Jorge Martins Cardoso

 

Um eterno aprendiz



Textos

A LIBERDADE... A VONTADE... "BIOGRAFIA 'incompleta' do cantor NÉLSON GONÇALVES".




A LIBERDADE... A VONTADE... “Biografia ‘incompleta’ do cantor NÉLSON GONÇALVES”.


     AVISO INICIAL - A 3ª parte sobre a importância do estudo da MEDULA ÓSSEA para desatar o nó sobre a AUTO-HEMOTERAPIA será escrito proximamente. Tenho muita coisa para ler, tenho muito a pesquisar e tenho muito que escrever. Estamos apenas no começo da luta.
     SEGUNDO AVISO – Os textos sobre “AS BATALHAS do Dr. LUIZ MOURA” terão continuidade.
     TERCEIRO AVISO – Os textos sobre “Teorias Conspiratórias” também terão continuidade.
  
      
    
1ª versão.



NÉLSON GONÇALVES.




     Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.




INFORMAÇÕE GERAIS.




- Nome completo – Antônio Gonçalves Sobral.

- Também conhecido como – “Rei do Rádio” e “O Boêmio”.

- Nascimento – 21 de junho de 1920, Santana do Livramento, Rio de Janeiro, Brasil.

- Data de morte – 18 de abril de 1998 (77 anos), Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.

- Gênero – MPB.

- Extensão vocal – Barítono.

- Período em atividade – 1941 – 1998.

- Gravadora – RCA Victor.



    

     Nélson Gonçalves (nome artístico de Antônio Gonçalves Sobral, Santana do Livramento, 21 de junho de 1919 — Rio de Janeiro, 18 de abril de 1998 – 77 anos) foi um dos maiores cantores e compositores brasileiros.
     Terceiro maior vendedor de discos da história do Brasil, com mais de 81 milhões de cópias vendidas, fica atrás apenas de Roberto Carlos, com mais de 120 milhões e Tonico & Tinoco com aproximadamente 150 milhões. Seu maior sucesso foi a canção "A Volta do Boêmio".




BIOGRAFIA/CARREIRA.



     Nasceu no interior do Rio Grande do Sul, mas mudou-se com os seus pais, portugueses de Lisboa, para São Paulo, no bairro do Brás.
     Quando criança, era levado para praças e feiras pelo seu pai, que precisava sustentar a família, e para isso, além de fazer outros serviços, fingia-se de cego e tocava violino, enquanto Nelson cantava, agradando os transeuntes e ganhando gorjetas.
     Sua família era muito humilde e por isto, Nelson teve que abandonar os estudos no início de sua adolescência, para ajudar o pai a sustentar o lar.
     Foi jornaleiro, mecânico, engraxate, polidor e tamanqueiro. Querendo ganhar mais dinheiro e seguir uma profissão, se inscreveu em concursos de luta e venceu, tornando-se lutador de boxe na categoria peso-médio, recebendo, aos dezesseis anos de idade, o título de campeão paulista de luta.
     Após o prêmio, só ficou mais um ano lutando, pois queria investir em seu sonho de infância: - Ser artista.
     Mesmo com o apelido de "Metralha", por causa da gagueira, tomou coragem e não se deixou levar pelos preconceitos, e decidiu ser cantor, após deixar os ringues de luta.
     Em uma de suas primeiras bandas, teve como baterista Joaquim Silva Torres. Foi reprovado duas vezes no programa de calouros de Aurélio Campos. Finalmente foi admitido na rádio PRA-5, mas dispensado logo depois.
     Nesta época, em 1939, aos 20 anos, casou-se com sua noiva, Elvira Molla. Com Elvira teve um casal de filhos: Marilene Gonçalves e Nelson Antônio Gonçalves.
     Sem emprego, trabalhava como garçom no bar do seu irmão, na avenida São João.
     Neste mesmo ano, seguiu para o Rio de Janeiro com a esposa, onde trilhou mais uma vez o caminho dos programas de calouros. Foi reprovado novamente na maioria deles, inclusive no de Ary Barroso, que o aconselhou a desistir.
     Em 1941, conseguiu gravar um disco de 78 rotações, que foi bem recebido pelo público. Passou a crooner do Cassino Copacabana (do Hotel Copacabana Palace) e assinou contrato com a Rádio Mayrink Veiga, iniciando uma carreira de ídolo do rádio nas décadas de 40 e 50, da escola dos grandes, discípulo de Orlando Silva e Francisco Alves.
     Alguns de seus grandes sucessos dos anos 40 foram Maria Bethânia (Capiba), Normalista (Benedito Lacerda / Davi Nasser), Caminhemos (Herivelto Martins), Renúncia (Roberto Martins / Mário Rossi) e muitos outros.
     Maiores ainda foram os êxitos na década de 50, que incluem Última Seresta (Adelino Moreira / Sebastião Santana), Meu Vício É Você e a emblemática A Volta do Boêmio (ambas de Adelino Moreira).
     No final dos anos 40, seu casamento com Elvira estava abalado, por muitas brigas conjugais devido aos ciúmes de Elvira.
     Em uma turnê por Minas Gerais, Nélson conheceu Maria, uma fã, que se declarou apaixonada por ele. Não resistindo à jovem, os dois passaram a ter um caso, e Nélson sempre ia visitá-la no interior de Minas.
     A moça engravidou, mas não revelou a Nélson, por medo de a família saber que ela se envolveu com um homem casado, pois Maria sabia que Nélson jamais largaria a esposa para ficar com ela.
     Ele até poderia assumir o bebê, mas a família de Maria não aceitaria vê-la sendo mãe solteira. Assim, a jovem terminou o relacionamento e Nélson ficou sem entender o porque.
     Nélson, então, já não mais feliz no casamento com Elvira, entrou com o pedido de divórcio, que foi dado pela esposa.
     Só em 1991 Nélson conheceu a filha que teve com a amante, Maria, mas esta já havia falecido. Após exame de DNA, comprovou-se que Lílian realmente era sua filha. Sendo assim, ele aceitou feliz esta nova filha, que conheceu seus meios-irmãos, sendo bem aceita por eles.
     Na década de 50, além de shows em todo o Brasil, chegou a se apresentar em países como Uruguai, Argentina e Estados Unidos, no Radio City Music Hall.
     Logo após o divórcio conhece Lourdinha Bittencourt, substituta de Dalva de Oliveira no Trio de Ouro. Os dois se apaixonam e após alguns anos de namoro, casam-se, em 1952.
     O casal passou os primeiros anos em lua-de-mel, e não pensavam em ter filhos, já que Lourdinha era muito vaidosa com o corpo e apesar de ser apenas quatro anos mais nova que o marido, se considerava jovem demais para ter filhos.
     Apesar da felicidade no início do casamento, com os anos a união foi se deteriorando, e o casamento durou até 1959, quando Lourdinha pediu o divórcio, devido as traições de Nélson.
     No início da década de 60, Nélson conheceu Maria Luiza da Silva e começaram a namorar. Em poucos anos noivaram, e, em 1965, casaram-se.
     O casal teve dois filhos: Ricardo da Silva Ramos Gonçalves e Maria das Graças da Silva Ramos Gonçalves.
     Em homenagem a filha, sua caçula tem seu apelido no refrão da música Até 2001. (É no gogo gugu).
     O casamento passou por grandes tribulações, quando Nélson se envolveu com cocaína, em 1958. Usando drogas por anos, sua esposa lutou contra o vício de Nélson, e apesar disto, Nélson foi preso em flagrante em 1965 por porte de drogas, e passou um mês na Casa de Detenção, o que lhe trouxe problemas pessoais e profissionais.
     Por todo esse tempo, sua esposa o visitou no presídio e juntava economias dela e do marido, que pagavam seu tratamento e seu advogado.
     Após sair da cadeia e diminuir o uso de drogas, voltou a lançar o disco A Volta do Boêmio nº1, um grande sucesso.
     Após poucos anos, abandonou de vez o vício, sempre com o apoio de sua mulher. Totalmente recuperado, retomou sua carreira, cada vez mais bem sucedida.
     Continuou gravando regularmente nos anos 70, 80 e 90, reafirmado a posição entre os recordistas nacionais de vendas de discos.
     Além dos eternos antigos sucessos, Nélson Gonçalves sempre se manteve atento a novos compositores, e chegou a gravar canções de Ângela Rô Rô (Simples Carinho), Kid Abelha (Nada por Mim), Legião Urbana (Ainda É Cedo) e Lulu Santos (Como uma Onda).
     Gravou "A Deusa do Amor", que está no álbum Nós, em parceria com Lobão, em 1987, tocando com ele essa música no Globo de Ouro em 1988.
     Ganhador de um prêmio Nipper da RCA, dado aos que permanecem muito tempo na gravadora, sendo somente Elvis Presley o outro agraciado.
     Durante sua carreira, gravou mais de duas mil canções, 183 discos em 78 rpm, 128 álbuns, vendeu cerca de 75 milhões de discos, ganhou 38 discos de ouro e 20 de platina.
     Morreu em consequência de um infarto agudo do miocárdio no apartamento de sua filha Margareth, no Rio de Janeiro.
     Encontra-se sepultado no Cemitério São João Batista no Rio de Janeiro.




DRAMATIZAÇÕES.


     A vida de Nélson Gonçalves teve sua biografia dramatizada nas seguintes obras:

- Na década de 90, foi encenado nas principais capitais do país o musical Metralha.
- Em 2001 foi lançado o documentário Nélson Gonçalves, contando a sua trajetória, com direção de Elizeu Ewald e protagonizado por Alexandre Borges e Júlia Lemmertz, e tendo a sua filha Margareth Gonçalves como produtora executiva.




DISCOGRAFIA.




     Ver também: Discografia de Nélson Gonçalves.
     1990 -  Auto – Retrato.




MAIORES SUCESSOS - (ordem cronológica).



1941 - "Se Eu Pudesse um Dia"
1942 - "Dorme que Eu Velo por Ti"
1942 - "Fingiu Que Não Me Viu"
1942 - "Renúncia"
1943 - "Noite de Lua"
1943 - "Quando a Saudade Vier"
1943 - "Não Sou Feliz nos Amores"
1943 - "A Saudade É um Compasso de Mais"
1943 - "A Mulher do Seu José"
1943 - "Solidão"
1943 - "Perfeitamente"
1944 - "Sabiá de Mangueira"
1944 - "Quase Louco"
1944 - "Dos Meus Braços Tu Não Sairás"
1944 - "Ela me Beijou"
1945 - "Eu Não Posso Viver Sem Mulher"
1945 - "Aquela Mulher"
1945 - "Meus Amores"
1945 - "Maria Bethânia"
1946 - "Pelas Lágrimas"
1946 - "Seus Olhos na Canção"
1946 - "Segure no Meu Braço"
1946 - "Quando É Noite de Lua"
1946 - "Menina dos Olhos"
1946 - "A Você"
1946 - "Coração"
1946 - "Espanhola"
1947 - "Dona Rosa" (com Isaura Garcia)
1947 - "Segredo"
1947 - "A Rainha do Mar"
1947 - "Odalisca"
1948 - "Princesa de Bagdá"
1948 - "Perdôo, Sim"
1949 - "Normalista"
1949 - "Quando Voltares"
1949 - "Pepita"
1952 - "Confete Dourado"
1953 - "Camisola do Dia"
1953 - "Meu Vício É Você"
1954 - "Carlos Gardel"
1954 - "Francisco Alves"
1955 - "Último Desejo"
1955 - "Esta Noite me Embriago"
1955 - "Hoje Quem Paga Sou Eu"
1956 - "Nossa Senhora das Graças"
1956 - "Por um Beijo de Amor"
1956 - "Meu Vício É Você"
1956 - "Natal Branco" (com o Trio de Ouro)
1957 - "A Volta do Boêmio"
1957 - "Pensando em Ti"
1957 - "História da Lapa"
1957 - "Grilo Seresteiro"
1958 - "Escultura"
1958 - "Pensando em Ti"
1959 - "Prece ao Sol"
1959 - "Revolta"
1959 - "Deusa do Asfalto"
1960 - "Meu Dilema"
1960 - "Chore Comigo"
1960 - "Queixas"
1961 - "Negue"
1961 - "Fica Comigo Esta Noite"
1962 - "Dois Amores"
1963 - "Enigma"



     Observação do escriba: Na Wikipédia existe apenas duas referências sobre o cantor Nélson Gonçalves.




Categorias:
• Nascidos em 1920.
• Mortos em 1998.
• Nélson Gonçalves.
• Brasileiros de ascendência portuguesa.
• Naturais de Santana do Livramento.
• Cantores do Rio Grande do Sul.
• Recordistas de vendas de discos.
• Recordistas de vendas de discos no Brasil.
• Barítonos do Brasil.



     Esta página foi modificada pela última vez às 00h 41min de 1º de maio de 2017.





2ª versão.





A verdade sobre Nélson Gonçalves.

     Biografia sobre o cantor revela personagem tão surpreendente quanto o mito criado por ele próprio.

JOAQUIM FERREIRA DOS SANTOS
     Na biografia 'A revolta do boêmio', escrita por Marco Aurélio
Barroso, o cantor Nélson Gonçalves é descrito como um homem
despreparado para as responsabilidades da vida: cavalos no jóquei,
cocaína e estupro.
     Você já leu isso em algum lugar: Nélson Gonçalves bateu o recorde mundial com suas 2 mil gravações, o que lhe rendeu numa viagem a Nova York um encontro com Frank Sinatra.
     Antes, porém, foi lutador de boxe e cafetão na Lapa.
     Madame Satã, o homossexual malandro da Lapa dos 40, serviu de testemunha numa surra que Nélson deu em Miguelzinho Camisa Preta, a única no currículo deste terror da saúde.

     Mais tarde, nos anos 60, trancado numa casa para se curar do vício da cocaína, Nélson era alimentado com comida passada por debaixo da porta.
     Você já leu todas essas informações em muitas reportagens e algumas estão no filme Nélson Gonçalves, recentemente lançado em DVD, que conta a vida do cantor e tem Alexandre Borges no papel principal.
     Pois saiba agora: tudo mentira.

1. Nelson gravou 869 músicas. Até Chico Alves superou este número.
2. Jamais viu Sinatra pela frente.
3. Fez algumas aulas, e olhe lá, de boxe.
4. Nunca teve mulher na zona. Foi explorado pelas mulheres.
5. Nunca bateu em Miguelzinho Camisa Preta, porque esse personagem não
existiu. Existiu Miguelzinho e existiu Camisa Preta. Invenção de Madame
Satã.
6. Livrou-se das drogas num processo tradicional que vai diminuindo as
doses.

     ''O Nélson inventou um personagem que cabia muito bem nas necessidades da imprensa, era um típico caso de me engana que eu gosto para os dois lados'', diz o escritor Marco Aurélio Barroso, que está lançando “A revolta do boêmio - A vida de Nélson Gonçalves” com todas essas informações e muitos outros desmentidos.
     Não, Nélson também não dormiu nas pedras do Flamengo nem foi nocauteado por Eder Jofre. O livro custa R$ 40 e pode ser comprado pela internet, no endereço arevoltadoboemio@bol.com.br.
     Solucinhos maneirosos - É um daqueles raros casos nacionais de
biografia não autorizada.
     Nélson foi deixando filhos e mulheres pelo caminho, sem ajudá-los em nada além do que não fosse cobrado ao vivo por algum representante da Justiça - e isso tudo está no livro, uma biografia sem panos quentes, segundo o autor.
     ''O Nélson não desprezava filhos e ex-mulheres por maldade, mas porque era um despreparado para as responsabilidades da vida'', afirma.
     Não pagava pensões aos filhos. Bateu em todas as mulheres.
     Marco Aurélio não conta isso só porque sempre foi fã de Orlando Silva. Mas em nome da verdade. No final do livro relaciona a discografia completa do cantor, mas antes, verificando os métodos que ele utilizava para recolher canções, muitas vezes em pagamento de drogas ou amizades, é crítico: haja qualidade numa discografia assim!
     Nélson Gonçalves, gaúcho, criado em São Paulo por pais analfabetos, tinha o nome de batismo de Antônio Gonçalves e não Antônio Gonçalves Nobre como está no filme que acabou de passar nos cinemas.
     Gravou pela primeira vez, em 1941, um samba de Ataulfo Alves, e atravessou toda a década de 40 na aba de Orlando Silva, a quem imitava descaradamente no timbre aveludado e até nos solucinhos maneirosos.
     Orlando, depois de uma aparição espetacular em 1935, começou a definhar artisticamente em 1942 - e aí Nélson colou junto.
     Filme, livro e todos os pesquisadores concordam: de 1952, quando começou a gravar Adelino Moreira e o destino levou Chico Alves, até 1957, quando caiu de nariz nas drogas, Nélson Gonçalves, já com sonoridade própria, foi o maior cantor do Brasil.
     Mesmo que Marco Aurélio Barroso desmonte a lenda de que a cantora Betty White tenha botado fogo às vestes e se suicidado por amor a Nélson (ela na verdade morreu num acidente doméstico com álcool).
     Mesmo que não seja espanhola mas cubana a vedete namorada Nina Montez, e mesmo que o cantor não tenha tentado matá-la a facadas como diz a lenda, mas com balas de revólver como quer o livro - uma biografia de Nélson sempre terá histórias incríveis para contar.
     Entre 1959 e 1964, manteve oito cavalos no Jóquei Clube, que correram 138 provas e venceram... 6.

     Nélson participava de jogos de dados viciados - era ele quem levava os dados.
     Prótese peniana - A biografia de Marco Aurélio, premiada pela
Biblioteca Nacional, vai às minúcias no registro de todos esses
quiproquós e, num estilo romanceado, passa com rapidez do palco
auditório da Rádio Nacional para a delegacia de Copacabana, onde agora o cantor dá nova entrada por tentar jogar da janela uma de suas
namoradas, Maria Luíza.
     Há dezenas de personagens famosos vistos não exatamente da mesma maneira que apareciam na Revista do Rádio.
     O compositor Jorge de Castro, parceiro de Wilson Batista na clássica
Dolores Sierra, tem registrado seu verdadeiro papel na música popular
brasileira - era agiota, vulgo Judeu Negro, e saía dele o dinheiro para
que Wilson e Nélson comprassem cocaína.
     As letras de verbo forte do português Adelino Moreira - A volta do
boêmio, Meu vício é você, Mariposa, Doidivana - ajudaram a cimentar o
perfil de um machão com um lado luminoso (18 filmes, 60 milhões de
discos vendidos segundo o filme, 26 milhões pelo livro) e outro
pavorosamente sombrio (uma de suas idas à delegacia foi por causa do
estupro de uma fã).
     Em 1966, Nélson, preso por tráfico de cocaína, cruza com o cascateiro-mor da imprensa nacional, David Nasser - que se
encarrega de misturar ainda mais o pó do que é verdade e do que é
mentira em volta desse boêmio.
     ''Nélson foi um homem em eterna busca do equilíbrio e por incrível que pareça só conseguia isso com as drogas, o jogo e a troca constante de mulheres'', observa Marco Aurélio, que encerra a biografia com a morte do cantor, de infarto do miocárdio, aos 78 anos, em 18 de abril de 1998.
     Tinha oito filhos e uma prótese peniana em constante estado de
ereção, com que gostava de assustar os amigos ao abraçá-los.
     Antes do ponto final, Marco Aurélio destruiu uma última lenda. Nélson não era gago. Era o contrário. Taquilálico. Falava rápido demais.
(09 de janeiro de 2002).


  
     A luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil) continua, e a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA (AHT), também continua.
      Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. Boa leitura, boa saúde, pensamentos positivos e BOM DIA.
     ARACAJU, capital do Estado de SERGIPE (Ex-PAÍS do FORRÓ e futuro “PAÍS da BOMBA ATÔMICA”), localizado no BRASIL, Ex-PAÍS dos fumantes de CIGARROS e futuro “PAÍS dos MACONHEIROS”. Domingo, 07 de maio de 2017.

Jorge Martins Cardoso – Médico – CREMESE – 573.



     Fontes: (1) - Wikipédia  (2) – OUTRAS FONTES.



jorge martins
Enviado por jorge martins em 07/05/2017
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.


Comentários


 
Site do Escritor criado por Recanto das Letras