Jorge Martins Cardoso

 

Um eterno aprendiz



Textos

A LIBERDADE... A VONTADE... "Síndromes de Abstinência - Inclusive de Nicotina".




A LIBERDADE... A VONTADE... “SÍNDROMES DE ABSTINÊNCIA – INCLUSIVE DE NICOTINA”.



     AVISO INICIAL - A 3ª parte sobre a importância do estudo da MEDULA ÓSSEA para desatar o nó sobre a AUTO-HEMOTERAPIA será escrito proximamente. Tenho muita coisa para ler, tenho muito a pesquisar e tenho muito que escrever. Estamos apenas no começo da luta. E tem mais: - Estou estudando teoria musical e aperfeiçoando a aprendizagem de VIOLÃO. Não estou perdendo tempo de maneira alguma!
     SEGUNDO AVISO – Os textos sobre “AS BATALHAS do Dr. LUIZ MOURA” terão continuidade.
     TERCEIRO AVISO – Os textos sobre “Teorias Conspiratórias” também terão continuidade.







SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA.


     Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



     Síndrome de abstinência é um conjunto característico de SINAIS e SINTOMAS que ocorrem após a interrupção (ou, em alguns casos, diminuição) do consumo de uma DROGA, seja ela um MEDICAMENTO ou uma DROGA de ABUSO.
     O quadro clínico de uma dada Síndrome de Abstinência varia de acordo com a DROGA CONSUMIDA.
     A identificação do tipo da droga usada é importante para o correto tratamento, mas o abuso de mais de um tipo de droga é comum.
     Algumas drogas atuam como neurotransmissores externos, substituindo os neurotransmissores orgânicos, que "desligam".
     Se a DROGA é CORTADA ABRUPTAMENTE, os processos químicos que permitem a comunicação entre os neurônios são interrompidos, cortando a comunicação do sistema nervoso com o resto do corpo, o que pode, no limite, LEVAR o INDIVÍDUO em ABSTINÊNCIA à MORTE.
     A heroína, principalmente, tem esse efeito.
     O álcool, a maconha e a cocaína também atuam como neurotransmissores externos, mas em menor intensidade, de modo que as crises de abstinência costumam ser menos graves.
     A instalação de uma Síndrome de Abstinência tende a ser mais rápida no caso de drogas de meia-vida mais curta.
     Seu curso tipicamente varia de alguns dias a duas semanas, mas descrevem-se SINTOMAS que podem persistir por meses, no caso do ÁLCOOL, do TABACO ou da COCAÍNA (Síndrome de Abstinência Prolongada).
     Os SINTOMAS, que estão ligados aos danos causados ao cérebro, apresentam-se durante o estado de sobriedade e podem ser descritos como dificuldade de concentração, problemas de memória, reação emocional exagerada ou apatia, distúrbios ou alterações do sono, problemas de coordenação motora e sensibilidade ao stress.
     A Síndrome de Abstinência Prolongada pode desencadear recaídas com frequência, mas seus sintomas, geralmente, podem ser revertidos.




ÁLCOOL.



     A Síndrome de Abstinência do Álcool começa poucas horas depois da interrupção do consumo e pode cursar com insônia, tremores, ansiedade, disforia, náusea ou vômitos, inquietação, agitação, aumento da sudorese, aumento da frequência cardíaca e outros sinais de hiperatividade do Sistema Nervoso Autônomo.
     Quando mais grave, pode evoluir para convulsões e delirium tremens. Sua gravidade costuma ser proporcional à quantidade de álcool ingerido em 24 horas e ao número de episódios prévios.




OPIOIDES.




     A Síndrome de Abstinência de Opioides cursa com dilatação pupilar, lacrimejamento, rinorreia, bocejos, espirros, anorexia, dores abdominais, náusea, vômitos, diarreia e piloereção.
     Não causa convulsões nem delirium. Mas, no caso da heroína, por exemplo, a interrupção abrupta da droga pode levar o dependente químico à morte por parada cardíaca, insuficiência respiratória ou desidratação.
     Isso porque a droga funciona como um neurotransmissor externo, substituindo os neurotransmissores orgânicos na comunicação entre o sistema nervoso e o resto do organismo.
     Os neurotransmissores orgânicos "percebem" que há um neurotransmissor externo atuando, e "desligam".
     Quando a heroína é cortada abruptamente, os processos químicos que permitem a comunicação entre os neurônios são interrompidos. Ou seja, a comunicação do sistema nervoso com o resto do organismo é cortada.
     Isso afeta diretamente os músculos, o sistema cardiorrespiratório e o sistema digestivo.
     No Brasil, a pessoa dependente de heroína que apresente um quadro de Abstinência, deve ser encaminhada a um serviço de emergência médica para ser tratada com doses regulares de metadona, único medicamento que pode ser usado no país para o tratamento do dependente químico dessa droga.




CRACK.



     O dependente de crack quase não come, nem dorme, o que ocasiona um rápido processo de desnutrição e emagrecimento que é mais intenso que o produzido pela cocaína.
     Um adulto dependente de crack pode perder até dez quilos em apenas um mês. Além disso, a pessoa se torna negligente nos cuidados do próprio corpo.
     Neurologicamente, o uso do crack pode levar a dores de cabeça, tonteiras, inflamações dos vasos cerebrais etc.
     A alta temperatura da fumaça do crack pode causar lesões na laringe, traqueia e brônquios, o que propicia o aparecimento da pneumonia e da tuberculose. Normalmente há tosse, dor no peito, falta de ar e escarro sanguinolento.
     Além disso, o crack provoca a liberação de adrenalina, aumento da frequência cardíaca, elevação da pressão arterial, arritmias e, eventualmente, isquemias e infarto agudo do miocárdio.
     O crack também provoca náuseas, perda do apetite, flatulência, dor abdominal e diarreia. Podem, ainda, ocorrer quadros psiquiátricos graves, como delírios, alucinações, paranoias etc.
     A chamada "fissura" (craving) e sintomas paranoides transitórios são os principais componentes do quadro de Abstinência do Crack.
     A "fissura" é frequentemente referida como uma necessidade imprescindível para o corpo, indispensável à vida, e descrita como uma vontade "pior que a fome".
     A ABSTINÊNCIA causa grande SOFRIMENTO FÍSICO e PSÍQUICO. O indivíduo é tomado por grande ansiedade e pensamentos obsessivos sobre as maneiras de obter a droga.
     O indivíduo não consegue ficar parado: - "O corpo dói, a mente dói, o coração gela, a boca do estômago trava".
     O objetivo da procura obcecada por crack não é somente obter prazer, mas também aliviar seu mal-estar. Os contornos obsessivos da "fissura" pelo crack tiram do indivíduo a sua capacidade de escolha e o seu discernimento, embora ele seja consciente da sua degradação física e moral.
     Devido às semelhanças sintomáticas entre a dependência e o transtorno obsessivo-compulsivo, ambos dividem etiologia similar.
     Embora as mortes durante o processo de desintoxicação sejam frequentes, não há relação comprovada entre a morte de usuários de crack (mistura da pasta-base de cocaína refinada com bicarbonato de sódio e água) e a Abstinência da Droga, diferentemente do que ocorre no caso de dependentes de álcool e de heroína.
     Segundo os especialistas, essas mortes seriam causadas pela associação da dependência química com inanição ou outras doenças.
     Em 1999, pesquisadores da Unifesp publicaram o resultado de um estudo clínico baseado em relatos espontâneos de usuários de crack submetidos à sua primeira avaliação psiquiátrica, na qual reportaram o uso de maconha para aliviar os Sintomas da Abstinência.
     Durante nove meses, os pesquisadores monitoraram 25 pacientes, com idades entre 16 e 28 anos, fortemente dependentes do crack, conforme diagnosticado mediante aplicação da Composite International Diagnostic Interview (CIDI) e conforme os critérios da CID-10 e do DSM-IV.
     Segundo os pesquisadores, 17 (68%) desses indivíduos pararam de usar o crack e relataram que o uso da cannabis havia aliviado os sintomas da "fissura" (craving) e produzido mudanças subjetivas e comportamentais, ajudando-os a superar a dependência do crack.
     A ibogaína também é uma droga promissora no tratamento da dependência do crack, em alguns casos.
     Mas "tratar dependência é algo complexo, é algo que não se resolve num estalar de dedos", diz o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, líder de uma equipe da Universidade Federal de São Paulo que está pesquisando o uso da substância no tratamento de dependentes químicos.
     A ibogaína é produzida a partir da raiz da iboga, uma planta arbustiva da família das Apocináceas nativa da África Central e tradicionalmente usada em rituais religiosos.




COCAÍNA.




     A Síndrome de Abstinência de Estimulantes como a Cocaína e as Anfetaminas assemelha-se a um episódio depressivo, cursando com cansaço, hipersonia, humor depressivo ou irritável e variação do apetite.
     Não há necessariamente um padrão de consumo diário de cocaína. É característico o binge (isto é, o uso intenso, repetido em intervalos muito curtos), alternado com pequenos períodos de redução do consumo ou de Abstinência, sem a intenção de abandonar definitivamente o uso da droga.
     Uma vez cessada a euforia proporcionada pela substância, sobrevém a depressão.
     Assim, durante a Abstinência, períodos de desejo intenso pelo consumo da cocaína (craving ou "fissura") e outros Sintomas de Abstinência, tais como fadiga, anedonia e depressão, acabam por levar o indivíduo a voltar ao uso da droga, estabelecendo o círculo vicioso da dependência química.
     Estudos com pacientes mostram que os níveis dopaminérgicos extracelulares caem e não são normalizados antes de um período de 12 horas, sendo que o grau de supressão da liberação de dopamina é proporcional ao número de horas de uso prévio contínuo da cocaína.
     Estudos com animais demonstram o envolvimento de outros mecanismos nesse processo, tais como a deficiência na neurotransmissão serotoninérgica.
     Uma Síndrome de Abstinência bem definida é observada em muitos usuários crônicos ou mesmo naqueles que utilizam a droga durante poucos dias, em binge.
     A Abstinência de Cocaína ocorre tipicamente em três fases, em que se observa a progressão dos sinais e sintomas que seguem à cessação do uso da droga:
     1º - Crash, isto é, uma drástica depressão de humor e redução de energia que ocorre entre 15 e 30 minutos após cessado o uso da droga e pode durar de oito horas a até quatro dias.
     O crash está associada à depleção de neurotransmissores na fenda sináptica em decorrência do uso da cocaína.
     O usuário pode sentir depressão, ansiedade, paranoia e um intenso desejo de consumo da droga, que diminui depois de uma a quatro horas, quando a "fissura" pelo uso da droga é substituído pela "fissura" pelo sono.
     Instala-se então uma hipersonia, com aversão ao uso de mais cocaína. O indivíduo desperta algumas vezes para comer, ingerindo grande quantidade de alimento, e volta a dormir.
     2º - Síndrome disfórica tardia. Inicia-se após o crash, isto é, entre 12 e 96 horas após cessado o uso, podendo durar de duas a 12 semanas.
     Nos primeiros quatro dias, o indivíduo apresenta forte sonolência e intenso desejo pelo consumo da droga.
     Após esse período inicia-se uma Síndrome de Abstinência Prolongada, disfórica, marcada por anedonia, irritabilidade e apatia, além da "fissura" (craving), de intensidade variável conforme o indivíduo.
     O usuário pode ficar deprimido, apresentar problemas de memória e manifestar ideação suicida.
     Nessa fase os riscos de recaída são maiores, dada a dificuldade do indivíduo em suportar os sintomas disfóricos da "fissura" (ansiedade, depressão, inquietude).
     3º - Fase de extinção. Fase em que os sintomas disfóricos diminuem ou cessam por completo. A "fissura" passa a ocorrer de forma intermitente, tendendo a diminuir de intensidade, ao longo de meses ou, até mesmo, anos.
     A severidade da síndrome de dependência e de Abstinência de Cocaína depende da intensidade do consumo anterior e da presença de transtornos psiquiátricos comórbidos.
     A maior dificuldade é superar o craving, que pode ser de dois tipos: - Anedônico e condicionado.
     O anedônico tem como fonte a incapacidade de ter prazer e gera o desejo pelo efeito estimulante da droga.
     O condicionado é desencadeado por estímulos ambientais que fazem o indivíduo recordar-se de momentos em que vivenciou sensações euforizantes.  
     Apesar de todas as dificuldades, a Síndrome de Abstinência de Cocaína não chega a colocar em risco a vida do usuário, sendo considerada segura quando conduzida com conhecimento técnico e em ambiente adequado.


Observações do escriba:


     1ª – Na Wikipédia estão disponíveis 08 (oito) referências sobre o tema.

     2ª – Paradoxalmente, a Wikipédia não faz nenhum comentário sobre a importante SINDROME de ABSTINÊNCIA de NICOTINA.

     3ª – No entanto, logo abaixo, um ex-usuário de CIGARROS CONVENCIONAIS, publicou um artigo sobre "A Crise de Abstinência de Nicotina", na verdade, "A SÍNDROME de ABSTINÊNCIA de NICOTINA". Seria útil para as LEITORAS e para os leitores, continuarem a LEITURA.




Categorias:
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• Psiquiatria.
• Síndromes.


     Esta página foi editada pela última vez às 07h51min de 15 de junho de 2017.










A CRISE DE ABSTINÊNCIA de NICOTINA – Por Dráuzio Varella.


     Tinha até esquecido o quanto sofre o fumante para largar do cigarro. Parei há 23 anos e já não me lembrava das agruras pelas quais passei até ficar livre da dependência de nicotina que me escravizou durante 19 anos.  
     Ao gravar uma série para a TV com seis personagens que pararam de fumar num mesmo dia, no entanto, revivi meu sofrimento e pude observar as dificuldades dos dependentes diante da crise de abstinência de nicotina.
     O cigarro nada mais é do que um dispositivo para administrar droga. A nicotina inalada com a fumaça é rapidamente absorvida pelos alvéolos pulmonares, cai na circulação e chega ao cérebro num intervalo de seis a dez segundos.
     Inalada, chega mais depressa do que se tivesse sido injetada na veia, porque não perde tempo na circulação venosa.
     A velocidade com que a droga chega ao sistema nervoso central explica por que a primeira tragada traz alívio imediato ao fumante aflito.
     No tecido cerebral, a nicotina se liga a receptores localizados nas membranas dos neurônios localizados em vários centros cerebrais. A integração desses circuitos é responsável pela sensação de prazer que os dependentes referem sentir ao fumar – e que os não fumantes são incapazes de entender.
     A droga é de excreção rápida. Sua meia-vida é curta: - Duas horas, em média.
     Isto é, metade da dose fumada é eliminada da circulação em duas horas.
     Por razões genéticas, essa velocidade de excreção varia de um fumante para outro. Os que eliminam a droga mais depressa tendem a fumar mais.
     Grande parte dos que fumam dois ou três maços por dia é constituída por metabolizadores rápidos de nicotina.
     A presença de outras drogas na circulação pode alterar a velocidade de excreção. É o caso do álcool, substância na qual a nicotina se dissolve com muita facilidade.
     Como o álcool é diurético, ao beber, o fumante excreta rapidamente na urina a nicotina nele dissolvida.
     A queda da concentração da droga no sangue desencadeia o desejo irresistível de fumar.
     Viciados em nicotina, os neurônios do centro que integra as sensações de prazer, ao sentirem seus receptores vazios dela, estimulam outros circuitos de neurônios, que convergem para o chamado centro da busca.
     Esse centro é responsável por induzir alterações comportamentais com a intenção de nos obrigar a repetir ações que anteriormente nos trouxeram prazer: - Sexo, comida, temperatura agradável para o corpo, etc.
     Uma vez que os centros do prazer ativam o centro da busca, este não pode ser mais desativado. O centro da busca permanecerá ativado mesmo que o prazer responsável por sua ativação deixe de existir.
     Por isso o fumante se surpreende ao acender um cigarro no toco do outro.
     O usuário de cocaína continua cheirando apesar do delírio persecutório que experimenta toda vez que usa a droga, e o jogador compulsivo é capaz de perder a casa da família em cima do pano verde.
     Informados da falta de nicotina, os neurônios do centro da busca lançam mão de sua mais poderosa arma de persuasão comportamental: - A ansiedade crescente.
     Tomado pela vontade de fumar, o fumante perde a tranquilidade, fica agitado, nervoso e não consegue se concentrar em mais nada.
     Para ele, não existe felicidade possível sem o cigarro.
     Como a nicotina é droga de excreção rápida, essas crises de ansiedade se repetem muitas vezes por dia.
     Para evitá-las, o fumante vive com o maço ao alcance da mão para acender um cigarro assim que surgirem os primeiros sinais, porque sabe que a intensidade dos sintomas da crise é crescente, INSUPORTÁVEL.
     O cérebro aprende, então, que ansiedade e nicotina estão indissoluvelmente ligadas.
     Daí em diante, todo acontecimento que provocar ansiedade será interpretado por ele como resultante da ausência de nicotina.
     Por isso os fumantes levam imediatamente um cigarro à boca ao menor sinal de ansiedade ou diante da emoção mais rotineira. Por isso dizem que o cigarro os acalma.
     O curto-circuito de prazer que a nicotina arma entre os neurônios provoca uma dependência química de forte intensidade, enfermidade cerebral crônica e recidivante.
     Para tratá-la, é preciso ensinar o cérebro novamente a funcionar como fazia antes de entrar em contato com a droga.
     Tal empreitada significa enfrentar a abstinência de nicotina, que se manifesta em crises repetitivas, muito mais intensas, desagradáveis e difíceis de suportar do que aquelas provocadas por drogas como cocaína, crack, maconha, ou álcool.
     Os primeiros dois dias sem fumar são os piores. As crises se sucedem uma atrás da outra até atingirem frequência e duração máximas em 48 horas.
     Nesse período, as manifestações incluem irritação, ansiedade, tremores, sudorese fria nas mãos, fome compulsiva, modificação do hábito intestinal, alterações da arquitetura do sono (insônia ou hipersonia), dificuldade extrema de concentração e alternância de episódios de apatia com outros de agressividade comportamental.
     A partir do terceiro dia, a frequência das crises e a intensidade dos sintomas começam a diminuir gradativamente, dia após dia. À medida que as semanas se sucedem, o desejo de fumar continua a manifestar-se, mas vai embora cada vez mais depressa.
     Em média, seis meses depois de parar de fumar, a maioria dos ex-fumantes já consegue passar um ou outro dia sem se lembrar da existência do cigarro.
     Os neurônios começam a ficar livres da dependência que os sucessivos impactos diários de nicotina causaram em seus circuitos.
     É a liberdade do cérebro, que, para ser mantida, exige o preço da eterna vigilância, porque a doença é traiçoeira, crônica e recidivante.

Publicado em 07/04/2011.
Revisado em 03/09/2012.


    


     A luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil) continua, e a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA (AHT), também continua.
      Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. Boa leitura, boa saúde, pensamentos positivos e BOM DIA.
     ARACAJU, capital do Estado de SERGIPE (Ex-PAÍS do FORRÓ e futuro “PAÍS da BOMBA ATÔMICA”), localizado no BRASIL, Ex-PAÍS dos fumantes de CIGARROS e futuro “PAÍS dos MACONHEIROS”. Sábado, 22 de julho de 2017.

Jorge Martins Cardoso – Médico – CREMESE – 573.



     Fontes: - (1) – Wikipédia. (2) – Dr. Dráuzio Varella. (3) – OUTRAS FONTES.

jorge martins
Enviado por jorge martins em 22/07/2017
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