Jorge Martins Cardoso

 

Um eterno aprendiz



Textos

A LIBERDADE... A VONTADE... "As Ciências Jurídicas", "As Ciências Médicas", "A Família (OS PAIS)" "E o ASSASSINATO do BEBÊ Charlie Gard".




A LIBERDADE... A VONTADE... “As Ciências Jurídicas”, “As Ciências Médicas”, “A Família (OS PAIS)” “E o ASSASSINATO do BEBÊ CHARLIE GARD”.


Provável causa mortis: - Incompetência da CIÊNCIA, Mercenarismo da MÁFIA BRANCA e Ignorância dos TOGADOS.
    

    

     AVISO INICIAL - A 3ª parte sobre a importância do estudo da MEDULA ÓSSEA para desatar o nó sobre a AUTO-HEMOTERAPIA será escrito proximamente. Tenho muita coisa para ler, tenho muito a pesquisar e tenho muito que escrever. Estamos apenas no começo da luta. E tem mais: - Estou estudando teoria musical e aperfeiçoando a aprendizagem de VIOLÃO. Não estou perdendo tempo de maneira alguma!
     SEGUNDO AVISO – Os textos sobre “AS BATALHAS do Dr. LUIZ MOURA” terão continuidade.
     TERCEIRO AVISO – Os textos sobre “Teorias Conspiratórias” também terão continuidade.







     TRIBUNAL BRITÂNICO contraria PAIS, e autoriza HOSPITAL a desligar máquinas de BEBÊ.


     CHARLIE GARD nasceu em agosto (de 2016) e sofre de uma doença raríssima que o deixou com danos cerebrais irreversíveis. Os PAIS queriam uma última hipótese: - Um TRATAMENTO EXPERIMENTAL nos Estados Unidos. O TRIBUNAL RECUSOU.


     12 de abril de 2017, 11:09



     “Foto: CHRIS GARD e CONNIE YATES, os PAIS à entrada para uma sessão no TRIBUNAL, dia 5 de abril. O PAI leva um peluche do filho no bolso do casaco”.
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     “Não!”, exclamou CHRIS GARD ao ouvir a SENTENÇA do JUIZ Justice Frances, que lhe negou a ele, PAI de CHARLIE GARD, e a CONNIE YEATES, sua MÃE, uma última tentativa de salvar o FILHO – tentativa que era, segundo todos os especialistas, desesperada e condenada ao fracasso.
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     Nascido a 4 de agosto último (de 2016), CHARLIE GRAD sofre de uma raríssima doença, o síndrome de depleção MITOCONDRIAL, que afeta a capacidade das células gerarem energia, provocando o enfraquecimento dos músculos e, progressivamente, danos cerebrais. CHARLIE GRAD, internado no GREAT ORMOND STEET HOSPITAL, em LONDRES, já perdeu as capacidades motoras, a visão e a audição e apenas sobrevive através de respiração e alimentação assistida. É um dos 16 pacientes da doença diagnosticados em todo o mundo.
     Os MÉDICOS do Great Ormond Street Hospital consideram que as máquinas que mantêm Charlie vivo devem ser desligadas, dado não haver qualquer possibilidade de recuperação, pela irreversibilidade das lesões cerebrais. Acresce a isso que Charlie continua a sentir dor, apesar de não o conseguir manifestar. Apesar da condição desesperada do filho, os PAIS desejavam levá-lo aos ESTADOS UNIDOS para ser submetido a um tratamento experimental. Para o efeito, recorreram a uma plataforma de angariação de fundos online, conseguindo reunir 1,2 milhões de libras (cerca de 1,13 milhões de euros).
     “Com o maior dos pesares, mas com TOTAL CONVICÇÃO”, o JUIZ Justice Francis sentenciou no ALTO TRIBUNAL de JUSTIÇA do REINO UNIDO, nesta terça-feira, que os MÉDICOS do GREAT ORMOND STREET HOSPITAL estavam autorizados a ELIMINAR o TRATAMENTO do BEBÊ, , com exceção dos cuidados paliativos, para “PERMITIR a CHARLIE MORRER com DIGNIDADE” – foi então que CHRIS GARD, o PAI, exclamou “não!”, enquanto a MÃE enterrava a cabeça entre os braços e chorava da decisão da JUSTICA. Chris e Connie têm três semanas para decidir se interporão RECURSO contra a SENTENÇA agora PRONUNCIADA, durante as quais o BEBÊ CHARLIE continuará a receber o mesmo tratamento.


     O DIAGNÓSTICO MÉDICO sobrepôs-se à VONTADE dos PAIS na defesa daquilo que é o melhor para a CRIANÇA, considerou o TRIBUNAL. Na leitura da sentença, o juiz elogiou a dedicação dos pais ao filho e a coragem e bravura com que lidaram com a sua doença, mas acentuou que tanto os médicos ingleses, como especialistas de Barcelona convidados a pronunciarem-se sobre o caso de Charlie, foram unânimes: - As lesões cerebrais são irreversíveis, sem qualquer hipótese de recuperação.
     Mesmo o médico americano a que os pais desejavam recorrer para ter acesso a um tratamento experimental que, neste momento, não chegou ainda sequer à fase de testes com animais, considerou ser “muitíssimo improvável que ele (Charlie) melhore”, concordando que a recuperação cerebral é uma quase impossibilidade, relata o Guardian.
     Antes de a sentença ser conhecida, Connie Yates dissera à BBC que, enquanto mãe, queria simplesmente o direito a uma “oportunidade”: “Nunca seria uma cura, mas pode ajudá-lo a viver. Se o salvar, magnífico. Quero salvar outros. Mesmo que o Charlie não sobreviva, não quero que outra mãe ou pai tenham que passar por isto”.
     Chris Gard e Connie Yates declararam anteriormente que, caso o tribunal lhes negasse autorização de submeter o filho ao tratamento experimental nos Estados Unidos, iriam utilizar o dinheiro angariado na criação de um fundo para investigação da doença



     Caso Charlie Gard: - A polêmica sobre bebê britânico em estado terminal que envolveu Trump e o Papa.



     05 de julho de 2017.




Uma comovente batalha JUDICIAL dos PAIS de um BEBÊ britânico em estado terminal acabou envolvendo o presidente dos EUA, Donald Trump, e o Papa Francisco.

     Charlie sofre de SÍNDROME de MIOPATIA MITOCONDRIAL, uma SÍNDROME GENÉTICA raríssima e incurável que provoca a perda da força muscular e danos cerebrais. Ele nasceu em agosto de 2016 e, dois meses depois, precisou ser internado, onde permanece desde então, no Hospital Great Ormond Street, em Londres.
     O serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS) explicou que Charlie tem danos cerebrais irreversíveis, não se move, escuta ou enxerga, além de ter problemas no coração, fígado e rins. Seus pulmões apenas funcionam por aparelhos.
     O NHS disse que os médicos chegaram a tentar um tratamento experimental trazido dos EUA, mas Charlie não apresentou melhora. Por isso, defende o desligamento dos aparelhos que o mantêm vivo.
     Mas seus pais, Chris Gard e Connie Yates - e uma comunidade de apoiadores -, lutam contra a DECISÃO do HOSPITAL e pedem permissão para levar o bebê aos Estados Unidos para receber o tratamento experimental diretamente.


     Determinação da Justiça.



     No dia 27 de junho, entretanto, eles perderam a última instância do pedido na JUSTIÇA britânica, que avaliou que a busca pelo tratamento nos EUA apenas prolongaria o sofrimento do bebê sem oferecer possibilidade de cura. A Corte Europeia de Direitos Humanos também concluiu que o TRATAMENTO "causaria danos significativos a Charlie", seguindo a opinião dos ESPECIALISTAS do HOSPITAL, e orientou pelo desligamento dos aparelhos.
     Nesse mesmo dia, um grupo de britânicos se reuniu em protesto em frente ao Palácio de Buckingham, em Londres, em favor da família de Charlie.
     No domingo, após a decisão, o Papa Francisco pediu que os pais de Charlie possam "tratar de seu filho até o fim". O Vaticano disse que o Papa estava acompanhando o caso "com carinho e tristeza".
     Num comunicado divulgado pela instituição, o Papa expressou condolências aos pais de Charlie, dizendo que reza por eles, "na esperança de que seu desejo de acompanhar e cuidar de seu próprio filho até o fim não seja ignorado".
     O hospital pediátrico do Vaticano inclusive se ofereceu para assumir o tratamento do bebê, mas segundo o secretário de Relações Exteriores britânico, Boris Johnson, RAZÕES LEGAIS impedem a TRANSFERÊNCIA.
     A PRESIDENTE do HOSPITAL chegou a conversar por telefone com a mãe de Charlie e comentou que ela "é uma pessoa muito determinada e decidida e não quer ser parada por nada".
     Nesta semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também se manifestou sobre o caso pelo Twitter, dizendo que gostaria de ajudar Charlie a receber tratamento.
     "Se pudermos ajudar o pequeno Charlie Gard, como nossos amigos no Reino Unido e o Papa, ficaríamos felizes de fazê-lo", escreveu Trump.
     Uma porta-voz da Casa Branca disse que Trump não chegou a falar diretamente com a família, mas que membros da administração o fizeram. "O presidente está tentando ser prestativo se isto for possível", ela afirmou. Não está claro, porém, que tipo de ajuda seria oferecida pelo governo dos EUA.
     A repercussão internacional do caso fez com que a PREMIÊ BRITÂNICA, Theresa May, se manifestasse nesta quarta-feira. Ela disse CONFIAR que o HOSPITAL onde Charlie está internado "levará em consideração quaisquer ofertas ou novas informações" que possam beneficiar o bebê.


     Sem Autonomia.



     Já Chris Gard e Connie Yates se disseram "decepcionados" com o resultado da longa batalha judicial. Eles chegaram a arrecadar 1,3 milhão de libras (R$ 5,5 milhões) num site de financiamento coletivo para custear o tratamento nos Estados Unidos e disseram que iriam doar o dinheiro a uma ONG voltada para a síndrome de miopatia mitocondrial se Charlie não se beneficiar do dinheiro.
     Em um vídeo publicado no YouTube, eles afirmaram: "Estamos com o coração totalmente partido, passando nossas últimas horas preciosas com nosso bebê".
     "Não podemos escolher se nosso filho vive e não podemos escolher quando ou onde ele morre", continuaram, lembrando que FORAM NEGADOS os PEDIDOS para que Charlie FOSSE LEVADO PARA CASA PARA MORRER.



     Criança devolvida, pai arrependido: - O drama das adoções que dão errado.



     O tratamento experimental não seria capaz de curar o bebê, mas traria esperanças de amenizar os efeitos da doença. Os médicos americanos afirmaram, no entanto, não terem observado melhora em casos tão avançados como o de Charlie.
     De acordo com o NHS, quando os pais não concordam com a condução do tratamento de seu filho, o hospital pode recorrer à Justiça para tomar uma decisão, como ocorreu nesse caso. O processo se estendeu por três instâncias até a Suprema Corte Britânica, além da Corte Europeia, todas em favor da UNIDADE de SAÚDE.
     Nesse caso, a Justiça baseia sua decisão, diz o NHS, no que é melhor para Charlie. Por isso, mesmo que os pais queiram custear a viagem aos Estados Unidos com o dinheiro arrecado, eles não têm autonomia para isso, uma vez que a Justiça determinou que o tratamento não trará benefícios ao bebê.


     UMA ÚNICA OBSERVAÇÃO DO ESCRIBA: - UNIDADE de SAÚDE ou UNIDADE da MORTE?
    


     A luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil) continua, e a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA (AHT), também continua.
      Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. Boa leitura, boa saúde, pensamentos positivos e BOM DIA.
     ARACAJU, capital do Estado de SERGIPE (Ex-PAÍS do FORRÓ e futuro “PAÍS da BOMBA ATÔMICA”), localizado no BRASIL, Ex-PAÍS dos fumantes de CIGARROS e futuro “PAÍS dos MACONHEIROS”. Sexta-feira, 21 de julho de 2017.

Jorge Martins Cardoso – Médico – CREMESE – 573.



     Fontes: - (1) – INTERNET. (2) - OUTRAS FONTES.
jorge martins
Enviado por jorge martins em 21/07/2017
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