Jorge Martins Cardoso

 

Um eterno aprendiz



Textos

A LIBERDADE... A VONTADE... "A origem MISTERIOSA de uma doença" (4ª parte) - TEORIA da CONSPIRAÇÃO - 63ª parte.




AUTO-HEMOTERAPIA, Dr. Fleming e sua PANACEIA*...


Artigo Extra.


TEORIA da CONSPIRAÇÃO – (63ª parte).


     AVISO INICIAL - A 3ª parte sobre a importância do estudo da MEDULA ÓSSEA para desatar o nó sobre a AUTO-HEMOTERAPIA será escrito proximamente. Tenho muita coisa para ler, tenho muito a pesquisar e tenho muito que escrever. Estamos apenas no começo da luta.
     SEGUNDO AVISO – Os textos sobre “AS BATALHAS do Dr. LUIZ MOURA” terão continuidade.
  
      
    

“A origem MISTERIOSA de uma doença” – (4ª parte).



SÍNDROME da IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA (SIDA).




OPERAÇÃO INFEKTION.




     Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.




     “Foto: Em 1992, o Diretor do Serviço de Inteligência Estrangeira (SVR), YEVGENY PRIMAKOV, admitiu que a KGB estava por trás de artigos jornalísticos soviéticos que ALEGAVAM que a AIDS foi CRIADA pelo GOVERNO dos EUA.




     OPERAÇÃO INFEKTION era uma campanha de desinformação da KGB para espalhar a noção de que os Estados Unidos inventaram a AIDS como parte de um projeto de pesquisa de ARMAS BIOLÓGICAS em FORT DETRICK, Maryland.
     A União Soviética usou isto para prejudicar a credibilidade dos Estados Unidos, fomentar o antiamericanismo, isolar os Estados Unidos no estrangeiro, e criar tensões entre países de acolhimento e os EUA acerca da presença de bases militares dos EUA (que eram muitas vezes retratadas como a causa de surtos da AIDS em populações locais).
     De acordo com analistas do Departamento de Estado dos EUA, outra razão para a União Soviética ter "promovido a desinformação sobre a AIDS pode ter sido sua tentativa de distrair a atenção internacional para longe de SEU PRÓPRIO PROGRAMA de GUERRA BIOLÓGICA, que (foi monitorada) por décadas."
     Além de antraz, acredita-se que os soviéticos desenvolveram a tularemia, a peste e a cólera para fins de GUERRA BIOLÓGICA, bem como a toxina botulínica, enterotoxinas, e micotoxinas.
     Uma explicação alternativa é que a operação pode ter sido em retaliação às acusações, pelos EUA, de que os soviéticos usaram ARMAS QUÍMICAS no sudeste da ásia, depois chamado de INCIDENTE da CHUVA AMARELA.




REFERÊNCIAS.


- AIDS as a biological weapon. America.gov (2005).


- U.S. Department of State. Soviet Influence Activities: A Report on Active Measures and Propaganda, 1986-87. Washington D.C.: Bureau of Public Affairs, August 1987., pg. 33.


- U.S. Department of State. Soviet Influence Activities: A Report on Active Measures and Propaganda, 1986-87. Washington D.C.: Bureau of Public Affairs, August 1987., pg. 45.





CATEGORIAS:


- Antiamericanismo.

- GUERRA BIOLÓGICA.

- Relações entre Estados Unidos e União Soviética.


     Esta página foi modificada pela última vez às 22h50min de 12 de março de 2017.





HIPÓTESE de DUESBERG.



     Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


     HIPÓTESE de DUESBERG é a alegação, por parte do professor PETER DUESBERG da Universidade da Califórnia, de que a causa da Síndrome da ImunoDeficiência Adquirida (SIDA/AIDS) são vários fatores não infeciosos, como o uso de drogas recreativas e uso de fármacos, e de que o Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH/HIV) é apenas um vírus passageiro.
     Os apoiantes mais proeminentes desta hipótese são o próprio Duesberg, o bioquímico e proponente de vitamínicos DAVID RASNICK e a jornalista CELIA FARBER.
     A comunidade científica afirma que os argumentos de Duesberg são o resultado de evidência suprimida de dados científicos na sua maioria obsoletos e de ignorar de forma seletiva as evidências sobre o papel do HIV na AIDS.
     O consenso científico é de que a hipótese de Duesberg é incorreta e de que o HIV é a causa da AIDS.


PROPONENTES da HIPÓTESE DUESBERG.



    
     Os mais destacados defensores desta teoria são o VIROLOGISTA PETER DUESBERG e o BIOQUÍMICO DAVID RASNICK.
     Em apoio a esta hipótese, Duesberg aponta a correlação estatística entre o decréscimo no uso de drogas recreativas e a diminuição nos casos notificados de AIDS.
     Da mesma forma, o rápido aumento da AIDS na década de 80 corresponde a uma epidemia de uso de drogas recreativas nos EUA e Europa.
     Além disso, Duesberg assevera que o tratamento da AIDS com drogas como AZT demonstrou ser mais fatal que o uso de drogas recreativas tais como heroína e cocaína.
     O AZT também é problemático por induzir ABORTO, causar DEFEITOS CONGÊNITOS, e causar CÂNCER em animais nascidos de mães tratadas com AZT.
     Devido a problemas com o tratamento por AZT, muitos pacientes de AIDS passaram a ser tratados com um coquetel de drogas inibidoras de protease e inibidoras de transcriptase.
     No entanto, estes coquetéis de drogas falham em 53% dos casos relatados.
     Duesberg explica a predominância da AIDS entre homossexuais nos países do ocidente tais como os EUA pelo fato do uso de drogas recreativas ser predominante entre os homens homossexuais nestes países.
     Como foi relatado na literatura médica, homens homossexuais nestes países usam grande número de estimulantes sexuais, incluindo "poppers" (inalantes com nitrato), anfetaminas, cloro-etil, cocaína e heroína.
     Sabe-se que várias destas drogas inibem o funcionamento do SISTEMA IMUNOLÓGICO do organismo.
     Duesberg aponta também para o fato de que um número significativo de vítimas da AIDS morrem sem qualquer traço de infecção pelo HIV, e que casos relatados na África, onde não se faz qualquer teste para HIV, não se limitam aos grupos de risco tais como viciados em drogas e homens homossexuais.
     Segundo ele esses casos de AIDS são explicados mais facilmente por SUBNUTRIÇÃO, infecção parasitaria e condições precárias de saneamento.
     O desafio mais radical de Duesberg à hipótese HIV/AIDS é sua proposta de se auto-infectar com o HIV.
     No entanto, Duesberg não pode fazer isso sem a aprovação do Instituto Nacional de Saúde dos EUA e da Universidade onde ele trabalha.
     Além do mais, já existe quase um milhão de pessoas VIH-positivas nos EUA sem qualquer sintoma de AIDS, bem como outros 34 milhões de pessoas saudáveis no mundo que são VIH-positivas.
     Em entrevista à revista brasileira Superinteressante no ano 2000, Duesberg afirmou que:

     O HIV não se encaixa nos critérios estabelecidos. Nenhum outro vírus tem o comportamento que se atribui a ele. Enquanto todos os vírus conhecidos causam doença em alguns dias ou semanas após a infecção, o HIV demoraria até dez anos para provocar efeito.
     É um paradoxo sem explicação. Na verdade, ESSA DEMORA no APARECIMENTO do MAL é característica das DOENÇAS ASSOCIADAS às DROGAS.
     O CÂNCER de pulmão surge de 10 a 20 anos depois que se começa a fumar, e a CIRROSE, 20 anos depois de começar a beber.
     — Peter Duesberg.

    


RESPOSTA CIENTÍFICA à HIPÓTESE de DUESBERG.





     O consenso na comunidade científica é que a hipótese de Duesberg é refutada por uma grande e crescente massa de evidências que mostram que o HIV causa a AIDS, que a quantidade de vírus no sangue está correlacionada com a progressão da doença, que um mecanismo plausível para a ação do HIV tem sido proposto e que medicação anti-HIV diminui a mortalidade e infecções oportunistas em pessoas com AIDS.
     Na edição de 9 de dezembro de 1994 da SCIENCE (Vol. 266, No. 5191), os métodos e reivindicações de Duesberg foram avaliados em um grupo de artigos. Os autores concluíram que:

- É evidente que o HIV causa doença e morte em hemofílicos, um grupo geralmente esquecido nos fatores de risco propostos por Duesberg.
- O HIV cumpre os Postulados de Koch, que são um conjunto de critérios para demonstrar uma relação causal entre um micróbio e uma doença. (Subsequentemente, dados adicionais demonstram novamente o cumprimento dos postulados de Koch.)
- A epidemia de AIDS na Tailândia, citada por Duesberg como confirmação de sua hipótese, é na verdade uma prova do papel do HIV na AIDS.
- Pesquisadores que realizaram estudos de larga escala com AZT, concluíram que a droga não causa a AIDS. Além disso, os pesquisadores reconheceram que drogas recreativas causam ANORMALIDADES IMUNOLÓGICAS, embora não do tipo da IMUNODEFICIÊNCIA vista na AIDS.





EFICÁCIA da MEDICAÇÃO ANTIRRETROVIRAL.




     A vasta maioria das pessoas com AIDS nunca recebeu remédios anti-retrovirais, incluindo aqueles em países desenvolvidos, antes do licenciamento de AZT (zidovudina) em 1987, e pessoas em países em desenvolvimento têm pouco acesso a esses medicamentos.
     O Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas relata que "em meados da década de 1980, ensaios clínicos com pacientes com AIDS descobriram que o AZT dado como terapia única conferia uma vantagem de sobrevivência modesta em comparação com o placebo.
     Entre os pacientes infectados pelo HIV que ainda não tinham AIDS, ensaios controlados demonstraram que o AZT administrado como terapia com um único fármaco atrasou, durante um ano ou dois, o aparecimento de doenças relacionadas com a AIDS.
     Significativamente, o seguimento a longo prazo destes ensaios não mostrou um benefício prolongado de AZT, mas também não indicou que o fármaco aumentou a progressão da doença ou sua mortalidade.
     A ausência de casos de AIDS e de mortes por AZT nestes ensaios controlados com placebo contesta o argumento de que o AZT causa a AIDS.
     Estudos clínicos posteriores constataram que os pacientes que receberam dois fármacos combinados tiveram até 50% de melhora no tempo de progressão da AIDS e na sobrevivência quando comparado com as pessoas que receberam a terapia de fármaco único.
     Nos últimos anos, as terapias de combinação de três fármacos produziram outra melhoria de 50% a 80% na progressão da AIDS e na sobrevivência dos infectados quando comparado com regimes de dois fármacos em ensaios clínicos.
     "O uso de potentes terapias anti-HIV contribuiu para reduções dramáticas na incidência de mortes relacionadas com AIDS em populações onde esses medicamentos estão amplamente disponíveis, efeito que claramente não seria visto se os antirretrovirais causassem a AIDS".




OPONENTES AFIRMAM que QUASE TODAS as PESSOAS HIV-POSITIVAS vão DESENVOLVER AIDS.




    
     Duesberg afirma como apoio à sua ideia de que muitas pessoas HIV-positivas que não tomam medicamentos anti-HIV ainda não desenvolveram a AIDS.
     Os cientistas dizem que é muito provável que quase todas as pessoas HIV-positivas vão desenvolver AIDS em algum momento da vida, exceto aquelas com fatores genéticos raros que podem retardar a progressão da doença.
     Cientistas também observam que os usuários de drogas que são HIV-negativos não sofrem de colapso do SISTEMA IMUNOLÓGICO como as pessoas com AIDS.



VER TAMBÉM.


- Negacionismo da SIDA/AIDS.
- Peter Duesberg.
- Walter Gilbert.


     Observação do escriba: Na Wikipédia existem 26 (vinte e seis) referências e 03 (três) ligações externas, sobre o assunto.



CATEGORIA:


- Negacionismo da SIDA.





     Esta página foi modificada pela última vez às 06h36min de 13 de janeiro de 2017.


PETER DUESBERG.




     Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



     Peter H. Duesberg (Alemanha, 2 de dezembro de 1936 – 80 anos) é um BIÓLOGO MOLECULAR alemão-estadunidense.
     Ele trabalha como professor de BIOLOGIA MOLECULAR e CELULAR na Universidade da Califórnia em Berkeley.
     Ele é conhecido por suas pesquisas sobre ASPECTOS GENÉTICOS do CÂNCER e, mais recentemente, por seu papel central no movimento de negacionismo como defensor da crença de que o HIV é inofensivo e não causa a AIDS.
     Duesberg recebeu aclamação no início de sua carreira por sua pesquisa sobre ONCOGENES e CÂNCER.
     Com Peter K. Vogt, ele relatou em 1970 que um VÍRUS causador de CÂNCER de aves tinha material genético extra em comparação com vírus não causadores de câncer, propondo que este material contribuiu para o câncer.
     Aos 36 anos de idade, Duesberg recebeu um tenure na Universidade da Califórnia, e aos 49 anos ele foi eleito para a Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
     Recebeu um subsídio do investigador excepcional (OIG) dos Institutos Nacionais da Saúde (NIH).


CONTROVÉRSIA SOBRE HIV/AIDS.




     Considerado controverso por seus colegas cientistas, Duesberg começou a ganhar a notoriedade pública com um artigo de março de 1987 no Cancer Research intitulado "Retroviruses como carcinogens e pathogens: Expectations e Reality".
     Neste e em outros escritos, Duesberg propôs sua hipótese de que a AIDS é causada pelo consumo a longo prazo de drogas recreativas ou drogas antirretrovirais e que o HIV é um vírus passageiro e inofensivo.
     Em contraste, o consenso científico é de que a infecção pelo HIV causa a AIDS. As alegações de Duesberg sobre o HIV/AIDS foram abordadas e rejeitadas como erradas pela comunidade científica.
     Revisões de suas opiniões na Nature e na Science afirmaram que elas eram imprecisas e baseadas na leitura seletiva da literatura e que, embora Duesberg tivesse direito a uma opinião dissidente, o seu fracasso em analisar as evidências de que o HIV causa AIDS significava que sua opinião não tinha qualquer credibilidade.
     Os pontos de vista de Duesberg são citados como as principais influências na política sul-africana de HIV/AIDS sob a administração de Thabo Mbeki, que abraçou o negacionismo da AIDS.
     Duesberg serviu em um painel consultivo a Mbeki, convocado em 2000.
     A falha da administração de Mbeki de fornecer drogas antirretrovirais, devido em parte à influência do negacionismo da AIDS, foi responsável por centenas de milhares de mortes evitáveis por AIDS e infecções pelo HIV na África do Sul.
     Duesberg contestou essas descobertas em um artigo publicado na revista Medical Hypotheses, mas a editora da revista, a Elsevier, retraiu mais tarde o artigo de Duesberg por questões de precisão e ética, bem como por sua rejeição durante a revisão por pares.
     O incidente levou várias queixas à instituição de Duesberg, a Universidade da Califórnia em Berkeley, que começou uma investigação por má conduta contra Duesberg em 2009.
     A investigação foi retirada em 2010, com funcionários da Universidade encontrar "provas insuficientes... para apoiar uma recomendação de ação disciplinar."



VER TAMBÉM.



• Negacionismo da AIDS.



     Observação do escriba: Na Wikipédia estão disponíveis 20 (vinte) referências sobre PETER DUESBERG.



Categorias:
• Virólogos.
• Químicos dos Estados Unidos.
• Químicos da Alemanha.
• Professores da Universidade da Califórnia em Berkeley.




     Esta página foi modificada pela última vez às 05h08min de 4 de janeiro de 2017.


     A luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil) continua, e a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA (AHT), também continua.
      PANACEIA* - UM SER SUPERIOR mandou mudar a “mensagem”.
     Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. Boa leitura, boa saúde, pensamentos positivos e BOM DIA.
     ARACAJU, capital do Estado de SERGIPE (Ex-PAÍS do FORRÓ e futuro “PAÍS da BOMBA ATÔMICA”), localizado no BRASIL, Ex-PAÍS dos fumantes de CIGARROS e futuro “PAÍS dos MACONHEIROS”. Quarta-feira, 29 de março de 2017.

Jorge Martins Cardoso – Médico – CREMESE – 573.


     Fontes: (1) – Wikipédia. (2) - OUTRAS FONTES.
  
jorge martins
Enviado por jorge martins em 29/03/2017
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