PESSOAS ENDINHEIRADAS e de POLÍTICOS com o TRÁFICO de DROGAS e de ARMAS, geralmente é acobertado por causa do pacto de “honra”, pacto de morte ou pacto de silêncio, ou algo assemelhado, que existe entre eles. Ou seja, OMERTÀ.  

     4ª – Afinal, tal agenda CRIMINOSA (combater o tabagismo e estimular o uso de novas drogas alucinógenas) tem o guarda-chuva protetor da “NOVA ORDEM MUNDIAL”.

     5ª – A chamada grande mídia é parte integrante da “NOVA ORDEM MUNDIAL”. A NOVA ORDEM financia a mídia no sentido de destruir os valores e as tradições do mundo OCIDENTAL e CRISTÃO. Lentamente e progressivamente. Haja JABÁ!  






ALGUMAS REFERÊNCIAS CURIOSAS.



     - «Lula faz afago em Humberto Costa ao destacar a criação do Samu». www.blogdomagno.com.br. Blog do magno. 04 de novembro de 2009. Consultado em 26 de março de 2017.

     - Digital, Lógica. «Hemocentro - Centro de Hematologia e Hemoterapia». www.hemocentro.unicamp.br. Unicamp. Consultado em 26 de março de 2017.

     - Marques, Hugo (27 de setembro de 2006). «Serra e os Vampiros». ISTO É Independente. Consultado em 26 de março de 2017

     - «Ministro determina pente-fino em licitações». www.aids.gov.br. Departamento de IST, AIDS e Hepatites Virais. 26 de maio de 2004. Consultado em 26 de março de 2017.

     - «Máfia dos Vampiros: - TRF absolve Humberto Costa, ex-ministro da Saúde». O Globo. 24 de março de 2010.

     - «Líder do PT, Humberto Costa teria recebido R$ 01 milhão, diz jornal». Folha de S.Paulo. 22 de novembro de 2014. Consultado em 1º de setembro de 2015.




CATEGORIAS:


• Nascidos em 1957.
• Médicos de São Paulo.
• Ministros do Governo Lula.
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• Senadores do Brasil por PERNAMBUCO.
• Deputados estaduais de PERNAMBUCO.
• Deputados federais do Brasil por PERNAMBUCO.
• Médicos de PERNAMBUCO.
• Membros do Partido dos Trabalhadores.
• Naturais de Campinas.
• Alunos da Universidade Federal de PERNAMBUCO.



     Esta página foi editada pela última vez às 01h04min de 22 de dezembro de 2017.





          A luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil) continua, e a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA, também continua.
      Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. Boa leitura, boa saúde, pensamentos positivos e BOM DIA.
     ARACAJU, capital do Estado de SERGIPE, Ex-PAÍS dos fumantes de CIGARROS e futuro “PAÍS dos MACONHEIROS”. Quarta-feira, 07 de fevereiro de 2018.
      


Jorge Martins Cardoso – Médico – CREMESE – 573.



    
     Fontes: (1) – INTERNET. (2) – Wikipédia. (3) – JORNAL da CIDADE de Aracaju, caderno B, página 03, 1º de fevereiro de 2018. (4) - OUTRAS FONTES.
jorge martins
Enviado por jorge martins em 07/02/2018
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