Jorge Martins Cardoso

 

Um eterno aprendiz



Textos

A LIBERDADE... A VONTADE... "IGREJAS EVANGÉLICAS BRASILEIRAS estão envolvidas com o NARCOTRÁFICO?" - (conclusão da 43ª parte).





A LIBERDADE... A VONTADE... “IGREJAS EVANGÉLICAS BRASILEIRAS estão envolvidas com o NARCOTRÁFICO?” - (conclusão da 43ª parte).





43ª parte (conclusão).





GRICORE AVRAM VALERIU.



“A VERDADEIRA HISTÓRIA da IGREJA UNIVERSAL”.




“DUELO de OLHARES”.


     No dia seguinte GRIGORE recebeu o comunicado de que havia sido transferido. No TEMPLO da Avenida CELSO GARCIA, no BRÁS, foi colocado em uma sala pequena e úmida por causa das infiltrações. Estava definitivamente fora do CASO CARLOS MAGNO.  
     GRIGORE teve que acompanhar de longe aquele que seria o momento decisivo das Investigações. A Polícia Federal promoveria uma acareação entre o homem que fez as denúncias e o Bispo EDIR MACEDO. Os ex-parceiros e agora inimigos mortais frente a frente para descobrir de que lado estava a VERDADE.
     Um momento que prometia ser o ápice contra a UNIVERSAL acabou se convertendo em um grande anticlímax. CARLOS MAGNO simplesmente não apareceu. Fica a dúvida. Por que alguém que havia ido tão longe, com as mais pesadas acusações que a IGREJA UNIVERSAL houvera recebido até então, simplesmente desaparecia no dia de confirmá-las? CARLOS MAGNO recuou no momento mais decisivo, em uma mudança de comportamento bastante suspeita, para dizer o mínimo.  
     GRIGORE observava agora de longe, mas sem muito interesse. Seu caso agora era outro. Estava defendendo a si mesmo em busca de justiça. Para isso, passou a procurar o bispo EDIR MACEDO, convicto de que a conversa entre eles não havia terminado. O bispo o evitava como podia.
     Com o salário reduzido pela metade e com a UNIVERSAL deixando de pagar o alto aluguel do apartamento onde morava com a família e as prestações do carro – ou seja, deixando de cumprir as promessas feitas -, GRIGORE assistia o horizonte ficar estreito. Mesmo assim ia seguindo com seu trabalho na sala úmida da CELSO GARCIA. Voltava agora aos problemas com contratos e deixava de lado as grandes causas.
     Até ser chamado para uma reunião com Líderes Administrativos das IGREJAS UNIVERSAIS de várias cidades do Brasil, inclusive com a presença do presidente LAPROVITA VIEIRA.
     Diante de todos, e na frente de LAPROVITA VIEIRA, GRIGORE fez outro sermão. GRIGORE afirmou que muitas Igrejas estavam envergonhando o nome de DEUS.
     No dia seguinte ao receber o aviso de demissão pelo líder da CELSO GARCIA, pastor Romualdo, GRIGORE continuou jogando pesado. Avisou que só sairia se o bispo EDIR MACEDO fosse demiti-lo pessoalmente. E apontasse o motivo do seu desligamento. O pastor Romualdo conhecia a disposição para a briga do funcionário que tinha e nem discutiu muito.  Duas horas depois, apareceu de novo para dizer que o bispo estava o esperando.  A primeira coisa que GRIGORE perguntou ao bispo MACEDO foi qual falha havia cometido que gerou a demissão. “Você não é obediente”, foi a resposta, segundo GRIGORE. A réplica: - “Graças a DEUS não sou obediente aos seus pedidos, mas sou obediente a DEUS”. GRIGORE alegou que estava apenas cumprindo seu dever de advogado, ao denunciar as ilegalidades nos contratos da UNIVERSAL. Injuriado, o bispo MACEDO sacou sua arma preferida, a Bíblia.
     (...) Aliás, essa habilidade de interpretar as escrituras segundo os propósitos mais cômodos do momento sempre foi uma das características marcantes da UNIVERSAL, logo copiada pelas novas Igrejas Evangélicas.
     Nos cultos, MACEDO jactava-se de com um simples olhar ser capaz de espantar o demônio do corpo de qualquer um.
     Por isso, o bispo resolveu deixar de lado o argumento verbal e partir para o cara-a-cara. GRIGORE aceitou a briga. Ficaram por longos segundos próximos um do outro, em um Duelo de Olhares, em que quem desviasse primeiro seria o derrotado.
     No fim, o bispo MACEDO baixou os olhos, fechou a Bíblia e saiu andando. GRIGORE aproveitou para dizer que de homem de DEUS ele não tinha nada: - Era um homem sem PALAVRA e sem MORAL.  






“PORTAS ABERTAS, PORTAS FECHADAS”.




     Mesmo depois de receber o bilhete azul diretamente do bispo, como exigiu, GRIGORE continuava recusando-se a ser demitido. No dia seguinte trabalhou como se nada tivesse acontecido. Sua convicção de que a demissão era injusta fazia com que simplesmente ignorasse a ordem vinda de cima.
     No outro dia também chegou para o trabalho, mas dessa vez o método era outro. Sua sala estava fechada e suas coisas do lado de fora. O recado era claro: - Não se tratava somente de demissão. GRIGORE estava expulso da IGREJA UNIVERSAL do REINO de DEUS.
     A realidade de ter o seu nome no índex dos inimigos da Igreja não demorou a aparecer. Nas semanas seguintes só restava ao ex-empregado buscar seus direitos trabalhistas. Nem isso a UNIVERSAL estava disposta a ceder. Que passasse outra hora, era a informação que recebia todos os dias.
     Em pouco tempo a falência tornava-se de novo uma realidade. Para evitar ver os filhos com fome, o casal GRIGORE e NADEGE não esperou muito para enviá-los para a casa da irmã dela, em JUIZ de FORA.  
     Como na CELSO GARCIA já não conseguia nem mesmo falar com alguém da Igreja, GRIGORE foi até a RECORD. Lá procurou o diretor técnico RICARDO CIS. Foram então os dois juntos para o Templo da CELSO GARCIA. GRIGORE ficou esperando do lado de fora enquanto RICARDO CIS entrou para expor o problema. Saiu de lá desanimado.
     Constrangido, RICARDO CIS informou que nada podia fazer, e que a direção da UNIVERSAL o proibira de se envolver no caso. E mesmo manter contato com ele, como se GRIGORE tivesse uma grave doença contagiosa.  
     GRIGORE procurou um velho conhecido da UNIVERSAL, seu João, que era o responsável pelos veículos da tevê RECORD, cuidando da manutenção e do abastecimento.
     Tudo o que GRIGORE precisava era de gasolina. A idéia, àquela altura, era voltar para o RIO de JANEIRO e recomeçar a vida. Seu João o ajudou.  
     Foi assim que o casal GRIGORE e NADEGE voltou para o Rio e para a estaca zero, com a Kombi de seu João os seguindo e obrigando a umas paradas a mais por conta de problemas mecânicos. E com escala em JUIZ de FORA, para pegar os filhos.






“DE VOLTA ao COMEÇO”.




     GRIGORE pretendia encerrar de vez aquele capítulo na sua vida. Esquecer que um dia havia entrado na Igreja Universal do Reino de Deus. Mas para isso havia uma pendência a ser resolvida. Tinha saído com uma mão na frente e outra atrás, e precisava dos seus Direitos Trabalhistas para se reerguer.
     (...) No dia seguinte logo cedo, GRIGORE foi até o Templo da ABOLIÇÃO falar com o primo do bispo EDIR MACEDO, MAURO MACEDO.
     Embora parentes não poderia haver personalidades tão diferentes.  MAURO MACEDO não era pastor, e tampouco freqüentava os cultos. Falava pouco de DEUS e de Jesus, mas cuidava da parte administrativa da UNIVERSAL com competência muito superior a de qualquer pastor.
     Segundo MAURO MACEDO, a orientação era para que GRIGORE entrasse com um Processo Trabalhista em São Paulo, - a sede da Ré -, e, em seguida fizesse um acordo com a advogada da UNIVERSAL, e, em frente ao Juiz, estabelecessem um acordo que fecharia o processo. Enfim, a UNIVERSAL pagaria, mas queria uma homologação jurídica para que GRIGORE nunca mais lhes desse dor de cabeça. Assim foi feito.  






“JÚRI FAMILIAR”.




     Enquanto para GRIGORE a história com a UNIVERSAL chegava ao fim, para sua família ainda havia uma longa jornada pela frente.  
     (...) A esposa e os filhos, no entanto, não estavam nada satisfeitos em ver GRIGORE naquela situação. Eram unânimes em repetir que a suprema injustiça da qual foram vítimas não podia ficar sem reparos. Os filhos GREGÓRIO e EMILIANO agora tinham maturidade para entender tudo o que acontecera e, principalmente para reclamar.
     (...) NADEGE assinava embaixo que aquela história não poderia ficar sem uma resposta. A Igreja lhes tirara a paz e todos os bens que tinham. Tornou-os pobres e cheios de cicatrizes no espírito. Agora, enquanto tinham que se contentar em começar do nada, para os Líderes da UNIVERSAL a vida continuava às mil maravilhas.  
     No Júri Familiar GRIGORE estava perdendo por três a um. E os votos de NADEGE, GREGÓRIO e EMILIANO eram convictos: - Queriam que GRIGORE abrisse um processo contra a Igreja Universal do Reino de Deus. GRIGORE era advogado e estava com razão, então por que não?  






“PROCESSO BÍBLICO”.




     A petição inicial apresentada pelo advogado e suplicante GRIGORE VALERIU era uma peça bastante incomum nos meios jurídicos. Em vez de citar juristas eminentes que corroborem um ponto de vista, GRIGORE invocou a Bíblia.  
     (...) Uma coisa era àquela altura os escândalos da UNIVERSAL já serem de conhecimento da sociedade, com boa parte dos chamados formadores de opinião associando automaticamente a UNIVERSAL a roubo através da FÉ e o bispo EDIR MACEDO a charlatanismo. Outra coisa bem diferente era provar isso em tribunal.  
     (...) Sua petição era ao mesmo tempo uma Peça JURÍDICA e uma Peça de FÉ.
     (...) Tratava-se de colocar ordem no caos que se transformaram os EVANGELHOS nas mãos da UNIVERSAL. A BÍBLIA era usada para recolher DINHEIRO de forma METAFÓRICA e também direta: - Era pelas palavras DELA que se convenciam os FIÉIS e, não raro, o DINHEIRO era depositado no próprio LIVRO SAGRADO.
      (...) FALSOS PROFETAS que usam o nome de DEUS para se locupletarem e expandirem seu domínio POLÍTICO e ECONÔMICO, vivem nababescamente adquirindo mansões, carros importados e cada vez mais se fortalecendo às custas da desgraça alheia, abrindo novos TEMPLOS em lugares estratégicos de grande concentração populacional, como provas FILIAIS da EMPRESA que poderia se denominar “INDÚSTRIA e COMÉRCIO da FÉ UNIVERSAL”.
     (...) Quando a nada ortodoxa petição contra a UNIVERSAL caiu em sua mesa, o Juiz de fato demorou em citar a Igreja. Mas no caso o motivo não foi a inépcia, mas a quebra de paradigmas da inicial. O Juiz iria dizer a GRIGORE mais tarde que sua petição “mais parecia um romance”. E ficou a lendo e relendo por uns bons dias, tentando se adaptar não só à linguagem fora dos padrões, mas também àquela argumentação que misturava RAZÃO e FÉ.      
     (...) Não deve ter sido mesmo uma decisão das mais simples para o Juiz.
     (...) Por tudo isso, o período maior que o normal de reflexão se o processo deveria ser aberto ou não. No fim, a petição de GRIGORE recebeu a assinatura do Juiz CARLOS RICARDO CHILETTO, da 30ª vara cível do RIO de JANEIRO.






“DERRUBAR a MÁSCARA”.




      (...) A ética profissional e o juramento feito pelo suplicante ao se formar como advogado o impedem de revelá-los nesta oportunidade, porém instado e inquirido pelas autoridades competentes, e delas obtendo garantia de vida, por se tratar de uma luta contra a verdadeira MÁFIA da FÉ, poderosa e capaz de tudo, se compromete desde já a revelá-la, em nome da verdade.  
     Tendo em sua defesa o trecho do EVANGELHO de MATEUS, a UNIVERSAL certamente saberia que GRIGORE não omitiria a proposta feita a ele para que SUBORNASSE um JUIZ em nome de seus interesses. Foi o que acabou acontecendo. O fato foi falado não só durante as audiências do processo. Quando o processo de GRIGORE contra a IGREJA UNIVERSAL veio a público, ele revelou à imprensa o que se passara no gabinete do bispo EDIR MACEDO.  
     Em novembro de 1990, por exemplo, o título de um artigo no JORNAL da TARDE dava a dimensão da imagem associada à IGREJA UNIVERSAL: - “ASSALTO em MASSA”. “Não estamos mais diante de casos isolados de EXPLORAÇÃO da BOA FÉ de camadas mais MODESTAS da POPULAÇÃO. As proporções assumidas por essa EXPLORAÇÃO são ALARMANTES, transformando-a numa das mais PERVERSAS formas de CRIME ORGANIZADO existente entre nós”.
     (...) Mas para que a VERDADE a respeito dos FALSOS PROFETAS que dirigem a IGREJA UNIVERSAL seja finalmente revelada.  






“RÉPLICAS e TRÉPLICAS”.





     Logo na abertura, a contestação feita pela IGREJA UNIVERSAL mostrava que o alvo seria primeiro o AUTOR da acusação, e só depois os ARGUMENTOS.  
     À defesa pouco interessou a FÉ e a PALAVRA DIVINA mencionada na petição. Sua batalha se travaria em terra, e o único espírito que interessavam julgar seria o espírito PROBLEMÁTICO de GRIGORE.  
     (...) Não é verdade que a RÉ seja um COMÉRCIO. Antes, tem recuperado muitas pessoas para o convívio social, tais como DROGADOS, PROSTITUTAS e uma gama imensa de DESAJUSTADOS, a tal ponto que na cidade do Rio de Janeiro a RÉ foi declarada entidade de utilidade pública, através da lei municipal número 1407, de 08 de junho de 1989, sendo hoje, segundo a BBC de Londres, a Igreja que mais cresce no mundo. Ora, é sabido que planta que não é boa não cresce. Assim...

     Observação do escriba: - De DROGADOS a IGREJA UNIVERSAL conhece muito bem. Afinal das contas, a REDE RECORD foi comprada com a participação de DÓLARES de TRAFICANTES de DROGAS.    
          
      (...) Nesta seita se pede dos membros, em nome do Senhor Jesus, doações de casa, terrenos, automóveis, telefones, jóias, dinheiro, induzindo as pessoas, com PROMESSAS MENTIROSAS, não só a se desprenderem dos seus bens, mas até, diante do desespero de não poderem cumprir os “votos com DEUS”, a se suicidarem, como recente caso noticiado pela imprensa e ocorrido com uma membra da Igreja Universal do Reino de Deus, na cidade de BELO HORIZONTE.
     É o DEUS de amor, de compreensão e de bondade que leva famílias à miséria, ao desespero e até ao suicídio? Certamente que não.  
     O homem que diz que CURA pela FÉ, mas que recorre à MEDICINA de PONTA quando é sua saúde que está em jogo. GRIGORE não economizou nos adjetivos desairosos para pintar o retrato do FALSO PROFETA.
     EDIR MACEDO, envolvido em inquéritos provenientes de denúncias na POLÍCIA FEDERAL, processado por dirigir a Igreja Universal do Reino de Deus como uma INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CLANDESTINA, sonegando impostos, com ordem de prisão preventiva decretada e, no entanto, como um covarde possuído de temor por não ter mais dentro dele a dádiva do Espírito Santo, que há muito tempo o abandonou foragido nos Estados Unidos e apresentando, através de advogados, ATESTADO MÉDICO.    
     O homem repleto do “Poder de DEUS”, que “CURA os ENFERMOS”, apresentando ATESTADO MÉDICO por se encontrar doente nos Estados Unidos!  
     (...) “O DEUS dele passou a ser a GANÂNCIA, o PODER e o DINHEIRO, diz GRIGORE. Agora, como diz a réplica, “é exatamente este espírito imundo que usa EDIR MACEDO para enganar e levar à miséria milhares de pessoas”.  
     (...) A alegação de que a RÉ não é um COMÉRCIO, realmente, constitui uma verdade. O COMÉRCIO é uma atividade LEGALIZADA que gera EMPREGOS, produz RECEITA e paga IMPOSTOS.  
     A RÉ se configura, no ramo de transações e vendas, numa atividade ILEGAL, CLANDESTINA, pois negocia dentro dos seus TEMPLOS, sem NOTA FISCAL, sem pagar IMPOSTOS e sem gerar nem sequer EMPREGOS.  






“De IMPOTENTES a ONIPOTENTES”.





     Durante os meses seguintes à saída da UNIVERSAL e o tempo em que durou o processo, GRIGORE e NADEGE continuaram procurando uma PENTECOSTAL na qual sentissem abrigados. O problema é que nunca encontraram esse lugar.  
     Na IGREJA NOVA VIDA, para onde foram após o desligamento da UNIVERSAL, não demorou a que as contradições aparecessem. No púlpito, pastores que não praticavam o que pregavam.
     (...) Um dia GRIGORE comentou animado ao Pastor - após um culto em que, como na UNIVERSAL, pregou-se contra os REMÉDIOS, pois só DEUS curava – que não estava tomando medicamento algum para os seus problemas respiratórios, crente na CURA SUPERIOR. Nos bastidores, o Pastor foi bem mais ponderado que instantes antes na frente da platéia. Disse que uma pilulazinha de vez em quando não faz mal algum, e que ele mesmo tomava seus LEXOTANS pra se ACALMAR.  






“A BÍBLIA CONTRA o CÓDIGO CIVIL”.




      O processo durou cinco anos.
     (...) “Podridão”, “lamaçal”, “soldado do caudilho”, “ditador” e “enganador” eram apenas algumas das gentilezas de GRIGORE contra a UNIVERSAL e o bispo EDIR MACEDO. Por isso, o advogado da RÉ resolveu tentar acabar com a bagunça, pedindo que sejam “riscadas dos altos”.
     (...) Quanto às doações, o advogado afirmava que delas “não havia o menor vestígio”, e não era por acaso que a defesa tomava esse caminho.
     (...) Ou seja, entre a venda e a doação era preciso dar razão ao advogado da UNIVERSAL: - Nenhum vestígio. A sacolinha não emitia recibo, não fazia contabilidade, não diferenciava nem ao menos de qual membro havia vindo o dinheiro.
     As provas em relação a esse fato que GRIGORE havia anexado no processo eram escrituras de compra e venda de todos os imóveis que possuía e que abrira mão em favor da Igreja. A defesa queria ver agora a prova de que GRIGORE pegou esse dinheiro, foi até o templo e o depositou na sacolinha.
     (...) Entre PÚLPITO e PLATÉIA, havia nexo de causa e efeito, e ele era escandaloso. O próximo passo – gigantesco – seria provar essa ligação de causa e efeito. A boa notícia para GRIGORE é que o Juiz permitiu que seus adjetivos continuassem no processo.  






“SOFRIMENTO COMO MÉTODO”.
    




     Era preciso neutralizar a candura com que a UNIVERSAL contemplava as doações em seus TEMPLOS. Se LAVAGEM CEREBRAL não estava previsto no CÓDIGO CIVIL, COAÇÃO estava. O Direito Brasileiro não tem olhos vendados contra Charlatanismo Religioso. Prova disso é que existe até uma Delegacia Especializada Contra a FÉ Pública. Foi a palavra dessa instituição, no parecer que o delegado Laércio de Carvalho fez sobre suas visitas a Igreja Universal em 1989, que GRIGORE juntou aos autos.  
     Entraram também testemunhos colhidos pela Delegacia. Pessoas que tiveram um destino na UNIVERSAL bem diferente das histórias de glória vistas nos cultos, na televisão e nos depoimentos que o advogado da RÉ havia trazido para o processo.






“O TOM de OUTRO DEPOIMENTO era MAIS INDIGNADO”.




     A última façanha dos meninos do “bispo MACEDO” é solicitar que as pessoas (ou otários?) dêem o dinheiro da conta de água, ou de luz ou do telefone. Enfim, aquela última reservinha só para aquele exclusivo fim. Eles garantem que no dia seguinte um milagre se processará e o dinheiro voltará triplicado.
     Um assistente social da Vara Especializada de Menores de São Paulo comemorou que algo estivesse sendo feito.
     No meu trabalho cotidiano venho assistindo com pesar a um cortejo cada vez maior de pessoas simples, lesadas nas suas parcas economias e até no equilíbrio mental e psicológico por esses vendilhões do templo do século XX.






“A GUERRA dos PERITOS”.




     O caminho para estabelecer o NEXO MATERIAL que a defesa jogava como ônus da prova no colo de GRIGORE – entre a venda de seus bens e a efetiva doação à igreja – seria pela letra de lei. O decreto 1.041, de 11 de janeiro de 1994, determina que sociedades e fundações de caráter beneficente, incluindo as religiosas, eram obrigadas a manter escrituração de suas receitas e despesas.  
     Era questão então de pedir ao Juiz que mandasse verificar o livro caixa dos Templos Recreio dos Bandeirantes e da Barra da Tijuca nos tempo em que GRIGORE esteve por lá. O valor das doações que fizera teria registro. Os livros-caixa serviriam como prova de que tudo o que tinha ficara anotado neles.  
     A perícia foi às Igrejas. Como resposta a informação de que havia contabilidade, sim, mas não controle do que recebia cada Igreja. Isso porque, garantiram o pastor José Eduardo Alves, no Recreio, e o administrador Mauro Macedo, na Barra, ao final dos três cultos diários nem se olhava o que havia nas sacolinhas. Elas simplesmente eram fechadas e enviadas para a sede central, na Igreja da Abolição. Então se contava tudo e depositavam-se tudo junto no banco.  
     GRIGORE contestou essa conversa. Apesar da tentativa da UNIVERSAL de estabelecer a impossibilidade de dizer qual dinheiro é de quem, os responsáveis admitiram à perícia que a contabilidade dos anos 1989, 1990 e 1991 estava toda centralizada em São Paulo. Em 35 volumes que seriam o objeto de disputa do processo dali para frente. Os volumes aumentaram para 52 quando o advogado, economista e perito judicial ANTONIO MAKSOUD esteve no escritório da UNIVERSAL na capital paulista.
     Era o momento de tirar a prova se existia discriminado as doações para a Barra e o Recreio na época de GRIGORE, assim como os valores das doações.
     A primeira contraprova apareceu depressa. Segundo ANTONIO MAKSOUD, “na contabilidade constam registradas receitas de dízimos e ofertas, classificadas em conta própria, por Igreja”. E ressaltou ainda que a “contabilidade é de boa técnica, moderna, computadorizada, com plano codificado, numeradas as contas”.  
     Os números mostraram correlação entre os imóveis e ações vendidas por GRIGORE e as arrecadações.  
     A conclusão da perícia tratou, em primeiro lugar, da tentativa da UNIVERSAL de empurrar para debaixo do tapete a sua contabilidade. A afirmação de que não havia discriminação das ofertas por Igreja foi inquestionavelmente derrubada por uma organização contábil de dar inveja. Em segundo lugar, e o mais importante, o dinheiro estava lá.  
     Enfim, após a batalha de peritos onde cada detalhe era usado para mudar o curso do processo, os dados estavam lançados. A Igreja Universal seguiu contestando as doações.
     GRIGORE seguiu na argumentação de que fora enganado em sua BOA FÉ. Um jogo formado por cartas objetivas e subjetivas estavam sobre a mesa. Agora era com o Juiz.






“A SENTENÇA”.
  



     Antes de emitir sua decisão, o Juiz JOÃO BAPTISTA CHAGAS FILHO faz as pergunta crucial subjacente a toda história de GRIGORE com a Igreja Universal do Reino de Deus. “Pode o FANATISMO induzir alguém no total despojamento de seus bens?”  
     (...) Tratava-se no fundo de investigar os mecanismos que atuam entre FIÉIS e os LÍDERES ESPIRITUAIS que surgiram com a explosão do chamado PENTECOSTALISMO AUTÔNOMO, classificado como “o grande fenômeno religioso brasileiro atual”. Fenômeno sobre o qual a UNIVERSAL era a principal expressão.  
     Estas PENTECOSTAIS diferenciam muito de sua matriz clássica, originada no início do século XX no movimento MISSIONÁRIO AMERICANO. Agora, analisa a sentença, essas Igrejas se alicerçam “numa tríade: - A CURA, o EXORCISMO, a PROSPERIDADE”.  




Observações do escriba:


     1ª – CURA - Nas chamadas Igrejas Pentecostais não ocorre cura de nenhuma enfermidade. Pastor não é Médico. Se eles estão prometendo curas o nome disto chama-se Charlatanismo, ou seja, a Prática Ilegal da Medicina.

     2ª – EXORCISMO - Segundo o meu dicionário de português o exorcismo é enquadrado no campo da TEOLOGIA, e, ainda acrescenta: - 1. Oração ou cerimônia para livrar de espíritos maus ou coisas nocivas. 2. Esconjuro.  

     3ª – Exorcistado – (de exorcista) – TEOLOGIA – A terceira das quatro ordens menores da IGREJA CATÓLICA, cuja matéria era o livro dos exorcismos. Foi ABOLIDA em 1972.    

     4ª - Não acredito em espíritos bons e nem em espíritos maus. Acredito que existem pessoas boas e que existem pessoas más, bem como em coisas boas e em coisas más. Tais assuntos devem ser estudados e pesquisados por médicos e psicólogos, principalmente. Para mim as chamadas Igrejas Pentecostais ou Neopentecostais são COISAS NOCIVAS para a sociedade brasileira.

     5ª – PROSPERIDADE – Os Falsos Profetas das Igrejas Pentecostais, estão prosperando graças à ignorância da população. Pastores e Bispos estão cada vez mais RICOS. O povo e os pobres estão cada vez mais POBRES.
    

     (...) O Pastor, continua a sentença, era o Líder capaz de sugestionar o grupo. Sugestão que poderia levar ao “transe” e à “catarse”. Daí “os arroubos, com pródigas ofertas e curas coletivas”.  
     A avaliação PSICOLÓGICA de GRIGORE tornava a coisa ainda mais complicada. “Impõe-se observar o estado de desequilíbrio PSICOLÓGICO do autor ao ingressar em uma seita dita cristã. Tornou-se um judeu batizado e, ao mesmo tempo, um cristão judeu”.
     “A este total desequilíbrio PSICOLÓGICO alia-se a pregação, nos cultos, induzindo os seus seguidores a aceitar, sem se oporem, as exigências nesta seita”. E a conclusão: - “Há domínio total sobre a VONTADE”.  
     CHAGAS FILHO dedicou duas páginas e meia da sua sentença a um ponto que para GRIGORE era crucial: - A distorção da palavra bíblica que é regra na UNIVERSAL.  
      Para o Juiz estava, portanto, mais do que comprovado que GRIGORE fora enganado. Sobre a veracidade das doações, a insistência da defesa em negá-las acabou causando à Igreja um problema maior. Pela Constituição Brasileira as instituições religiosas, de qualquer credo, são isentas de pagar impostos.  
     No processo, o que se viu foi a declaração dos próprios Líderes da UNIVERSAL de que a contabilidade é toda centralizada, e chegaram mesmo a mentir de que não havia discriminação por Igreja. A emenda saiu pior que o soneto.
     “Com o comportamento apontado pela perícia evidencia-se o célebre recurso ao chamado caixa dois, para fugir do fisco”, sentenciou o Juiz. “É a fuga do fisco pelas entrelinhas do texto constitucional”.  
     A UNIVERSAL estava condenada a devolver a GRIGORE todos os imóveis, as ações e o automóvel que haviam ido parar nas sacolinhas, com os juros e correções devidos, além de 200 salários-mínimos por danos morais.






“RECOMEÇOS”.




          A Igreja Universal, como era de se esperar, recorreu. O processo ganhou mais 246 páginas. Em instância superior, os desembargadores do Tribunal de Justiça reverteram a sentença. Por dois votos a um o ganho de causa era da Universal.  
     O voto isolado, no entanto, era o mais valioso, pois havia sido dado pelo relator. Em seu parecer, foi mantida a vitória de GRIGORE, embora reduzindo pela metade o valor da indenização.
     Por ser o relator que conhece o processo mais de perto, GRIGORE tinha direito a mais um recurso, chamado embargos infringentes. Agora eram cinco desembargadores que apreciariam o caso, presidido pelo presidente do Tribunal. Dessa vez, foi de lavada. Por quatro votos a um ficava valendo a decisão do relator da segunda instância.  
     O tribunal ainda iria avaliar o valor dos bens doados por GRIGORE, atualizando as quantias. Caso de confirmasse a estimativa de GRIGORE, de R$ 600 mil, a indenização seria de R$ 300 mil.  
     (...) Foi só nessa época que os advogados da Igreja resolveram procurar GRIGORE para um acordo. Pagavam R$ 150 mil – ou seja, metade da metade do valor que GRIGORE considerava justo e que prometia a sentença de primeira instância – e em contrapartida não recorreria à instância máxima, o Superior Tribunal de Justiça, onde o processo poderia se arrastar ainda por muitos anos. Era pegar ou largar.  
     Sem alternativas, GRIGORE pegou. A família comemorou não só a chegada do dinheiro, como, enfim, um acerto de contas com o passado em que a justiça prevaleceu.
     (...) O dinheiro que parecia muito no começo, foi se esvaindo. Por isso a idéia de sair do Rio de Janeiro foi se consolidando em Conversas e Orações. Um dia GRIGORE e NADEGE deixaram os filhos já crescidos em casa e simplesmente saíram em viagem, sem um rumo muito definido. A irmã de NADEGE de JUIZ de FORA agora vivia no interior de SERGIPE. Fizeram uma visita e de lá o casal seguiu para a capital ARACAJU.
     Lá encontraram um apartamento bom e fácil de ser alugado, muito diferente do que acontecia no RIO de JANEIRO, onde as exigências eram muitas, entre elas por um impossível fiador.
     Na mesma viagem GRIGORE encontrou um professor de Direito, que falou sobre as oportunidades de trabalho que havia na região. De uma só vez, emprego e moradia apareciam. As portas começavam a se abrir, mesmo em uma ARACAJU marcada pelo domínio de famílias tradicionais, círculo no qual poucos conseguiam entrar.  
   (...) Foi nomeado e tornou-se procurador de autarquia federal. Mais tarde, professor de Direito Civil da Universidade Tiradentes, dona de um campus enorme e uma estrutura de primeira linha, que inclui uma biblioteca com 120 mil volumes. Das faculdades particulares, é a melhor opção, só rivalizando com a Universidade Federal, que é pública. Os dois filhos, GREGÓRIO e EMILIANO concluíram o Curso de Direito na própria Universidade Tiradentes, trabalham e constituíram família, ao se casarem com moças de SERGIPE.
     GRIGORE e NADEGE de vez em quando saem em férias pela região turística privilegiada ao redor. Em um dos últimos programas, em MANGUE SECO, na divisa com a BAHIA – cenário da novela TIETA – divertiram-se nas dunas e nos passeios de bugre e nem o contratempo de encontrar com Pastores da UNIVERSAL passeando de Toyota pela praia e pedindo Votos para os Candidatos da Igreja atrapalhou o programa.
     Outra vantagem da vida nova é que ninguém os conhece. Pelo menos não até a publicação deste livro.
     GRIGORE não guarda mágoa, nem ressentimento algum dos homens que o ILUDIRAM e o HUMILHARAM. É passado! Passado, no entanto, que lhe foi útil, pois aprendeu que SERVIR a DEUS não significa, necessariamente, ESTAR DENTRO de uma IGREJA.




Observações do escriba:


     1ª – Lamentavelmente, a Igreja Universal do Reino de Deus, ou Empresa Universal do Reino de Deus, ou Empresa de Negociatas da FÉ, ou Empresa de Comércio da FÉ, como perigosa erva daninha, se instalou em SERGIPE há aproximadamente 30 anos.

     2ª – Além de se meter com “CURAS MILAGROSAS” – Charlatanismo e Curandeirismo Cínico – desde longas datas vem expandindo seus negócios no campo da POLÍTICA. Pelo menos até então, em SERGIPE, um dos seus Pastores está envolvido em vários escândalos. Vejam matéria logo abaixo.

     3ª – A IGREJA CATÓLICA deve reagir com disposição, inteligência e rapidez contra o avanço GANANCIOSO dos falsos pastores, dos falsos bispos e dos falsos profetas, ligados à IURD e a outros TEMPLOS PENTECOSTAIS.  

     4ª – Em relação aos supracitados falsos profetas, eles estão confundido POLÍTICA com POLÍCIA.

      


      
Pastor Heleno Silva (PRB-SE).
    
     Mariana Pasini - Do G1, em São Paulo - 01/02/2011 08h27m - Atualizado em 01/02/2011 08h27m.


     “Foto: Pastor Heleno (PRB-SE) (Foto: Divulgação)”.


     O Deputado Federal José Heleno da Silva, conhecido como Pastor Heleno (PRB-SE) é réu na ação penal 15233-58.2008.4.01.3600, que tramita na Justiça Federal de Mato Grosso, pelos crimes de Formação de Quadrilha, Corrupção Passiva e Lavagem de Dinheiro.
     A denúncia está relacionada a Investigações da OPERAÇÃO SANGUESSUGA.
     Em 2006, a operação da Polícia Federal revelou um esquema de Venda de Ambulâncias Superfaturadas para prefeituras de várias cidades, que ficou conhecido como “MÁFIA das AMBULÂNCIAS”.
     Segundo informações da 5ª Vara Federal, o Processo é uma Ação Penal, apesar de ter sido cadastrada como “Medidas Investigatórias sobre ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS”.



DEPUTADO foi PROCURADO.



     O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa do deputado e obteve o telefone de um assessor do deputado.
     Segundo a assessoria, ambos estavam em viagem e somente um deles poderia falar sobre os processos.
     A reportagem encaminhou e-mails pelo menos duas vezes por dia para ambos entre 26 e 28/01.
     Na segunda-feira (31), foram feitas novas tentativas de contato com o deputado e com um assessor, sem sucesso.
     Até a publicação desta matéria não houve resposta.


CONSULTA PROCESSUAL.




     Veja reprodução da AÇÃO PENAL contra o DEPUTADO.






PASTOR HELENO SILVA tem bens BLOQUEADOS pela JUSTIÇA.

    
     Da Redação do CINFORM - Quatro semanas atrás – 242 visualizações.



     O ex-prefeito do município de Canindé, Heleno Silva, teve os bens móveis e imóveis e contas bancárias bloqueados por determinação do JUIZ PAULO ROBERTO FONSECA BARBOSA, atendendo ao pedido formulado pelo Ministério Público Estadual, em Ação Civil Pública movida por ato de Improbidade Administrativa.  
     Na decisão, o Juiz limita o valor do bloqueio dos bens do Pastor que dirigiu Canindé em até R$ 568.816,68.
     Heleno Silva responde também por Dano ao Erário e ENRIQUECIMENTO ILÍCITO e violação aos princípios administrativos.
     Consta na denúncia do Ministério Público suposto superfaturamento e irregularidades no uso dos recursos públicos que seriam destinados à MERENDA ESCOLAR.
     De acordo com as peças anexadas ao processo, durante inspeções, a equipe da Controladoria Geral da União (CGU) identificou que, na gestão do Pastor Heleno Silva em Canindé do São Francisco, a Prefeitura aplicou valor inferior a 30%, em 2013, em gêneros alimentícios originários da agricultura familiar, contrariando Resolução do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).  
     E, em contrapartida, investiu 47,68% dos recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) para aquisição de doces, consumidos em um período de três meses, contrariando resolução do PNAE.
     Estão claras as evidências de a gestão do pastor Heleno, segundo o Ministério Público, emitiu notas fiscais incorretas, com datas que não refletem o recebimento dos produtos.
     Pagamentos no valor de R$ 226.248,00  efetuados à entidade que não possui relação jurídica com a Prefeitura.
     Pagamento no valor de R$ 50 mil a mais do que o devido em nota fiscal.
     Prorrogação indevida de contrato emergencial.
     Houve ainda, segundo a denúncia, superfaturamento de 380,76% em aquisições de itens da agricultura familiar no exercício de 2014, somando R$ 202.977,95.
     Realização de duas  transferências bancárias indevidas, que totalizaram R$ 173 mil da conta do Programa Nacional de ALIMENTAÇÃO ESCOLAR para a conta movimento da Prefeitura.
     Utilização indevida, em projeto de vendas, de declarações de aptidão ao PRONAF – DAPs de não associados da Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares do Assentamento Caraíbas Doce Lar (COOMAFAC).
     Falhas na formulação da composição de preços dos serviços de alimentação escolar nos anos de 2013 a 2015.
     Pagamento indevido de serviços e superfaturamento na execução do contrato de alimentação escolar e não fornecimento de frutas e verduras no ano letivo de 2013.
     O MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL constatou que estas irregularidades importaram prejuízo ao ERÁRIO  e, consequentemente, violação à LEI de IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA, justificando a INDISPONIBILIDADE dos BENS.
     O ex-prefeito informou que assim que receber notificação do PODER JUDICIÁRIO vai se manifestar sobre a decisão do MAGISTRADO da Comarca de Canindé.

  

     Fontes: (1) – LIVRO – A VERDADEIRA HISTÓRIA DA IGREJA UNIVERSAL - Ficha Catalográfica Elaborada Pela Biblioteca Central – Universidade Federal de Sergipe – G857v – GRIGORE AVRAM VALERIU – A Verdadeira História da Igreja Universal/Grigore Avram Valeriu – Aracaju: - Sercore, 2008 – 264 páginas - 1. Religião – Conflitos. 2. História – Igreja Universal. I. Título. – CDU 289.3. SERCORE Artes Gráficas Ltda. Telefax: (79) 2106-9800.  
    
     “DUELO de OLHARES” (páginas 175, 176, 177, 178 e 179). “PORTAS ABERTAS, PORTAS FECHADAS” (páginas 181, 182, 183, 184 e 185). “DE VOLTA ao COMEÇO” (páginas 187 e 188). “JÚRI FAMILIAR” (páginas 193, 194 e 195). “PROCESSO BÍBLICO” (páginas 200, 201, 202, 203, 204 e 205). “DERRUBAR a MÁSCARA” (páginas 207, 208 e 209). “RÉPLICAS e TRÉPLICAS” (páginas 211, 214, 216, 217, 219 e 220). “De IMPONENTES a ONIPOTENTES” (páginas 223 e 224). “A BÍBLIA CONTRA o CÓDIGO CIVIL” (páginas 229, 230, 231 e 232). “SOFRIMENTO como MÉTODO” (página 233). “O TOM de OUTRO DEPOIMENTO era mais INDIGNADO” (página 235). “A GUERRA dos PERITOS” (páginas 239, 240, 241, 242 e 243). “A SENTENÇA” (páginas 245, 246, 247, 250 e 251). “RECOMEÇOS” (páginas 253, 254, 255, 256, 259 e 260).


    
     A luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil) continua, e a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA, também continua.
      Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. Boa leitura, boa saúde, pensamentos positivos e BOM DIA.
     ARACAJU, capital do Estado de SERGIPE (Ex-PAÍS do FORRÓ e futuro “PAÍS da BOMBA ATÔMICA”), localizado no BRASIL, Ex-PAÍS dos fumantes de CIGARROS e futuro “PAÍS dos MACONHEIROS”. Terça-feira, 09 de janeiro de 2018.




Jorge Martins Cardoso – Médico – CREMESE – 573.



    
     Fontes: (1) – LIVRO citado ACIMA.  (2) - OUTRAS FONTES.

jorge martins
Enviado por jorge martins em 09/01/2018
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